
Atendimentos por calor aumentam no carnaval do Rio
Este artigo aborda atendimentos por calor aumentam no carnaval do rio de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Sintomas relacionados ao calor
Nos dias de carnaval, as altas temperaturas levaram um número significativo de foliões a procurar atendimento médico, com um aumento alarmante nos casos de sintomas relacionados ao calor. A cada hora, cinco pacientes chegavam às unidades de Pronto Atendimento (UPA) da rede estadual de saúde do Rio de Janeiro, apresentando queixas como dor de cabeça, tontura e náuseas. Esses sintomas são indicativos do estresse térmico, que pode evoluir para situações mais graves se não tratado adequadamente.
Além das queixas iniciais, outros sinais preocupantes incluem pele quente e seca, pulso acelerado e temperatura corporal elevada. A confusão mental e os distúrbios visuais também foram relatados, evidenciando a seriedade da desidratação e da insolação, condições que podem ameaçar a vida. A respiração rápida e a taquicardia foram comuns entre os atendimentos, o que destaca a necessidade de monitoramento constante da saúde dos foliões em condições de calor extremo.
Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) indicam que, entre 13 e 17 de fevereiro, foram registrados 647 atendimentos relacionados ao calor nas UPAs. Este número reflete a importância de se conscientizar sobre os riscos associados ao calor intenso, especialmente em eventos de grande aglomeração, como o carnaval. A prevenção, que inclui hidratação adequada e o uso de roupas leves, é fundamental para evitar complicações mais graves durante a festividade.
Principais regiões afetadas
Durante o carnaval do Rio de Janeiro, as altas temperaturas impactaram diretamente a saúde dos foliões, resultando em um aumento significativo nos atendimentos relacionados ao calor. Entre os dias 13 e 17 de fevereiro, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) registrou que 647 pessoas procuraram as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) com sintomas associados ao calor, como dor de cabeça, tontura e desidratação. As regiões mais afetadas foram Realengo, Botafogo e Irajá, onde as altas temperaturas e a intensa atividade física dos foliões contribuíram para o aumento de casos de insolação e outros problemas relacionados ao clima quente.
Além disso, a análise dos dados de atendimento revelou que as UPAs de Mesquita, Campo Grande I e Nova Iguaçu também concentraram um grande número de pacientes durante o período de folia. Esses locais, conhecidos por atrair grandes multidões no carnaval, enfrentaram uma demanda maior por assistência médica devido ao calor extremo. Os profissionais de saúde alertaram para a importância de hidratação e cuidados preventivos, especialmente em regiões com maior concentração de blocos de rua e festas populares.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) também reportou um aumento nas ocorrências em bairros como Campo Grande, Centro, Copacabana, Santa Cruz e Guaratiba. As principais razões para os atendimentos incluíram casos cardiovasculares e neurológicos, além de quedas, que também têm relação com a exaustão provocada pelo calor. Essa situação ressalta a necessidade de atenção redobrada às condições climáticas durante eventos festivos, especialmente em uma cidade com o calor característico do Rio de Janeiro.
Dados de atendimentos nas UPAs
Durante o carnaval de 2023, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da rede estadual de saúde do Rio de Janeiro registraram um aumento significativo nos atendimentos relacionados ao calor. Entre os dias 13 e 17 de fevereiro, 647 pessoas buscaram assistência médica com sintomas típicos do excesso de calor, como dor de cabeça, tontura e desidratação. Este cenário alarmante destaca a necessidade de atenção redobrada à saúde durante os dias de folia, quando as temperaturas elevadas se somam ao intenso fluxo de foliões nas ruas.
Os dados revelados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) mostram que, ao todo, as 27 UPAs da rede realizaram 27.433 atendimentos, o que representa um aumento de 2,05% em relação ao carnaval do ano anterior. As queixas mais comuns foram dores em geral e gastroenterite, mas o número de atendimentos relacionados ao calor mostra uma preocupação crescente. As unidades de Mesquita, Campo Grande I e Nova Iguaçu (Botafogo) foram as que mais concentraram pacientes, refletindo a necessidade de monitoramento das condições de saúde nas áreas com maior aglomeração.
