
Linha do tempo da briga que resultou na morte de adolescente no DF
Este artigo aborda linha do tempo da briga que resultou na morte de adolescente no df de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Noite de 22 de janeiro
Na noite de 22 de janeiro, segundo o Ministério Público, Pedro Turra e um amigo estavam em uma academia. Por volta das 23h40, o ex-piloto enviou mensagens para a namorada informando que iria para um endereço em Vicente Pires com o amigo. Nesse endereço, estava acontecendo uma festa de aniversário onde pessoas que queriam agredir o amigo de Pedro estavam presentes. O piloto, então, disse à namorada que iria ao local para confrontar a ameaça, afirmando 'vamos pegar eles', e a apressou para também irem à festa. Essa atitude, de acordo com o MP, evidencia a intenção de iniciar uma briga por parte de Pedro Turra.
Durante as investigações, levantou-se a hipótese de que Pedro foi até a festa com o objetivo de que seu amigo falasse com uma ex-namorada e/ou para resolver questões pendentes com Rodrigo Castanheira, com quem tinha um histórico de desavenças.
Na madrugada de 23 de janeiro, Pedro Turra e seus amigos permaneceram nas áreas comuns do condomínio onde a festa ocorria. Após uma reclamação sobre o barulho, os convidados saíram para a rua. Em meio a uma discussão, Pedro cuspiu em Rodrigo Castanheira, desencadeando uma série de agressões físicas por parte do ex-piloto contra o adolescente. Rodrigo foi levado ao hospital com traumatismo cranioencefálico grave e entrou em coma induzido, enquanto Pedro Turra foi preso e prestou depoimento afirmando que sua intenção não era machucar, mas sim apartar.
Madrugada de 23 de janeiro
Na madrugada de 23 de janeiro, o ex-piloto Pedro Turra, acompanhado de amigos, permaneceu nas áreas comuns do condomínio onde ocorria uma festa de aniversário em Vicente Pires. Após uma reclamação sobre o barulho da festa, os convidados foram para a rua, em frente ao condomínio. Foi nesse momento que Pedro Turra teve uma discussão com Rodrigo Castanheira, resultando em uma briga que culminou na agressão fatal.
Testemunhas relataram que Pedro cuspiu em Rodrigo durante a discussão, o que teria sido o motivo imediato da agressão. Em seguida, o ex-piloto desceu do carro e desferiu vários socos no rosto e na cabeça do adolescente. Após a agressão, Pedro Turra e seus amigos deixaram o local, enquanto Rodrigo Castanheira foi levado ao hospital no mesmo dia, com um quadro grave de traumatismo cranioencefálico.
A briga por chiclete, como ficou conhecida, resultou na morte de Rodrigo Castanheira, que ficou 16 dias em coma induzido antes de falecer. Pedro Turra foi preso no dia da agressão e posteriormente denunciado pelo Ministério Público por homicídio doloso qualificado por motivo fútil. O ex-piloto permanece sob prisão preventiva no Complexo Penitenciário da Papuda desde o início de fevereiro.
24 de janeiro
Informações relevantes sobre 24 de janeiro.
30 de janeiro
Informações relevantes sobre 30 de janeiro.
2 de fevereiro
Informações relevantes sobre 2 de fevereiro.
7 de fevereiro
No dia 7 de fevereiro, o adolescente Rodrigo Castanheira completou 16 dias em coma induzido, em estado gravíssimo, após ser agredido pelo ex-piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, em Vicente Pires. A briga que resultou na morte do adolescente teve início na madrugada de 23 de janeiro, quando Pedro Turra, acompanhado de amigos, estava em áreas comuns de um condomínio onde acontecia uma festa.
Durante a madrugada, houve uma discussão entre Pedro e Rodrigo Castanheira, que culminou com Pedro cuspindo no rosto do adolescente. Indignado, Rodrigo reagiu verbalmente, o que teria sido o motivo imediato da agressão. Pedro desceu do carro em que estava e desferiu vários socos contra o rosto e cabeça de Rodrigo. Após a agressão, Pedro e seus amigos deixaram o local, enquanto Rodrigo foi levado ao hospital com traumatismo cranioencefálico grave, entrando em coma induzido.
No dia seguinte, 24 de janeiro, Pedro Turra foi preso e prestou depoimento, alegando que sua intenção não era machucar, mas sim apartar. A partir desse momento, iniciaram-se as investigações e desdobramentos judiciais que culminaram na denúncia de homicídio doloso qualificado por motivo fútil contra Pedro Turra, que desde 2 de fevereiro cumpre prisão preventiva no Complexo Penitenciário da Papuda.
Fonte: https://g1.globo.com






