
Carrefour suspende Venda na Argentina e Surpreende Candidato
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Motivos da suspensão da venda
A suspensão da venda da subsidiária do Carrefour na Argentina foi motivada pela ausência de propostas que atendessem às expectativas do conselho de administração da empresa. Alexandre Bompard, CEO global do Carrefour, confirmou que a decisão foi tomada após uma avaliação cuidadosa do mercado e das ofertas recebidas, que não refletiam o potencial de geração de valor da operação local. A expectativa inicial era que o processo de desinvestimento avançasse rapidamente, especialmente após o interesse demonstrado pelo Grupo de Narváez (GDN), que até então liderava as negociações.
O Grupo de Narváez havia apresentado uma proposta final de aproximadamente US$ 1 bilhão, o que despertou esperanças de uma transação iminente. No entanto, a falta de comunicação formal e a ausência de respostas concretas à oferta do GDN surpreenderam o mercado e os próprios investidores. Bompard ressaltou que a revisão estratégica da companhia indicou a necessidade de um foco maior em mercados considerados estratégicos, como a Argentina, onde o Carrefour viu um crescimento significativo em suas vendas, mesmo diante de um cenário econômico desafiador.
A decisão do Carrefour de não prosseguir com o desinvestimento neste momento pode ser vista como uma estratégia para fortalecer sua operação na Argentina, visando melhorar a eficiência e gerar maior valor agregado. A empresa pretende reavaliar seu portfólio em um futuro próximo, mas, por enquanto, optou por manter suas operações na Argentina, privilegiando a geração de valor em vez de uma venda precipitada. Essa abordagem reflete uma mudança na estratégia global da empresa, que busca um desenvolvimento mais sustentado e menos volátil em mercados desafiadores.
Reação do Grupo de Narváez
A decisão do Carrefour de suspender a venda de sua subsidiária na Argentina gerou reações imediatas no Grupo de Narváez (GDN), que se posicionava como candidato principal para assumir a operação local. Fontes próximas ao GDN expressaram surpresa e descontentamento com a falta de comunicação formal sobre a proposta apresentada, afirmando que não obtiveram respostas concretas após submeter uma oferta de US$ 1 bilhão no final do ano passado. Essa incerteza gerou apreensão entre os investidores e colaboradores do grupo, que aguardavam um desfecho positivo para consolidar sua participação no mercado argentino.
O GDN, liderado por Francisco de Narváez, controla 60% do consórcio que apresentou a proposta, com o restante nas mãos do fundo L Catterton. Esse consórcio já tem um histórico de sucesso no país, o que aumentava as expectativas em torno da compra. A suspensão do processo de desinvestimento do Carrefour é vista como um golpe nas aspirações do GDN, que acreditava estar em uma posição vantajosa para adquirir a operação. A falta de clareza nas negociações levanta questões sobre o futuro da marca e o potencial de crescimento no mercado argentino.
Os comentários do CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, sobre a necessidade de uma revisão estratégica e a busca por ofertas que reflitam o verdadeiro valor da operação geram um panorama incerto para todos os envolvidos. O GDN, que já havia se preparado para um possível fechamento do negócio, agora se vê em um impasse, enquanto o Carrefour busca reavaliar suas prioridades na região. A expectativa é que novas informações sobre as direções futuras da empresa possam surgir nas próximas semanas.
Contexto da proposta de aquisição
O Carrefour, uma das maiores redes de varejo do mundo, decidiu suspender temporariamente a venda de sua subsidiária na Argentina, uma informação confirmada pelo CEO global da empresa, Alexandre Bompard. A decisão foi motivada pela falta de propostas que atendam às expectativas do conselho de administração, que considera as ofertas recebidas insuficientes para o valor potencial da operação local. Essa pausa no desinvestimento surpreendeu o Grupo de Narváez (GDN), que havia se posicionado como o principal candidato para adquirir o Carrefour Argentina, apresentando uma proposta de US$ 1 bilhão no final de 2022.
O GDN, que controla 60% do consórcio interessado na aquisição, expressou sua surpresa ao não receber uma resposta formal à sua proposta. De acordo com fontes próximas ao grupo, a falta de informações concretas sobre o processo de venda deixou os investidores em uma posição de incerteza. A proposta de GDN, que inclui o fundo L Catterton como parceiro, reflete um interesse estratégico em expandir sua presença no mercado argentino, especialmente em um contexto onde as vendas da rede cresceram significativamente nos últimos períodos, mesmo diante de desafios econômicos.
Alexandre Bompard, ao detalhar a estratégia do Carrefour, indicou que a empresa está reavaliando suas operações em mercados considerados não estratégicos, como a Argentina. Embora o processo de venda esteja suspenso, Bompard deixou em aberto a possibilidade de reavaliação futura, enfatizando a intenção da companhia de melhorar sua operação local. O Carrefour, que registrou um crescimento notável em suas vendas na Argentina, está focado em tornar suas operações mais eficientes e gerar valor agregado, seja por meio de novos negócios ou pela venda de ativos.
Desempenho das vendas do Carrefour
O desempenho das vendas do Carrefour na Argentina apresentou um crescimento notável, com um aumento de 24,3% em comparação ao ano anterior. Este crescimento foi acompanhado por uma expansão ainda mais significativa de 33,6% em termos de área, evidenciando a capacidade da rede de se adaptar a um mercado desafiador e de aumentar sua presença física no país. A companhia atribuiu esse desempenho positivo a uma desaceleração da inflação e à pressão sobre os volumes de alimentos, fatores que, segundo a empresa, contribuíram para um ambiente de compras mais favorável.
Além disso, o Carrefour globalmente registrou vendas de 24,3 bilhões de euros no quarto trimestre de 2025, representando um avanço de 1,6%. Esse resultado, embora positivo, reflete um cenário de competições intensas e mudanças no comportamento do consumidor, o que influencia diretamente as operações locais. A expectativa é que a Argentina continue sendo um mercado estratégico para a empresa, especialmente considerando as oportunidades de crescimento e a necessidade de otimização das operações para gerar maior valor agregado.
Em um contexto mais amplo, o Carrefour planeja um aprimoramento na eficiência de suas operações na Argentina para o ano de 2026. Isso pode incluir novas iniciativas de negócios ou uma reavaliação de sua estrutura de ativos, o que demonstra a intenção da empresa de não apenas focar em resultados imediatos, mas também em uma estratégia de longo prazo que assegure sua presença e competitividade no mercado argentino.
Perspectivas futuras para o Carrefour na Argentina
As perspectivas futuras para o Carrefour na Argentina permanecem incertas após a suspensão da venda de sua subsidiária local. O CEO global da empresa, Alexandre Bompard, ressaltou que a decisão foi motivada pela ausência de propostas que atendessem às expectativas do conselho de administração. Essa pausa no processo de desinvestimento ocorre em um contexto onde o Carrefour vê potencial de valorização em suas operações, especialmente considerando o crescimento de 24,3% nas vendas na Argentina no último trimestre de 2025, em comparação com o ano anterior.
O Grupo de Narváez, principal interessado na aquisição, expressou surpresa com a decisão do Carrefour, alegando não ter recebido respostas concretas sobre sua proposta de US$ 1 bilhão. Essa incerteza pode afetar a estratégia do GDN e seu planejamento de expansão no mercado argentino, um setor que já apresenta desafios significativos, como a inflação e a pressão sobre os volumes de alimentos. A falta de clareza sobre o futuro do Carrefour pode dificultar a confiança dos investidores e parceiros de negócios.
Apesar da suspensão, Bompard indicou que a empresa não descarta a possibilidade de retomar as negociações em um futuro próximo. A estratégia do Carrefour inclui uma reavaliação dinâmica de seus ativos, priorizando melhorias operacionais e geração de valor antes de considerar novas ofertas. Para 2026, a expectativa é de que a empresa busque eficiência em suas operações na Argentina, o que poderá influenciar o mercado e a competitividade local, especialmente em um cenário econômico desafiador.
Fonte: https://forbes.com.br






