Desaparecidos em naufrágio no Amazonas: atualizações e detalhes do acidente

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Resumo do naufrágio e número de desaparecidos

O naufrágio da lancha Lima de Abreu XV, que ocorreu no Encontro das Águas, em Manaus, no dia 13 de outubro, resultou em uma tragédia que abalou a comunidade local. Inicialmente, sete pessoas foram reportadas como desaparecidas, mas esse número foi reduzido para cinco após a confirmação da morte do músico Fernando Grandêz, de 39 anos. O acidente, que aconteceu por volta das 12h30, deixou ao todo três vítimas fatais, incluindo uma criança e uma jovem de 22 anos. As informações foram atualizadas na noite de segunda-feira, 16, pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM).

As operações de busca pelos desaparecidos foram suspensas na mesma noite em que a atualização foi divulgada, com a previsão de retomada para a manhã do dia seguinte. As equipes de resgate já realizaram uma varredura em mais de 120 quilômetros rio abaixo, mas as buscas são consideradas complexas devido às fortes correntes e à profundidade da área, que chega a 50 metros. O comandante-geral do CBMAM, coronel Muniz, destacou os desafios que as condições hidrodinâmicas do Encontro das Águas impõem às operações, complicando a localização das vítimas.

Até o momento, 71 pessoas foram resgatadas com vida, mas os esforços para encontrar os cinco desaparecidos continuam. A força-tarefa de busca envolve mergulhadores, drones, um helicóptero e três sonares, além da colaboração de equipes de outras cidades, como Itacoatiara e Parintins. O Grupamento de Bombeiros Marítimo do Estado de São Paulo também enviou reforços, incluindo seis militares, para auxiliar nas operações. A expectativa é que, com a continuidade das buscas e a utilização de tecnologia avançada, seja possível localizar as vítimas ainda desaparecidas.

Detalhes da operação de busca e resgate

As operações de busca e resgate dos desaparecidos no naufrágio da lancha Lima de Abreu XV, ocorrido no Encontro das Águas, em Manaus, entraram no quarto dia com uma nova atualização preocupante. O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) confirmou a redução do número de desaparecidos de sete para cinco, após a confirmação da morte de uma das vítimas. As buscas, que foram suspensas na noite de segunda-feira (16), devem ser retomadas na manhã desta terça-feira (17), com um esforço extramente coordenado e complexo devido às condições adversas da região.

A área de busca já ultrapassa 120 quilômetros rio abaixo, o que torna a operação ainda mais desafiadora. As equipes de resgate enfrentam fortes correntes e mudanças nas direções das águas dos rios Negro e Solimões, que complicam a localização das vítimas. Segundo o coronel Muniz, comandante-geral do CBMAM, as variáveis hidrodinâmicas, como a diferença de densidade e a profundidade do local, são fatores que dificultam as operações. A embarcação naufragada foi encontrada a cerca de 50 metros de profundidade, o que aumenta a complexidade e os riscos para os mergulhadores envolvidos na missão.

A força-tarefa conta com uma variedade de recursos, incluindo mergulhadores, embarcações, drones, um helicóptero e três sonares, que estão sendo utilizados para maximizar a eficiência da busca. Além da equipe local, o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) de São Paulo enviou seis militares para reforçar os esforços. A colaboração entre as equipes de Itacoatiara e Parintins é essencial, já que há a possibilidade de que as vítimas tenham sido levadas para áreas mais distantes do acidente.

Desafios enfrentados nas buscas no Encontro das Águas

As buscas pelos desaparecidos no naufrágio da lancha no Encontro das Águas enfrentam uma série de desafios significativos, que dificultam a localização das vítimas. A complexidade da operação é acentuada pela força das correntes e pelas mudanças de direção provocadas pela confluência dos rios Negro e Solimões. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, coronel Muniz, destacou que esses fatores hidrodinâmicos são determinantes para as dificuldades nas operações, uma vez que a força da correnteza, especialmente do Rio Solimões, pode arrastar pessoas e objetos para longe do local do acidente.

