Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS final 3

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Informações sobre o pagamento do Bolsa Família

A Caixa Econômica Federal inicia nesta quarta-feira (18) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família para os beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 3. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas, com os adicionais, o montante médio recebido pelas famílias pode chegar a R$ 690,01. Este mês, o programa de transferência de renda do Governo Federal vai atender aproximadamente 18,84 milhões de famílias, resultando em um desembolso total de cerca de R$ 13 bilhões.

Além do valor mínimo, os beneficiários podem contar com diversos adicionais que aumentam o auxílio. Entre eles, está o Benefício Variável Familiar Nutriz, que destina R$ 50 mensais para mães de bebês de até seis meses, e um acréscimo de R$ 150 por cada criança de até 6 anos. Adicionalmente, gestantes e nutrizes recebem R$ 50, enquanto cada filho de 7 a 18 anos garante R$ 50 a mais no valor total do benefício. Essas medidas visam garantir a alimentação e o bem-estar das crianças em situação de vulnerabilidade.

O pagamento do Bolsa Família segue um calendário que se estende pelos últimos dez dias úteis de cada mês. Devido ao carnaval, os beneficiários com NIS final 1 e 2 já receberam seus pagamentos na segunda semana de fevereiro, e os depósitos foram retomados nesta quarta-feira. Para verificar informações sobre datas de pagamento, valores e composições das parcelas, os beneficiários podem utilizar o aplicativo Caixa Tem, que também possibilita o acompanhamento das contas poupança digitais do banco.

Valores e adicionais do benefício

O Bolsa Família, programa de transferência de renda do Governo Federal, garante um valor mínimo de R$ 600 a seus beneficiários, com um montante médio que pode chegar a R$ 690,01, considerando os adicionais. Esses valores são essenciais para auxiliar as famílias em situação de vulnerabilidade social, e a previsão é que, neste mês, o programa atinja aproximadamente 18,84 milhões de lares, totalizando um gasto de cerca de R$ 13 bilhões.

Além do valor base, o programa oferece uma série de adicionais que elevam o valor total recebido pelas famílias. O Benefício Variável Familiar Nutriz, por exemplo, destina-se a mães de bebês de até seis meses, que recebem seis parcelas de R$ 50, assegurando a alimentação adequada das crianças. Além disso, gestantes e nutrizes recebem um acréscimo de R$ 50, enquanto cada filho de até 6 anos gera um adicional de R$ 150. Para crianças de 7 a 18 anos, o benefício é de R$ 50 por filho.

Esses adicionais têm um papel crucial no apoio à saúde e à educação das crianças, refletindo a preocupação do governo em promover o bem-estar das futuras gerações. A consulta aos valores e composição das parcelas é facilitada pelo aplicativo Caixa Tem, que permite aos beneficiários acompanhar suas contas digitais e se manter informados sobre os pagamentos.

Mudanças no calendário de pagamento

As mudanças no calendário de pagamento do Bolsa Família refletem ajustes necessários para atender às demandas dos beneficiários e as particularidades do calendário nacional. Em fevereiro, por exemplo, os pagamentos foram alterados devido às festividades de carnaval, resultando em um adiamento nas datas tradicionais. Normalmente, os depósitos ocorrem nos últimos dez dias úteis do mês, mas este ano, os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 1 e 2 receberam os valores na segunda semana de fevereiro, enquanto os de final 3, como ocorre nesta quarta-feira (18), estão recebendo agora.

Outra alteração relevante foi a unificação dos pagamentos para beneficiários de 171 cidades em oito estados, que receberam seus valores na última quinta-feira (12) de forma antecipada, independentemente do NIS. Essa medida visou atender localidades que enfrentam situações de vulnerabilidade, como a seca no Rio Grande do Norte e outras regiões afetadas por chuvas ou estiagens. O pagamento unificado representa uma estratégia do governo para garantir que as famílias em situação crítica possam acessar os recursos de forma mais ágil e eficaz.

Além disso, os beneficiários podem acompanhar as informações sobre suas parcelas e datas de pagamento pelo aplicativo Caixa Tem, que facilita o acesso às contas poupança digitais e permite uma melhor organização financeira. Essa ferramenta é vital para que os cidadãos se mantenham informados sobre seus direitos e possam planejar suas despesas com base nos recebimentos do programa.

Pagamento unificado em cidades afetadas

Na última quinta-feira, dia 12 de fevereiro, a Caixa Econômica Federal realizou o pagamento unificado do Bolsa Família para beneficiários de 171 cidades em oito estados, independentemente do final do Número de Inscrição Social (NIS). Essa medida foi uma resposta às condições adversas enfrentadas por essas localidades, que incluem secas severas e chuvas intensas, afetando diretamente a vida dos moradores. Entre os estados beneficiados, o Rio Grande do Norte se destacou, com 122 municípios recebendo a ajuda, refletindo a preocupação do governo em apoiar as áreas mais vulneráveis do país.

Além do Rio Grande do Norte, outros estados como Bahia, Paraná, Sergipe, Roraima, Amazonas, Piauí e Santa Catarina também foram incluídos na ação, totalizando 171 cidades que tiveram a oportunidade de receber o pagamento de forma antecipada. A iniciativa é parte de uma estratégia mais ampla do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, que visa garantir que as populações em situação de vulnerabilidade tenham acesso a recursos financeiros essenciais, especialmente em tempos de crise climática ou econômica.

Os beneficiários podem consultar informações detalhadas sobre os pagamentos, incluindo datas e valores, por meio do aplicativo Caixa Tem. Essa ferramenta digital tem se mostrado fundamental para facilitar o acesso aos serviços da Caixa, permitindo que as famílias acompanhem suas contas poupança digitais e os depósitos do Bolsa Família de maneira prática e rápida.

Regra de proteção para beneficiários

A regra de proteção do Bolsa Família é uma importante ferramenta de suporte para as famílias em situação de vulnerabilidade que conseguem melhorar sua condição financeira. Este mecanismo permite que as famílias que, após conseguirem um emprego, continuem recebendo 50% do benefício a que teriam direito, por um período de até dois anos, desde que a renda de cada membro da família não ultrapasse meio salário mínimo. Em fevereiro de 2023, cerca de 2,51 milhões de famílias estão amparadas por essa regra, o que demonstra o impacto positivo do programa na vida de muitas pessoas.

Uma das mudanças significativas na regra de proteção ocorreu em 2025, quando o tempo de permanência na proteção foi reduzido de dois para um ano. Essa alteração visa incentivar a autonomia e a inclusão social das famílias, permitindo que elas se adaptem mais rapidamente ao novo cenário econômico, sem perder totalmente o apoio do governo durante o processo de transição. Contudo, essa nova diretriz se aplica apenas às famílias que ainda se enquadram nos critérios estabelecidos pelo programa.

Além de proporcionar um suporte financeiro durante a transição para a autonomia, a regra de proteção também busca evitar que as famílias retornem à situação de vulnerabilidade extrema. O acompanhamento e as condições estabelecidas visam assegurar que os beneficiários consigam estabilizar sua nova realidade financeira, contribuindo assim para a redução da pobreza e a promoção da dignidade social.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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