Dólar em alta: impactos da turbulência internacional

Este artigo aborda dólar em alta: impactos da turbulência internacional de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Movimentações do dólar no mercado

As movimentações do dólar no mercado foram intensas, com a moeda norte-americana ultrapassando a marca de R$ 5,20 em um dia de turbulência internacional e ajustes pré-carnaval. O dólar comercial encerrou a sexta-feira vendido a R$ 5,229, com uma alta de R$ 0,029 (+0,57%). Durante quase toda a sessão, a cotação esteve em alta, chegando a atingir R$ 5,25 por volta das 12h, mas desacelerou durante a tarde com a redução das tensões no mercado dos Estados Unidos.

Apesar da alta durante os últimos dois dias, o dólar acumula uma subida de apenas 0,18% na semana, mantendo uma queda de 4,72% no ano. Os investidores aproveitaram as quedas recentes da moeda para comprarem dólares mais baratos e realizarem lucros na bolsa, que também teve um dia de ajustes. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.464 pontos, com uma queda de 0,69%, sendo influenciado pela alta na cotação do petróleo e pela melhoria nas bolsas dos EUA.

Desempenho da bolsa de valores

O desempenho da bolsa de valores foi impactado pela turbulência internacional e ajustes pré-carnaval. No segundo dia consecutivo de queda, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.464 pontos, com uma queda de 0,69%. Durante a sessão, o indicador chegou a cair 1,99% às 12h20, mas recuperou-se parcialmente à tarde.

A alta na cotação do petróleo influenciou as ações de petroleiras, ajudando na recuperação parcial do Ibovespa. Além disso, a melhoria nas bolsas dos Estados Unidos também teve impacto positivo no mercado de ações brasileiro, mesmo diante da divulgação de que a inflação ao consumidor nos EUA ficou em 0,2% em fevereiro.

Os investidores aproveitaram as quedas recentes do dólar para comprar moeda barata e a sequência de recordes na bolsa para vender papéis e embolsar os lucros. As preocupações com uma possível bolha no setor de inteligência artificial também contribuíram para influenciar negativamente o mercado financeiro, com o índice Nasdaq das empresas de tecnologia caindo 0,22%.

Influência de fatores externos

A influência de fatores externos tem sido determinante para a turbulência recente no mercado financeiro. A valorização do dólar em relação ao real é reflexo de diversos acontecimentos internacionais que impactam diretamente a economia brasileira. Entre os principais fatores externos que têm contribuído para a alta da moeda norte-americana estão a instabilidade política e econômica em diversos países, como a guerra comercial entre Estados Unidos e China, a crise na Venezuela, além das incertezas em relação ao Brexit e a tensão geopolítica no Oriente Médio.

Além disso, a política monetária dos principais bancos centrais do mundo, como o Federal Reserve dos Estados Unidos e o Banco Central Europeu, também influencia diretamente a cotação do dólar. Decisões sobre cortes ou aumentos nas taxas de juros dessas instituições podem gerar movimentos bruscos no mercado cambial, afetando não apenas o real, mas todas as moedas ao redor do mundo. Outro fator importante é o comportamento dos investidores estrangeiros, que buscam ativos considerados mais seguros em momentos de instabilidade global, o que pode levar a uma maior demanda pela moeda americana.

Diante desse cenário complexo e volátil, é essencial que os agentes econômicos estejam atentos às movimentações do mercado internacional e às notícias que possam impactar as cotações cambiais. A compreensão dos fatores externos que influenciam o dólar é fundamental para a tomada de decisões estratégicas e para a proteção dos investimentos em um contexto de turbulência e incertezas globais.

Preocupações no mercado financeiro

A turbulência no mercado financeiro internacional tem gerado preocupações entre os investidores. O dólar voltou a superar a barreira de R$ 5,20, com o dólar comercial encerrando a sexta-feira vendido a R$ 5,229, uma alta de R$ 0,029 (+0,57%). Esse movimento de alta foi impulsionado por ajustes pré-carnaval e pela instabilidade no mercado externo.

Além disso, a bolsa de valores recuou pelo segundo dia consecutivo, com os investidores realizando vendas de ações para embolsarem ganhos recentes. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.464 pontos, com uma queda de 0,69%. Mesmo com a recuperação parcial durante a tarde, influenciada pela alta na cotação do petróleo e melhoria nas bolsas dos Estados Unidos, as preocupações persistem.

A divulgação de que a inflação ao consumidor nos Estados Unidos ficou em 0,2% em fevereiro não foi suficiente para melhorar o humor dos investidores. Além disso, a criação de empregos acima do previsto na economia americana reduz as chances de o Federal Reserve cortar os juros nos próximos meses. Com as preocupações sobre uma possível bolha no setor de inteligência artificial, o mercado financeiro segue influenciado negativamente, tanto no cenário internacional quanto doméstico.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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