
Operação policial desarticula quadrilha de sequestro de motoristas de aplicativo
Este artigo aborda operação policial desarticula quadrilha de sequestro de motoristas de aplicativo de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Prisão dos suspeitos em Itaquaquecetuba
Na cidade de Itaquaquecetuba, a Polícia Civil realizou uma operação que resultou na prisão de dois suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em sequestrar motoristas de aplicativo. Além das prisões, foram cumpridos também dez mandados de busca e apreensão. Segundo o delegado Luis Romani, os suspeitos agiam solicitando corridas por aplicativo e, ao chegarem ao local de embarque, rendiam os motoristas e os levavam para um cativeiro. Lá, as vítimas eram coagidas a fazer transferências via Pix sob ameaça de arma de fogo, além de terem seus pertences subtraídos, como celulares, dinheiro e até mesmo o veículo.
De acordo com as investigações, até o momento foram identificados dez suspeitos, sendo três adultos e sete adolescentes. Três mandados de prisão temporária e cinco de internação provisória foram expedidos. A polícia acredita que o grupo possa ter cometido mais crimes, pois pelo menos três vítimas já registraram boletim de ocorrência na delegacia da cidade. O delegado Romani ressaltou que outros menores já estão internados por roubo e alguns suspeitos estão foragidos, sendo que novas prisões estão previstas para acontecer em breve.
Durante a operação, foram apreendidos celulares que estavam com os suspeitos, e a polícia também investigou as redes sociais dos integrantes da quadrilha. O delegado afirmou que as informações obtidas serão fundamentais para novas prisões. Ele ressaltou que esse tipo de crime de sequestro com extorsão se tornou mais comum com a implementação do Pix, destacando que a vítima acaba sendo obrigada a realizar o pagamento ela mesma, diferentemente do que acontecia em casos anteriores de sequestro.
Modus operandi da quadrilha
A quadrilha especializada em sequestro de motoristas de aplicativo tinha um modus operandi bem definido. Os criminosos solicitavam uma corrida por meio do aplicativo e aguardavam a chegada do motorista no local combinado. Assim que a vítima chegava, era rendida e levada para um cativeiro. Lá, sob ameaça de um revólver, o motorista era obrigado a fazer transferências financeiras via Pix.
Além das transferências, os criminosos também subtraíam pertences da vítima, como celular, dinheiro e até mesmo o veículo. O delegado responsável pelo caso explicou que a quadrilha agia de forma violenta e intimidadora, visando não apenas o lucro com as transferências, mas também o roubo dos bens das vítimas.
A polícia identificou até o momento dez suspeitos envolvidos no esquema, sendo três adultos e sete adolescentes. Diversos mandados de prisão temporária e internação provisória foram expedidos. A investigação aponta que o grupo pode ter cometido mais crimes semelhantes, e a polícia continua trabalhando para capturar os demais envolvidos e garantir a segurança dos motoristas de aplicativo na região.
Investigação e prisões
A investigação que resultou na desarticulação da quadrilha de sequestro de motoristas de aplicativo em Itaquaquecetuba foi conduzida pela Polícia Civil. Durante a operação, dois homens suspeitos foram presos e também foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão. O delegado Luis Romani explicou que os suspeitos agiam solicitando corridas por aplicativo e, ao chegarem ao local de embarque, rendiam os motoristas e os levavam para um cativeiro, onde eram coagidos a realizar transferências via Pix.
Segundo o delegado, até o momento foram identificados dez suspeitos, sendo três adultos e sete adolescentes. Três mandados de prisão temporária e cinco de internação provisória foram expedidos. Além disso, a polícia suspeita que o grupo tenha cometido mais crimes, já que pelo menos três vítimas registraram boletim de ocorrência na delegacia da cidade. A investigação também resultou na apreensão de celulares que estavam com os suspeitos, e a polícia está analisando as redes sociais dos integrantes da quadrilha em busca de mais informações.
O delegado ressaltou que esse tipo de crime se tornou mais comum com a criação do Pix, a partir de 2020. Anteriormente, um terceiro pagava o resgate em casos de sequestro, mas agora as vítimas são forçadas a realizar transferências. A polícia continua as investigações e espera efetuar novas prisões em breve, com base nas informações obtidas durante a operação.
Impacto do Pix nos crimes de sequestro
O impacto do Pix nos crimes de sequestro tem sido significativo, conforme apontado pela recente operação policial que desarticulou uma quadrilha especializada nesse tipo de crime. Segundo o delegado Luis Romani, os suspeitos utilizavam o Pix como forma de extorsão durante os sequestros de motoristas de aplicativo. Anteriormente, em casos de sequestro, um terceiro costumava pagar o resgate, mas com a chegada do Pix, a própria vítima é forçada a realizar transferências financeiras como forma de pagamento para os criminosos.
Essa mudança na dinâmica dos crimes de sequestro trouxe uma nova complexidade para as investigações policiais, uma vez que a rastreabilidade das transferências via Pix pode ser mais difícil de ser identificada em comparação com os métodos de pagamento anteriores. Além disso, a agilidade e praticidade do Pix tornaram as extorsões mais rápidas e eficazes para os criminosos, o que tem contribuído para o aumento desse tipo de crime.
A operação policial em Itaquaquecetuba evidenciou a necessidade de um maior monitoramento e controle das transações financeiras realizadas por meio do Pix, a fim de coibir a atuação de quadrilhas especializadas em sequestros. As autoridades policiais alertam para a importância de medidas de segurança e precaução por parte dos usuários do Pix, especialmente em situações de risco, como corridas de aplicativo, visando a prevenção de crimes e a proteção da integridade física e patrimonial das vítimas.
Fonte: https://g1.globo.com






