INPC de janeiro: alta de 0,39% e acumulado de 4,3% em 12 meses

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Resultado do INPC em janeiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrou uma alta de 0,39% em janeiro, em comparação com o índice de 0,21% registrado no mês anterior. Com esse resultado, o indicador acumula uma variação de 4,3% nos últimos 12 meses, ultrapassando o acumulado até dezembro, que era de 3,9%.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (10) no Rio de Janeiro. Essa variação do INPC é relevante pois o índice reflete o custo de vida das famílias que recebem de um a cinco salários mínimos, sendo um indicador importante para a correção do poder de compra dos salários.

É importante ressaltar que o INPC é diferente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é conhecido como inflação oficial e mede a variação de preços de uma cesta de consumo das famílias com renda até 40 salários mínimos. No caso do IPCA, a variação em janeiro foi de 0,33%, acumulando 4,44% em 12 meses. O IBGE atribui pesos diferentes aos grupos de preços pesquisados para cada índice, refletindo as particularidades de consumo das diferentes faixas de renda.

Diferenças entre INPC e IPCA

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) são dois importantes indicadores de inflação no Brasil, porém, com algumas diferenças essenciais. Enquanto o INPC mede a variação de preços para famílias com renda de um a cinco salários mínimos, o IPCA representa a inflação oficial do país, considerando uma cesta de consumo de famílias com renda até 40 salários mínimos.

Uma das principais divergências entre os dois índices está na composição da cesta de produtos analisada. No INPC, os alimentos têm um peso maior, cerca de 25% do índice, em comparação com o IPCA, que atribui aproximadamente 21% para essa categoria. Isso ocorre porque as famílias de menor renda gastam uma proporção maior de seu orçamento com alimentação.

Além disso, o INPC e o IPCA também diferem na abrangência geográfica da pesquisa de preços. Enquanto o INPC é coletado em dez regiões metropolitanas do país, o IPCA é mais abrangente, incluindo uma cesta de consumo em todo o Brasil. Essas distinções são fundamentais para compreender as variações de preços e a inflação que impactam diretamente a vida dos brasileiros.

Pesquisa e regiões abrangidas

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) é calculado mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mede a variação dos preços para famílias com renda de um a cinco salários mínimos. Em janeiro, o índice registrou uma alta de 0,39%, superando o resultado de dezembro. No acumulado dos últimos 12 meses, o INPC apresenta uma variação de 4,3%, acima do índice anterior.

A pesquisa do INPC é realizada em diversas regiões metropolitanas do país, incluindo Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Além disso, também são consideradas as cidades de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. Essa ampla abrangência geográfica permite uma análise mais abrangente da variação de preços e seu impacto na vida dos brasileiros.

O INPC tem grande relevância na economia brasileira, pois o acumulado em 12 meses é utilizado como referência para o reajuste de diversos benefícios, como o salário mínimo, o seguro-desemprego e o teto do INSS. A correção do poder de compra dos salários é um dos principais objetivos do cálculo do índice, que reflete diretamente na vida de milhões de trabalhadores no país.

Impacto do INPC na vida dos brasileiros

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) é um indicador fundamental na vida dos brasileiros, especialmente para as famílias que recebem de um a cinco salários mínimos. Com a alta de 0,39% em janeiro e o acumulado de 4,3% nos últimos 12 meses, o INPC influencia diretamente o poder de compra dessas famílias.

O reajuste de salários e benefícios como o salário mínimo, o seguro-desemprego e o teto do INSS são calculados com base no resultado do INPC acumulado. Isso significa que as variações nos preços dos produtos e serviços impactam diretamente a vida financeira de milhares de brasileiros, que dependem desses reajustes para manter o poder de compra ao longo do ano.

Além disso, o INPC tem pesos diferenciados em relação ao IPCA, índice que mede a inflação oficial. Os alimentos representam cerca de 25% do INPC, refletindo o maior gasto das famílias de menor renda nesse tipo de despesa. Essa diferenciação na composição do índice é essencial para garantir que a correção do poder de compra dos salários seja mais precisa e justa para diferentes faixas de renda.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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