
Impactos da Entrada do Google no Agentic Retail
Este artigo aborda impactos da entrada do google no agentic retail de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
O Universal Commerce Protocol (UCP)
O Universal Commerce Protocol (UCP) foi oficializado pelo Google durante a NRF 2026: Retail's Big Show, marcando um marco tecnológico no varejo global. Essa iniciativa transforma o motor de busca em uma interface de execução, encerrando a era das palavras-chave e inaugurando a 'era da intermediação por agentes de IA'. Com o UCP, a empresa busca reduzir a fricção entre o desejo e a posse, permitindo que a inteligência artificial sugira e execute transações de forma personalizada em todo o ecossistema de consumo.
Com a introdução dos agentes de IA e do protocolo UCP, o Google deixa de ser apenas um indexador de links para se tornar o executor das transações. O aumento significativo no processamento de tokens voltados para o varejo, que cresceu 11 vezes em apenas um ano, mostra que a IA agora desempenha um papel fundamental na filtragem e tomada de decisões. Cerca de 34% dos consumidores já preferem interagir com agentes de IA ao invés de realizar buscas exaustivas, indicando uma mudança no comportamento de compra.
Especialistas do setor destacam que o anúncio do Google na NRF 2026 representa a consolidação de uma tendência que vinha se desenvolvendo gradualmente. A tecnologia agora atua não apenas como auxiliar, mas como a própria interface da transação, exigindo que as marcas se adaptem a essa nova realidade. Com o UCP, o desafio para as empresas e influenciadores é convencer não apenas os consumidores, mas também os algoritmos, para se manterem relevantes e captarem a atenção do público em meio a essa transformação digital.
A Transformação do Google no Executor de Transações
Com o lançamento do Universal Commerce Protocol (UCP), o Google se transformou em um executor de transações, deixando de ser apenas um indexador de links. Essa mudança marca o início de uma nova era no comércio online, onde a inteligência artificial desempenha um papel fundamental na realização de transações. Segundo Sundar Pichai, CEO do Google, o UCP visa reduzir a fricção entre o desejo do consumidor e a ação de compra, permitindo que a IA sugira e execute transações de forma personalizada e segura.
Com essa iniciativa, o Google se consolida como a infraestrutura central do consumo global, gerando uma receita anual significativa. No Brasil, por exemplo, o impacto econômico direto das plataformas da empresa já ultrapassa os R$ 215 bilhões, evidenciando sua importância como motor de intenção de compra na economia moderna. A introdução dos agentes de IA e do protocolo UCP evidencia que o Google está se tornando o executor das transações, com um aumento significativo no processamento de tokens voltados para o varejo.
Especialistas do setor destacam que essa transformação representa o início de uma nova era, onde a tecnologia não apenas auxilia a compra, mas se torna a própria interface da transação. Para marcas e influenciadores, essa mudança impõe um desafio existencial, já que agora é necessário convencer não apenas os consumidores, mas também os algoritmos de IA. A interação via 'AI Mode' em conversas naturais está se tornando cada vez mais comum, o que demanda uma adaptação por parte das empresas para se destacarem nesse novo cenário.
O Fim da Busca e o Início do Contexto
O anúncio do Google na NRF 2026 marca o fim da busca tradicional e o início de uma era baseada no contexto. Com a introdução dos agentes de IA e do protocolo UCP, a empresa deixa de ser um simples indexador de links para se tornar o executor das transações. Esse movimento representa uma mudança fundamental na forma como os consumidores interagem com o comércio digital.
De acordo com Thiago Stelle, Head de Marketing e Insights da Unlimitail, o salto tecnológico é evidente, com o processamento de tokens voltados ao varejo tendo aumentado 11 vezes no último ano. A tecnologia não apenas auxilia a compra, mas se torna a própria interface da transação. O consumidor está abandonando as buscas por palavras-chave em favor de interações mais naturais e personalizadas por meio de agentes de IA.