Além dos atendimentos nas UPAs, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) da capital também enfrentou uma demanda elevada, com 3.262 atendimentos registrados. As ocorrências mais frequentes incluíram casos cardiovasculares, neurológicos e quedas, o que evidencia a importância de medidas preventivas durante o carnaval. Os bairros de Campo Grande, Centro, Copacabana, Santa Cruz e Guaratiba apresentaram o maior número de chamadas, reforçando a necessidade de ações de conscientização sobre os riscos da exposição ao calor durante a festividade.
Ocorrências registradas pelo Samu
Durante o carnaval, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Rio de Janeiro registrou um total de 3.262 atendimentos, refletindo a intensa demanda por cuidados médicos durante os dias de folia. As ocorrências mais frequentes foram observadas em bairros como Campo Grande, Centro, Copacabana, Santa Cruz e Guaratiba, onde o fluxo de foliões foi especialmente elevado. A equipe do Samu atuou de forma integrada com as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para garantir que os pacientes recebessem o suporte necessário em tempo hábil.
Entre os principais motivos para os atendimentos, destacaram-se casos cardiovasculares, neurológicos e quedas da própria altura, todos relacionados ao calor intenso. O aumento das temperaturas, em conjunto com a desidratação e a exaustão, potencializou esses problemas de saúde, exigindo uma resposta rápida das equipes médicas. Em particular, os sintomas associados ao calor, como dor de cabeça, tontura e taquicardia, foram comuns entre os pacientes atendidos, ressaltando a importância da conscientização sobre cuidados durante eventos ao ar livre.
As estatísticas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) indicam que, além dos atendimentos relacionados ao calor, o carnaval deste ano teve um aumento geral de 2,05% nos atendimentos em comparação com o ano anterior, totalizando 27.433 atendimentos nas 27 UPAs da rede estadual. As unidades de Mesquita, Campo Grande I e Nova Iguaçu foram as que mais concentraram pacientes, evidenciando a necessidade de um plano de emergência eficaz para lidar com a demanda crescente durante grandes eventos.
Comparativo com o carnaval do ano anterior
O carnaval de 2023 no Rio de Janeiro apresentou um aumento significativo nos atendimentos relacionados ao calor em comparação ao ano anterior. Durante os dias de folia, entre 13 e 17 de fevereiro, as unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da rede estadual receberam 647 pacientes com sintomas associados ao excesso de calor, um número expressivo que reflete as altas temperaturas enfrentadas durante a festividade. No total, as 27 UPAs registraram 27.433 atendimentos, o que representa um crescimento de 2,05% em relação ao carnaval de 2022, quando o total de atendimentos foi inferior, evidenciando a pressão adicional sobre os serviços de saúde na cidade.
As queixas mais comuns nas unidades de saúde foram dores em geral e casos de gastroenterite, mas o aumento nos atendimentos por calor foi um ponto de preocupação para a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ). Cidades como Realengo, Botafogo e Irajá se destacaram como as áreas com maior número de atendimentos relacionados ao calor, um fenômeno que pode ser atribuído à combinação de clima quente e à intensa movimentação de foliões durante o carnaval. Além disso, o Samu 192 registrou 3.262 atendimentos, com uma quantidade significativa de ocorrências nos bairros de Campo Grande, Centro, Copacabana, Santa Cruz e Guaratiba.
Os dados apontam que, além dos sintomas clássicos do calor, como dor de cabeça e desidratação, muitos pacientes apresentaram condições mais graves, como complicações cardiovasculares e neurológicas. A preocupação com a saúde dos foliões é crescente, especialmente considerando que as temperaturas e a umidade podem influenciar diretamente na saúde pública. Portanto, as autoridades de saúde devem considerar a implementação de medidas preventivas para minimizar os riscos durante o próximo carnaval e garantir a segurança dos participantes.






