
Novo ataque dos EUA no Pacífico: mortes e sobrevivente
Este artigo aborda novo ataque dos eua no pacífico: mortes e sobrevivente de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Ataque letal contra embarcação
No último ataque realizado pelo exército dos EUA no Pacífico, uma embarcação foi alvo de um ataque letal na segunda-feira, resultando na morte de duas pessoas e deixando um sobrevivente, conforme informado pelo SOUTHCOM (Comando Sul dos EUA). Segundo o SOUTHCOM, a Força-Tarefa Conjunta Southern Spear realizou o ataque sob a direção do general Francis L. Donovan, contra uma embarcação operada por Organizações Terroristas Designadas.
Até o momento, a Operação Southern Spear já resultou na morte de pelo menos 121 pessoas em ataques a barcos suspeitos de tráfico de drogas. A administração Trump classifica os mortos como 'combatentes ilegais' e afirma ter a capacidade de realizar ataques letais sem revisão judicial, com base em informações confidenciais do Departamento de Justiça dos EUA. Este foi o terceiro ataque conhecido publicamente neste ano e o segundo a deixar um sobrevivente, sendo que um ataque anterior em janeiro teve resultados semelhantes.
Apesar da administração apresentar poucas evidências de que os mortos na Operação Southern Spear possuíam vínculos com cartéis de drogas ou estavam transportando substâncias ilícitas, a legalidade dos ataques tem sido questionada no Congresso. Advogados militares e ex-militares destacam que os ataques levantam dúvidas quanto à sua conformidade com as leis internacionais e nacionais. O escrutínio sobre a legalidade dos ataques aumentou, especialmente em relação ao primeiro ataque em setembro, que resultou na morte de membros da tripulação que haviam sobrevivido inicialmente.
Operação Southern Spear e mortes
No mais recente ataque dos EUA no Pacífico, a Operação Southern Spear resultou na morte de duas pessoas e deixou um sobrevivente. O ataque foi realizado contra um suposto barco de tráfico de drogas na segunda-feira (9), de acordo com informações do SOUTHCOM (Comando Sul dos EUA). O Comando informou que a Força-Tarefa Conjunta Southern Spear realizou um ataque cinético letal contra a embarcação, que era operada por Organizações Terroristas Designadas.
Até o momento, pelo menos 121 pessoas foram mortas em ataques a barcos suspeitos de tráfico de drogas como parte da Operação Southern Spear. A administração Trump classificou os mortos como "combatentes ilegais" e afirmou a capacidade de realizar ataques letais sem revisão judicial. No entanto, a legalidade desses ataques tem sido questionada e está sob escrutínio no Congresso. Poucas evidências foram apresentadas publicamente para comprovar a afiliação dos mortos com cartéis de drogas ou se as embarcações estavam transportando drogas.
Este foi o terceiro ataque publicamente conhecido este ano e o segundo a deixar um sobrevivente. A operação tem levantado preocupações sobre os procedimentos legais e a justificação para os ataques letais no âmbito da guerra contra o tráfico de drogas no Pacífico.
Escrutínio no Congresso
O ataque dos EUA no Pacífico, que resultou em mortes e deixou um sobrevivente, está enfrentando escrutínio no Congresso. Desde que as operações começaram em setembro, a legalidade dos ataques tem sido alvo de intensa investigação por parte dos legisladores. Há um interesse específico no primeiro ataque, que ocorreu em 2 de setembro e incluiu um ataque subsequente que resultou na morte de dois membros da tripulação que inicialmente haviam sobrevivido.
Vários advogados militares atuais e ex-militares expressaram preocupações sobre a legalidade dos ataques. Eles argumentam que os ataques não parecem estar em conformidade com as leis internacionais ou nacionais. Além disso, a administração Trump classificou os mortos como 'combatentes ilegais', mas apresentou poucas evidências de que eles estavam afiliados a cartéis de drogas ou transportavam drogas.
O Congresso está buscando mais informações sobre as operações da Operação Southern Spear e exigindo transparência da administração em relação aos critérios para os ataques. O debate sobre a legalidade dessas ações está longe de ser resolvido e continuará a ser um tema de discussão no Capitólio nos próximos meses.
Controvérsias legais dos ataques
Os ataques realizados pelo exército dos EUA contra supostos barcos de tráfico de drogas no Pacífico têm gerado controvérsias legais. Até o momento, pelo menos 121 pessoas foram mortas como parte da Operação Southern Spear, uma campanha que visa reduzir o tráfico de narcóticos. No entanto, a administração classificou os mortos como "combatentes ilegais" sem apresentar evidências de afiliação com cartéis de drogas ou de que as embarcações estavam transportando drogas.
Além disso, a capacidade do governo dos EUA de realizar ataques letais sem revisão judicial tem sido questionada. A administração afirmou que essa capacidade foi baseada em uma descoberta confidencial do Departamento de Justiça dos EUA. Os ataques têm sido alvo de escrutínio no Congresso, com especial interesse no primeiro ataque em setembro, que resultou na morte de dois membros da tripulação que inicialmente haviam sobrevivido.
Advogados militares atuais e ex-militares expressaram preocupações sobre a legalidade dos ataques. A falta de evidências públicas que justifiquem as ações e a ausência de um processo de revisão judicial levantam questões sobre a conformidade das operações com a lei internacional. As controvérsias em torno dos ataques no Pacífico destacam a necessidade de transparência e prestação de contas na condução de operações militares.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br