Essa mudança de paradigma representa um desafio para marcas e influenciadores, que agora precisam se adaptar a essa nova realidade. A IA atua como um filtro cognitivo, reduzindo o ruído e oferecendo recomendações mais precisas e relevantes para os consumidores. O sucesso nesse novo cenário dependerá da capacidade das marcas de se posicionarem de forma eficaz dentro desses agentes de IA.
Desafios para Marcas e Influenciadores
Com a entrada do Google no Agentic Retail, marcas e influenciadores enfrentam novos desafios. Antes, o objetivo era capturar a atenção humana, mas agora é preciso conquistar o algoritmo. A mudança de paradigma coloca em destaque a importância de se posicionar de forma estratégica dentro desses agentes de IA.
Segundo Leopoldo Jereissati, CEO da agência All Set, especializada em creator economy, a inteligência artificial atua como um filtro cognitivo que reduz o ruído. Isso significa que as marcas e os influenciadores precisam encontrar maneiras de se destacar e se conectar de forma autêntica com o público, mesmo em um ambiente onde a interação é cada vez mais mediada por algoritmos.
A transição para o Agentic Retail traz consigo a necessidade de compreender e se adaptar às novas dinâmicas do mercado. As marcas que conseguirem entender e aproveitar as oportunidades oferecidas por essa transformação tecnológica terão uma vantagem competitiva significativa, enquanto aquelas que resistirem ou não acompanharem o ritmo podem ficar para trás.
A Metamorfose Técnica dos Influenciadores Digitais
A entrada do Google no Agentic Retail está gerando impactos significativos na forma como os influenciadores digitais interagem com seu público. Com a introdução dos agentes de IA e do Universal Commerce Protocol (UCP), o Google não é mais apenas um indexador de links, mas também um executor de transações. Essa mudança tecnológica está transformando a maneira como os influenciadores alcançam e se conectam com seus seguidores.
Com a ascensão dos agentes de IA, os influenciadores digitais agora precisam se adaptar a um novo cenário, onde a inteligência artificial atua como um filtro cognitivo. Antes, o foco era capturar a atenção humana no feed, mas agora é necessário conquistar a confiança e a interação dos algoritmos. Essa mudança de paradigma está desafiando marcas e influenciadores a repensarem suas estratégias de conteúdo e marketing, para se destacarem nesse novo ambiente digital.
A tendência de interação via 'AI Mode', onde os consumidores preferem conversas naturais com agentes de IA em vez de buscas exaustivas, está se consolidando. Isso significa que os influenciadores digitais precisam ajustar sua abordagem, criando conteúdo mais personalizado e relevante para se destacarem nesse novo ecossistema. A metamorfose técnica dos influenciadores digitais é um reflexo da evolução constante do mercado digital, onde a tecnologia está cada vez mais presente e influente nas interações comerciais.
Implementação Simultânea da IA no Varejo
A implementação simultânea da inteligência artificial (IA) no varejo está revolucionando a forma como as transações comerciais são realizadas. Com a entrada do Google no Agentic Retail, a companhia lançou o Universal Commerce Protocol (UCP) durante a NRF 2026, sinalizando uma mudança significativa na maneira como as compras são feitas. O UCP transforma o motor de busca em uma interface de execução, permitindo que a IA sugira e execute transações de forma personalizada e segura em todo o ecossistema.
Com essa novidade, o Google deixa de ser apenas um indexador de links para se tornar o executor de transações. Isso representa uma mudança fundamental no comportamento do consumidor, que passa a interagir cada vez mais com agentes de IA para evitar buscas exaustivas. Essa tendência de interação com a IA está se tornando cada vez mais comum, com 34% dos consumidores já preferindo essa forma de interação.
A introdução dos agentes de IA e do protocolo UCP representa uma transformação profunda no varejo, onde a tecnologia não apenas auxilia, mas se torna a interface da transação. Esse novo cenário desafia marcas e influenciadores a se adaptarem a essa nova realidade, onde é necessário convencer não apenas o consumidor humano, mas também a inteligência artificial. A IA atua agora como um filtro cognitivo que reduz o ruído e direciona as transações de forma mais eficiente e personalizada.
Fonte: https://forbes.com.br






