Contato de Ariane de Rothschild com Jeffrey Epstein

Este artigo aborda contato de ariane de rothschild com jeffrey epstein de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Introdução ao contato entre Ariane de Rothschild e Jeffrey Epstein

Arquivos do Departamento de Justiça dos EUA revelam que Ariane de Rothschild, chefe do banco privado suíço Edmond de Rothschild, manteve contato frequente com Jeffrey Epstein. A banqueira e o agressor sexual, que morreu em 2019, trocaram dezenas de mensagens e planejaram diversas reuniões ao longo de aproximadamente cinco anos antes da detenção do criminoso. As informações oficiais publicadas na sexta-feira (6) pelo órgão americano não apresentam evidências de conduta criminosa entre os dois, mas os registros colocam em xeque a explicação dada pelo banco no passado.

Em 2023, o Wall Street Journal citou uma declaração da empresa afirmando que os encontros ocorriam estritamente devido às atividades profissionais rotineiras de Ariane na instituição. Segundo apuração feita pela Reuters, não houve confirmação independente sobre as motivações reais desses contatos. As mensagens demonstram que a dupla agendou encontros nas propriedades de Epstein em Paris e Nova York em diferentes momentos. Os documentos indicam ainda que a chefe do banco foi convidada por ele para ficar em seu apartamento particular.

Em 19 de março de 2019, pouco tempo antes de ser preso, Epstein comunicou a de Rothschild que se encontrava em Paris. 'Você está mesmo?!! Eu também estou aqui. Quando você estaria livre?', perguntou ela em resposta. 'Faz muito, muito tempo', replicou Epstein, antes de ambos acertarem um encontro para o dia seguinte. A agência de notícias ressalta que não foi possível validar se esse encontro, ou outros sugeridos nas mensagens, de fato ocorreram conforme o planejado. A exposição dessa intimidade, até então desconhecida, coloca de Rothschild no grupo de figuras que compunham o círculo social de Epstein.

Detalhes das mensagens trocadas

Os arquivos do Departamento de Justiça dos EUA revelaram que Ariane de Rothschild, chefe do banco privado suíço Edmond de Rothschild, manteve contato frequente com Jeffrey Epstein. Os registros indicam que a banqueira e o agressor sexual trocaram dezenas de mensagens e planejaram diversas reuniões ao longo de aproximadamente cinco anos antes da detenção de Epstein.

Em uma das mensagens trocadas, datada de 19 de março de 2019, Epstein informou a de Rothschild que estava em Paris. Ela prontamente respondeu, demonstrando interesse em um encontro no dia seguinte. No entanto, não foi possível confirmar se esse encontro, ou outros sugeridos nas mensagens, de fato ocorreram conforme o planejado.

A exposição dessa intimidade entre Ariane de Rothschild e Jeffrey Epstein coloca a banqueira no grupo de figuras que compunham o círculo social do agressor. Os registros, divulgados após a pressão de vítimas e integrantes do Congresso, levantam questões sobre a natureza desses contatos e as relações entre os dois indivíduos.

Repercussões do contato revelado

A revelação do contato entre Ariane de Rothschild, chefe do banco privado suíço Edmond de Rothschild, e Jeffrey Epstein gerou repercussões significativas. Arquivos do Departamento de Justiça dos EUA mostram que os dois mantiveram contato frequente, trocando mensagens e planejando reuniões ao longo de cerca de cinco anos. Embora não haja evidências de conduta criminosa nos registros, a explicação anterior do banco de que os encontros eram estritamente profissionais foi colocada em dúvida.

De acordo com informações da Reuters, não foi possível confirmar independentemente as verdadeiras motivações por trás desses contatos. As mensagens revelam que Epstein convidou de Rothschild para ficar em seu apartamento particular e que os dois agendaram encontros em suas propriedades em Paris e Nova York. A exposição dessa intimidade anteriormente desconhecida coloca a banqueira no círculo social de Epstein, junto com outras figuras proeminentes.

Após a abertura dos documentos, motivada pela pressão de vítimas e do Congresso, um porta-voz do banco afirmou que Epstein era apenas um conhecido de negócios de de Rothschild de 2013 a 2019. A executiva condenou inequivocamente o comportamento e os crimes de Epstein. O financista enfrentou acusações de tráfico sexual, abuso e exploração de jovens e declarou inocência, mas a revelação do contato com de Rothschild lança luz sobre seu círculo social e relações comerciais.

Posicionamento do banco Edmond de Rothschild

O banco Edmond de Rothschild emitiu um comunicado em resposta às revelações de contato entre Ariane de Rothschild e Jeffrey Epstein. A instituição afirmou que Epstein era apenas um conhecido de negócios da banqueira no período de 2013 a 2019. Além disso, o banco destacou que Ariane não tinha conhecimento da conduta criminosa de Epstein e condenou veementemente seus atos.

Segundo o porta-voz do banco, as interações entre Ariane de Rothschild e Jeffrey Epstein eram relacionadas a atividades profissionais e comerciais. A empresa enfatizou que não há evidências de conduta criminosa por parte da banqueira, e que os contatos com Epstein não eram de natureza pessoal. O comunicado ressalta o repúdio do banco às ações de Epstein e reafirma o compromisso da instituição com a integridade e a ética nos negócios.

Diante das informações divulgadas pelo Departamento de Justiça dos EUA, o posicionamento do banco Edmond de Rothschild busca esclarecer que as interações entre Ariane de Rothschild e Jeffrey Epstein eram estritamente profissionais. A empresa reiterou seu compromisso com a transparência e a responsabilidade corporativa, mantendo-se firme em sua postura de repúdio a qualquer conduta criminosa ou antiética.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *