
Balança comercial em Janeiro: segundo melhor resultado
Este artigo aborda balança comercial em janeiro: segundo melhor resultado de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Resultados da Balança Comercial em Janeiro
A balança comercial registrou o segundo maior superávit para meses de janeiro desde o início da série histórica, conforme divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). A diferença entre exportações e importações atingiu US$ 4,342 bilhões, representando um aumento de 85,8% em comparação com o superávit do mesmo período de 2025.
Esse resultado coloca o desempenho de janeiro de 2026 como o segundo melhor da história, ficando atrás apenas do registrado em 2024, quando o superávit foi de US$ 6,196 bilhões. As exportações totalizaram US$ 25,153 bilhões, com uma queda de 1% em relação a janeiro do ano anterior, enquanto as importações foram de US$ 20,810 bilhões, registrando um decréscimo de 9,8% na mesma comparação.
Os setores que mais se destacaram nas exportações foram a agropecuária, com uma variação de 2,1%, a indústria extrativa, com -3,4%, e a indústria de transformação, com -0,5%. Já em relação aos produtos, houve aumento nas exportações de soja e milho não moído, enquanto produtos como café não torrado, minério de ferro e óxido de alumínio apresentaram queda. Nas importações, o destaque foi a diminuição dos investimentos e a desaceleração da economia, com reduções significativas em categorias como petróleo e gás natural.
Setores da Economia
O setor da economia teve um papel fundamental no desempenho da balança comercial em janeiro. As exportações foram impulsionadas por diferentes setores, com destaque para a agropecuária, indústria extrativa e indústria de transformação.
Na distribuição por setores, as exportações da agropecuária tiveram uma variação de 2,1%, com queda de 3,4% no volume e alta de 5,3% no preço médio. Já a indústria extrativa apresentou uma queda de -3,4%, com aumento de 6,2% no volume e redução de 9,1% no preço médio. Por sua vez, a indústria de transformação teve um recuo de -0,5%, com diminuição de 0,6% no volume e 0,1% no preço médio.
Os principais produtos responsáveis pela queda das exportações incluem produtos como café não torrado, algodão bruto, trigo e centeio não moídos, óleos brutos de petróleo, minério de ferro, óxido de alumínio, açúcares, melaços e tabaco. Por outro lado, houve um crescimento significativo nas exportações de soja e milho não moído. A queda nas exportações de petróleo bruto está relacionada à variação mensal decorrente da manutenção programada de plataformas.
Importações
Em relação às importações, a queda está vinculada ao petróleo e à desaceleração da economia, com a diminuição dos investimentos. Na divisão por categorias, os principais produtos importados foram cacau bruto ou torrado, trigo e centeio não moídos, óleos brutos de petróleo e gás natural.
Principais Produtos de Exportação
As exportações brasileiras em janeiro foram impulsionadas por diversos setores da economia, com destaque para o agronegócio, a indústria extrativa e a indústria de transformação. Dentre os principais produtos de exportação, podemos destacar a soja, que teve um crescimento de 91,7% em relação ao mesmo período do ano passado, devido à antecipação de embarques. Além disso, as vendas de milho não moído aumentaram 18,8%, contribuindo para o desempenho positivo das exportações agrícolas.
Por outro lado, alguns produtos apresentaram queda nas exportações, como o café não torrado, o óxido de alumínio e os óleos brutos de petróleo. Essa variação nos principais produtos exportados reflete as oscilações do mercado internacional e as demandas específicas de cada setor. No caso do petróleo bruto, a redução nas exportações em janeiro foi influenciada pela manutenção programada de plataformas, que impactou diretamente nos volumes exportados.
Já no que diz respeito às importações, a queda está relacionada principalmente ao setor de petróleo e à desaceleração da economia. Os principais produtos importados incluem cacau bruto, óleos brutos de petróleo e gás natural, que tiveram redução significativa nas compras externas. Essa diminuição nas importações reflete não apenas as condições econômicas do país, mas também as tendências de mercado e as políticas de investimento vigentes.
Projeções para o Ano
As projeções para a balança comercial ao longo do ano são otimistas, considerando o resultado positivo registrado em janeiro. A expectativa é de que as exportações continuem em alta, impulsionadas pelo bom desempenho de setores como o agronegócio, que teve um crescimento significativo nas vendas de soja e milho. Além disso, a indústria extrativa e de transformação também devem contribuir para o aumento das exportações, mesmo com algumas quedas pontuais em determinados produtos.
No que diz respeito às importações, a tendência é de estabilidade ao longo do ano, com uma possível recuperação em alguns setores que foram impactados pela desaceleração da economia. A redução nas importações de petróleo e de alguns produtos da indústria extrativa é um reflexo dessa situação, mas a expectativa é de que haja uma retomada gradual à medida que a economia se recupere.
O cenário internacional e as políticas comerciais adotadas pelos principais parceiros comerciais do Brasil também serão fatores determinantes para o desempenho da balança comercial ao longo do ano. A diversificação dos mercados de exportação e a busca por novas oportunidades de negócio podem contribuir para um resultado ainda mais positivo em 2026, consolidando a recuperação do comércio exterior brasileiro.
Comparação com Instituições Financeiras
A balança comercial brasileira obteve o segundo melhor resultado para o mês de janeiro, com um superávit de US$ 4,342 bilhões, de acordo com dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Esse desempenho foi impulsionado principalmente pela queda nas importações, que registraram uma redução de 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Em comparação com as instituições financeiras, o resultado da balança comercial de janeiro só ficou atrás do alcançado em 2024, quando o superávit foi de US$ 6,196 bilhões. Esse desempenho positivo reflete a recuperação da economia e a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. As exportações totalizaram US$ 25,153 bilhões, com uma queda de 1% em relação a janeiro de 2025, enquanto as importações somaram US$ 20,810 bilhões, representando uma redução de 9,8% na mesma comparação.
No que diz respeito aos setores da economia, as exportações em janeiro apresentaram variações significativas. Na agropecuária, houve uma queda de 3,4% no volume, mas uma alta de 5,3% no preço médio. Já na indústria extrativa, o volume aumentou 6,2%, porém o preço médio caiu 9,1%. Na indústria de transformação, tanto o volume quanto o preço médio registraram recuos, de 0,6% e 0,1%, respectivamente.






