
Alertas de desmatamento na Amazônia e Cerrado
Este artigo aborda alertas de desmatamento na amazônia e cerrado de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Redução expressiva de alertas na Amazônia e Cerrado
A redução expressiva dos alertas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado foi um dos destaques dos dados divulgados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entre agosto de 2025 e janeiro deste ano, os alertas na Amazônia totalizaram 1.324 km², o que representou uma queda de 35% em relação ao período anterior, quando foram identificados 2.050 km². Já no Cerrado, os alertas somaram 1.905 km², frente a 2.025 km², registrando uma redução de 6%.
Os indicadores de degradação florestal na Amazônia também apresentaram uma queda significativa, passando de 44.555 km² para 2.923 km², o que representa uma diminuição de 93%. Esses resultados são reflexo do trabalho conjunto de diversos órgãos e ministérios, que têm intensificado as ações de fiscalização e controle ambiental na região.
Os esforços do governo para combater o desmatamento na Amazônia têm sido destacados pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Ela ressaltou que as políticas públicas baseadas em dados científicos têm contribuído para a redução do desmatamento, sem comprometer o crescimento econômico. Além disso, a ministra enfatizou que a expectativa é alcançar em 2026 a menor taxa de desmatamento da série histórica na Amazônia, caso os esforços sejam mantidos.
Resultados dos alertas divulgados
Os resultados dos alertas de desmatamento divulgados revelaram uma queda expressiva nas áreas da Amazônia Legal e do Cerrado. Segundo o Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os alertas na Amazônia totalizaram 1.324 km², uma redução de 35% em relação ao período anterior, quando foram identificados 2.050 km². Já no Cerrado, os alertas somaram 1.905 km², frente a 2.025 km², representando uma queda de 6%.
Os indicadores de degradação florestal na Amazônia também apontaram uma diminuição significativa, passando de 44.555 km² para 2.923 km², uma redução de 93%. Esses resultados são fruto do trabalho do Deter, que opera como sistema de alertas diários para auxiliar as ações de fiscalização ambiental. Vale ressaltar que o Prodes, outro projeto do Inpe, mede a taxa anual consolidada de desmatamento na Amazônia Legal.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que as políticas públicas baseadas em dados científicos têm contribuído para a queda do desmatamento, sem comprometer o crescimento econômico. Ela ressaltou que, se os esforços continuarem, é possível alcançar em 2026 a menor taxa de desmatamento da série histórica na Amazônia. No entanto, a situação é diferente no Pantanal, onde os alertas de desmatamento apresentaram crescimento recente, apesar da queda observada entre 2023 e 2024.
Operação do Deter e Prodes
As áreas sob alerta de desmatamento registraram queda expressiva na Amazônia Legal e no Cerrado entre agosto de 2025 e janeiro deste ano, segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Os alertas na Amazônia somaram 1.324 km², redução de 35% em relação ao período anterior, quando foram identificados 2.050 km². No Cerrado, os alertas totalizaram 1.905 km², frente a 2.025 km², representando uma queda de 6%.
O Deter opera como sistema de alertas diários voltado ao apoio das ações de fiscalização ambiental. Ele se diferencia do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), também do Inpe, que mede a taxa anual consolidada de desmatamento.
De acordo com o Prodes, na comparação entre 2022 e 2025, o desmatamento acumulou queda de 50% na Amazônia e de 32,3% no Cerrado.
Os números foram divulgados após a 6ª reunião ordinária da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Combate ao Desmatamento, realizada no Palácio do Planalto. O colegiado reúne 19 ministérios, sob a presidência da Casa Civil.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que há uma expectativa de alcançar em 2026 a menor taxa de desmatamento da série histórica na Amazônia, se os esforços continuarem. Ela ressaltou que os resultados refletem políticas públicas baseadas em dados científicos e que o desempenho ambiental não comprometeu o crescimento econômico.
No Pantanal, os alertas de desmatamento apresentaram crescimento de 45,5% entre agosto de 2025 e janeiro deste ano, de 202 km² para 294 km². Apesar da alta recente, na comparação entre 2023 e 2024 houve queda de 65,2%.
O fortalecimento das ações de controle é apontado como um dos principais fatores para a redução dos alertas. O Ministério do Meio Ambiente indica que as ações de fiscalização do Ibama cresceram 59% na comparação com 2022, enquanto as operações do ICMBio aumentaram 24%. As áreas embargadas também tiveram crescimento significativo.
Expectativa de queda no desmatamento
Informações relevantes sobre Expectativa de queda no desmatamento.
Situação no Pantanal
A situação no Pantanal apresenta um cenário preocupante, com um aumento de 45,5% nos alertas de desmatamento entre agosto de 2025 e janeiro deste ano, passando de 202 km² para 294 km². Apesar desse crescimento recente, houve uma queda de 65,2% na comparação entre 2023 e 2024.
O Ministério do Meio Ambiente destaca que o fortalecimento das ações de controle tem sido um dos principais fatores para a redução dos alertas de desmatamento. Na comparação com 2022, as operações de fiscalização do Ibama cresceram 59%, enquanto as ações do ICMBio aumentaram 24%. Além disso, as áreas embargadas registraram aumento de 51% (Ibama) e 44% (ICMBio).
Fiscalização e controle ambiental
A fiscalização e controle ambiental têm desempenhado um papel fundamental na redução dos alertas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o fortalecimento das ações de fiscalização é apontado como um dos principais fatores para a diminuição dos alertas. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) registrou um aumento de 59% nas ações de fiscalização em comparação com o ano anterior, enquanto as operações do ICMBio cresceram 24%. Além disso, o número de áreas embargadas também apresentou aumento, com um crescimento de 51% pelo Ibama e 44% pelo ICMBio.
As ações de fiscalização ambiental na Amazônia vêm sendo intensificadas como forma de coibir o desmatamento ilegal e garantir a proteção das áreas de conservação. Essas medidas têm contribuído para a queda significativa nos índices de desmatamento, conforme apontam os dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Com o aumento da fiscalização e o monitoramento constante das áreas de alerta, espera-se continuar a redução do desmatamento e a preservação dos biomas.
O monitoramento por satélite e as ações de controle ambiental têm sido essenciais para o combate ao desmatamento e a proteção da biodiversidade. A atuação conjunta dos órgãos ambientais, aliada a políticas públicas baseadas em dados científicos, tem demonstrado resultados positivos na preservação das florestas e na promoção do desenvolvimento sustentável. O desafio agora é manter e ampliar essas medidas para garantir a proteção dos ecossistemas e o equilíbrio ambiental.






