A Caixa Econômica Federal deu início, nesta quarta-feira (25), ao pagamento da parcela referente ao mês de março do programa Bolsa Família. Os beneficiários que possuem o Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 6 são os contemplados nesta etapa.
O valor mínimo do benefício é estabelecido em R$ 600, porém, com a incorporação de um novo adicional, o montante médio que cada família receberá sobe para R$ 683,75. De acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, este mês o programa deve atender a aproximadamente 18,73 milhões de famílias, resultando em um investimento total de R$ 12,77 bilhões.
Além do valor base, o Bolsa Família oferece três adicionais importantes. O Benefício Variável Familiar Nutriz, por exemplo, destina-se a mães de bebês com até seis meses, garantindo seis parcelas de R$ 50 para auxiliar na alimentação. Outras parcelas incluem R$ 50 para gestantes e mães que amamentam, R$ 50 por filho de 7 a 18 anos e um adicional de R$ 150 para cada criança de até 6 anos.
Os pagamentos do Bolsa Família são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários têm a opção de consultar detalhes sobre os valores, datas e composição das parcelas por meio do aplicativo Caixa Tem, que também gerencia as contas poupança digitais do banco.
Recentemente, beneficiários de 171 cidades em nove estados receberam pagamentos antecipados, independentemente do NIS. Essa ação beneficiou especialmente 126 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca, e cidades de Minas Gerais, como Juiz de Fora e Ubá, que enfrentaram enchentes. Além desses, localidades em Amazonas, Bahia, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima e Sergipe também foram incluídas.
A partir de 2024, uma nova normativa suspendeu o desconto do Seguro Defeso nos pagamentos do Bolsa Família. Essa alteração, resultante da Lei 14.601/2023, beneficia aqueles que dependem da pesca artesanal, especialmente durante a piracema, quando a atividade é proibida.
Atualmente, cerca de 2,35 milhões de famílias estão sob a regra de proteção, que permite que aqueles que conseguiram emprego e melhoraram sua renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada membro familiar mantenha uma renda de até meio salário mínimo. Em março, o benefício médio para essas famílias é de R$ 368,97.
Em 2025, a duração da permanência nesta regra será reduzida de dois para um ano, sendo que essa mudança afetará apenas as famílias que entrarem na fase de transição a partir de junho de 2025. Aqueles que já estavam inseridos até maio de 2025 continuarão a receber metade do benefício por dois anos.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br
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