
Policial Militar preso por fornecer armas para criminosos no Amapá
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Prisão do policial militar Diego Andrade
O policial militar Diego Andrade foi preso em Macapá, suspeito de fornecer armas de fogo e munições para criminosos. A prisão ocorreu no bairro das Pedrinhas, na Zona Sul da cidade, durante uma ação integrada das forças de segurança, com a apreensão de duas armas.
Diego Andrade, que estava na corporação desde 2011 e lotado no 1º batalhão em Macapá, já era investigado por suspeita de desvio de armamento quando atuava em Laranjal do Jari. A Polícia Militar abriu uma investigação interna, enquanto a Polícia Civil conduz as investigações. O militar foi identificado e monitorado através de denúncias anônimas e trabalho de inteligência.
Durante a operação, realizada pela 3ª Delegacia de Polícia Fluvial com apoio da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), foram encontradas duas armas de fogo com o policial. Uma das armas estava com a numeração raspada, o que caracteriza irregularidade. O delegado responsável pelo caso, Mauro Ramos, destacou a importância das informações recebidas anonimamente para a identificação e prisão do suspeito.
Investigações sobre o caso
As investigações sobre o caso do policial militar preso por fornecer armas para criminosos no Amapá estão em andamento. De acordo com informações da Polícia Militar, o militar já era alvo de investigações por suspeitas de desvio de armamento quando atuava em outra cidade. Ele foi transferido recentemente para a capital, onde foi identificado e monitorado pelas autoridades.
A Polícia Civil está conduzindo as investigações, e segundo o delegado responsável pelo caso, Mauro Ramos, uma denúncia anônima foi fundamental para o desdobramento da operação. A denúncia apontava que um cidadão se passando por policial militar estaria oferecendo armamento para venda em grupos. A partir das informações recebidas, as características físicas do suspeito, como tatuagens e veículo utilizado, foram repassadas às equipes policiais.
Durante a prisão do policial militar, foram encontradas duas armas de fogo, sendo uma delas com a numeração raspada. Além disso, uma arma estava registrada em nome do próprio suspeito. As investigações continuam em andamento para apurar a extensão do envolvimento do militar com o fornecimento ilegal de armas para criminosos.
Apreensão de armas de fogo
Durante a operação que resultou na prisão do policial militar Diego Andrade, duas armas de fogo foram apreendidas. Uma das armas encontradas estava com a numeração raspada, o que dificulta a identificação do seu proprietário. A ação integrada das forças de segurança ocorreu no bairro das Pedrinhas, na Zona Sul de Macapá, e foi realizada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Diego Andrade, que era cabo da Polícia Militar do Amapá desde 2011, estava lotado no 1º batalhão em Macapá. O policial já estava sendo investigado por suspeita de desvio de armamento quando atuava em Laranjal do Jari. Após uma denúncia anônima, a Polícia Civil iniciou as investigações e conseguiu identificar o suspeito, monitorando seus deslocamentos.
Durante a ação policial, foi constatado que o policial militar oferecia armamento para venda em grupos, o que levou à sua prisão. Além das duas armas apreendidas, uma delas com a numeração raspada, foi encontrada uma arma registrada em nome de Diego Andrade. A investigação segue em andamento para apurar o envolvimento do policial com criminosos na comercialização ilegal de armas de fogo e munições.
Desenvolvimento da investigação
Após a prisão do policial militar Diego Andrade, suspeito de fornecer armas para criminosos, a investigação ganhou novos detalhes. De acordo com informações da Polícia Militar, o militar já era investigado por indícios de desvio de armamento quando atuava no município de Laranjal do Jari. Ele havia sido recentemente transferido para a capital e o trabalho de inteligência permitiu a identificação do suspeito e o monitoramento de seus deslocamentos.
Segundo o delegado Mauro Ramos, à frente do caso, uma denúncia anônima foi crucial para o início das investigações. A denúncia relatava que um cidadão se identificava como policial militar e estaria fornecendo armamento em grupos, oferecendo sua venda. A partir das características físicas e do veículo do suspeito, as equipes policiais puderam avançar nas investigações.
A investigação está sendo conduzida pela 3ª Delegacia de Polícia Fluvial, com o apoio das equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam). Durante a prisão do policial militar, foram encontradas duas armas de fogo, sendo uma delas com a numeração raspada, o que dificulta a identificação. Além disso, uma arma registrada em nome do suspeito também foi apreendida, reforçando as suspeitas de envolvimento do policial com atividades criminosas.
Fonte: https://g1.globo.com






