
Bolsa de Valores de São Paulo: recorde de 190 mil pontos e queda do
Este artigo aborda bolsa de valores de são paulo: recorde de 190 mil pontos e queda do de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Recorde da Bolsa de Valores
A Bolsa de Valores de São Paulo atingiu mais um recorde, com o índice Ibovespa chegando próximo aos 190 mil pontos. Nesta quarta-feira (11), o Ibovespa encerrou o dia em 189.699 pontos, registrando uma alta de 2,03%. Durante a sessão, o índice chegou a ultrapassar a marca histórica de 190 mil pontos diversas vezes, porém, houve uma desaceleração nos minutos finais de negociação.
O mercado financeiro brasileiro tem sido impulsionado pela entrada de capitais estrangeiros, o que tem contribuído para o bom desempenho da bolsa. Em 2026, a bolsa brasileira acumula uma valorização de 17,52%, refletindo o interesse dos investidores estrangeiros nas ações do Ibovespa.
Além do recorde da bolsa, a queda do dólar também foi destaque no cenário econômico. Com a entrada de capital estrangeiro, a moeda norte-americana registrou o menor valor em 21 meses, sendo vendida a R$ 5,187. Essa valorização do real frente ao dólar também é resultado do fluxo de recursos dos Estados Unidos para países emergentes, incluindo o Brasil.
Desempenho do Ibovespa
O desempenho do Ibovespa foi destaque mais uma vez, com a Bolsa de Valores de São Paulo alcançando um recorde histórico de quase 190 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia com uma alta de 2,03%, chegando aos 189.699 pontos. Durante a sessão, o indicador chegou a ultrapassar os 190 mil pontos várias vezes, mas acabou desacelerando nos momentos finais das negociações.
No acumulado do ano, a bolsa brasileira já registra uma valorização de 17,52%, impulsionada principalmente pela entrada de capitais estrangeiros. As ações principais do Ibovespa tiveram um desempenho positivo nesta quarta-feira, refletindo o otimismo dos investidores com o mercado financeiro brasileiro.
A valorização do real frente ao dólar também contribuiu para o cenário positivo, com a moeda norte-americana atingindo o menor valor em 21 meses, sendo vendida a R$ 5,187 no fechamento do dia. A queda do dólar foi impulsionada pelo fluxo de capitais externos para países emergentes, incluindo o Brasil. Além disso, a economia dos Estados Unidos criou mais empregos do que o esperado, o que inicialmente fez a moeda subir, mas a tendência de fuga de recursos para outros mercados pressionou o dólar para baixo.
Dólar em queda
Com a entrada de capital estrangeiro, o dólar teve pequena queda e atingiu o menor valor em 21 meses. A moeda estadunidense fechou o dia vendida a R$ 5,187, com queda de R$ 0,009 (-0,18%).
A cotação chegou a ultrapassar os R$ 5,20 nos primeiros minutos de negociação, mas aproveitou o fluxo de capitais externos para países emergentes e passou a cair.
A moeda estrangeira está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. Em 2026, a divisa acumula queda de 5,5%.
No início das negociações, a notícia de que a economia dos Estados Unidos criou 130 mil empregos em janeiro fez o dólar subir em todo o planeta.
O número representa quase o dobro da projeção de 70 mil empregos criados, o que reduz as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) cortar os juros da maior economia do planeta.
No entanto, a fuga de recursos dos Estados Unidos a países emergentes continuou, pressionando novamente o dólar para baixo. Além do real, valorizaram-se nesta quarta-feira o peso mexicano, o peso chileno e o peso colombiano.
Impacto dos capitais estrangeiros
A entrada de capitais estrangeiros teve um impacto significativo no recorde alcançado pela Bolsa de Valores de São Paulo, que chegou a 190 mil pontos. Com a injeção desses recursos no mercado financeiro brasileiro, as ações principais do Ibovespa tiveram uma valorização expressiva, impulsionando o índice a patamares nunca antes atingidos.
Além disso, a entrada de capital estrangeiro também teve reflexos no mercado cambial, com o dólar registrando uma pequena queda e atingindo o menor valor em 21 meses. Essa movimentação foi impulsionada pelo fluxo de capitais externos para países emergentes, incluindo o Brasil, o que contribuiu para a desvalorização da moeda americana em relação ao real.
Essa tendência de queda do dólar também foi observada em outros países da América Latina, como México, Chile e Colômbia, que também tiveram suas moedas valorizadas frente ao dólar. A fuga de recursos dos Estados Unidos para economias emergentes, como a brasileira, foi um dos fatores que influenciaram nesse movimento de valorização das moedas locais.
Cenário econômico dos Estados Unidos
O cenário econômico dos Estados Unidos teve um impacto significativo no mercado financeiro global. No último dia de negociações, a economia norte-americana surpreendeu ao criar 130 mil novos empregos em janeiro, quase o dobro da projeção inicial de 70 mil. Esses dados levaram a uma valorização do dólar em todo o mundo, inicialmente.
No entanto, a tendência mudou com a entrada de capital estrangeiro em países emergentes, incluindo o Brasil. Isso fez com que o dólar dos EUA caísse para o menor valor em 21 meses, sendo vendido a R$ 5,187. Essa queda foi impulsionada pelo fluxo de capitais externos e pela redução das chances de o Federal Reserve cortar os juros, o que acabou pressionando a moeda para baixo.
Valorização de moedas de países emergentes
A valorização das moedas de países emergentes foi um dos fatores que contribuíram para a euforia no mercado financeiro nesta quarta-feira. Com a entrada de capitais estrangeiros, o dólar teve uma pequena queda e atingiu o menor valor em 21 meses, fechando o dia vendido a R$ 5,187, com uma queda de R$ 0,009 (-0,18%). Essa movimentação foi impulsionada pelo fluxo de capitais externos para países emergentes, incluindo o Brasil.
Além do real, outras moedas de países emergentes também se valorizaram. O peso mexicano, o peso chileno e o peso colombiano foram algumas das moedas que registraram valorização em relação ao dólar. Essa valorização das moedas dos países emergentes está relacionada à fuga de recursos dos Estados Unidos, que continuou a pressionar o dólar para baixo. Mesmo com a notícia de que a economia dos Estados Unidos criou mais empregos do que o esperado, a tendência de entrada de capitais estrangeiros nos países emergentes se manteve, contribuindo para a valorização das moedas dessas nações.