Além das condições hidrológicas adversas, a profundidade do local do naufrágio, que chega a 50 metros, representa um obstáculo adicional. A operação de busca é realizada com uma força-tarefa que inclui mergulhadores, embarcações e drones, além do suporte de um helicóptero e três sonares. As equipes são provenientes de diferentes localidades, incluindo Itacoatiara e Parintins, ampliando a área de busca, pois há a possibilidade de que as vítimas tenham sido levadas para regiões mais distantes devido às correntes.

As buscas foram suspensas temporariamente na noite de segunda-feira (16) e devem ser retomadas na manhã desta terça-feira (17). A atualização do número de desaparecidos, que passou de sete para cinco, foi uma importante notícia, mas a situação continua crítica e requer a mobilização de todos os recursos disponíveis. O Grupamento de Bombeiros Marítimo do Estado de São Paulo enviou reforços para apoiar as operações, evidenciando a gravidade do acidente e a necessidade urgente de localizar as vítimas.

Circunstâncias do acidente e depoimentos de sobreviventes

O naufrágio da lancha Lima de Abreu XV, ocorrido no Encontro das Águas em Manaus na sexta-feira (13), foi desencadeado por uma combinação de fatores climáticos e operacionais. De acordo com o piloto, ventos fortes e ondas que invadiram a embarcação contribuíram para a perda de controle. Em depoimentos de sobreviventes, muitos relataram momentos de pânico, com passageiros se agarrando a botes salva-vidas enquanto esperavam por socorro. As imagens capturadas por testemunhas mostram a cena caótica, com várias pessoas na água, incluindo crianças, clamando por ajuda em meio à turbulência das águas.

A situação se complicou ainda mais devido às características hidrodinâmicas da região. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, coronel Muniz, explicou que as correntes dos rios Negro e Solimões dificultam as operações de busca, tornando a localização de desaparecidos um desafio significativo. As buscas, que já ultrapassam 120 quilômetros rio abaixo, foram suspensas na noite de segunda-feira (16) e devem ser retomadas no dia seguinte, destacando a urgência e a complexidade do resgate em um ambiente tão hostil.

Testemunhas também relataram que o excesso de passageiros a bordo, além da aglomeração na proa da lancha, foi um fator que contribuiu para o naufrágio. A empresa responsável, Lima de Abreu Navegações, enfrenta críticas sobre a segurança da embarcação e as condições em que operava. A tragédia resultou na morte de três pessoas e deixou cinco desaparecidos, enquanto 71 foram resgatadas com vida, evidenciando a gravidade do acidente e a necessidade de uma investigação minuciosa.

Consequências legais para o comandante da lancha

As consequências legais para o comandante da lancha envolvida no naufrágio no Amazonas podem ser severas, dependendo da análise das circunstâncias que levaram ao acidente. Inicialmente, ele pode ser responsabilizado por negligência, imprudência ou até mesmo dolo, caso se comprove que agiu de forma irresponsável ao conduzir a embarcação em condições adversas. O Código Penal Brasileiro prevê penas que variam de detenção a reclusão, especialmente se houver comprovação de que a conduta do comandante contribuiu diretamente para a morte de passageiros ou para o desaparecimento de pessoas.

Além das possíveis sanções penais, o comandante pode enfrentar processos administrativos que podem resultar na suspensão ou cassação de sua habilitação para pilotar embarcações. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e a Capitania dos Portos têm o poder de investigar o acidente e aplicar sanções administrativas, considerando o cumprimento das normas de segurança marítima. A análise dos registros de navegação e o depoimento de sobreviventes serão cruciais para determinar a responsabilidade do comandante.

Outro aspecto relevante são as implicações civis. As famílias das vítimas podem entrar com ações judiciais contra o comandante e a empresa responsável pela lancha, buscando reparação por danos morais e materiais. A responsabilidade civil pode ser solidária, ou seja, tanto o comandante quanto a empresa podem ser considerados responsáveis pelos prejuízos causados. Dessa forma, o caso do naufrágio não apenas impacta diretamente a vida das vítimas e seus familiares, mas também pode resultar em consequências duradouras para o comandante da lancha.

Fonte: https://g1.globo.com

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