Violações no Grok: MPF, ANPD e Senacon exigem providências

Este artigo aborda violações no grok: mpf, anpd e senacon exigem providências de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Avaliação das respostas da plataforma X

A plataforma X teve suas respostas avaliadas pelo Ministério Público Federal (MPF), Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), que concluíram pela insuficiência das providências informadas pela empresa em relação ao Grok, sua ferramenta de inteligência artificial. As entidades destacaram a geração e circulação de imagens de pessoas em contexto de sexualização, de forma não autorizada.

Após recomendações emitidas no mês passado, a empresa afirmou ter removido milhares de publicações e suspendido centenas de contas por violação às suas políticas. No entanto, a avaliação das instituições apontou a falta de evidências concretas e relatórios técnicos que comprovassem a efetividade das medidas adotadas. Testes preliminares indicaram a persistência das falhas, com a continuidade da geração de conteúdos inadequados.

Em nova manifestação, as entidades determinaram que a plataforma implemente medidas imediatas para impedir a produção de conteúdo sexualizado. Além disso, exigiram informações detalhadas sobre as providências adotadas e ordenaram o envio de relatórios mensais. A ANPD, o MPF e a Senacon atuam de forma coordenada na apuração dos fatos, com procedimentos administrativos em andamento.

Medidas recomendadas e insuficiência de ações

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Determinações recentes das entidades

Recentemente, o Ministério Público Federal (MPF), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) exigiram providências da plataforma X em relação ao uso indevido da ferramenta de inteligência artificial Grok. Após avaliação das respostas da empresa, as entidades consideraram insuficientes as medidas informadas para combater a geração e circulação de imagens de pessoas em contexto de sexualização sem autorização.

No mês passado, as entidades emitiram recomendações à plataforma X, incluindo a adoção de procedimentos técnicos e operacionais para identificar, revisar e remover conteúdos inapropriados gerados pelo Grok. A resposta da empresa afirmou a remoção de milhares de publicações e a suspensão de contas, mas não apresentou evidências concretas de efetividade.

Em nova manifestação, MPF, ANPD e Senacon determinaram a implementação imediata de medidas para evitar a produção de conteúdo sexualizado pelo Grok sem consentimento. Além disso, solicitaram relatórios mensais sobre as ações da empresa nesse sentido. Cada entidade tem um procedimento administrativo em andamento contra a plataforma, com exigências específicas para garantir a segurança e integridade dos usuários.

Consequências para o X em caso de descumprimento

Informações relevantes sobre Consequências para o X em caso de descumprimento.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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