
Desafios da indústria em 2025
Este artigo aborda desafios da indústria em 2025 de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Faturamento em crescimento, mas emprego em queda
O faturamento real da indústria de transformação apresentou um crescimento em novembro de 2025, porém, o mercado de trabalho do setor continua em queda. De acordo com os Indicadores Industriais divulgados pela CNI, o emprego industrial teve uma redução pelo terceiro mês consecutivo, mesmo com a recuperação pontual da atividade.
A perda de ritmo do emprego na indústria se intensificou a partir de setembro, refletindo os efeitos do aperto monetário e do enfraquecimento gradual da atividade industrial ao longo do segundo semestre. Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, aponta que o emprego respondeu positivamente à melhora da atividade iniciada em 2023, mas começou a perder força com o aumento da taxa Selic no ano anterior.
Apesar do crescimento do faturamento em novembro, a atividade industrial continua mostrando sinais de desaceleração no acumulado do ano. Outros indicadores como massa salarial, rendimento médio e horas trabalhadas na produção também apresentaram oscilações ao longo do ano. A expectativa é de uma perda de ritmo da indústria, sobretudo na segunda metade do ano, em um cenário marcado por juros elevados e menor dinamismo da demanda.
Impacto do aperto monetário no mercado de trabalho
O aperto monetário tem impactado diretamente o mercado de trabalho na indústria, conforme apontam os dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com a queda do emprego industrial pelo terceiro mês consecutivo, mesmo com o aumento pontual do faturamento real, é evidente que as medidas de política monetária têm influenciado as decisões das empresas no que diz respeito à contratação de mão de obra.
Segundo Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, o aumento da taxa Selic iniciado no ano anterior tem sido um dos principais fatores para a perda de ritmo do emprego na indústria. A reação do mercado de trabalho à melhora da atividade iniciada em 2023 e seu consequente enfraquecimento a partir do aumento dos juros demonstram a sensibilidade do setor a questões macroeconômicas.
Além disso, a redução gradual do crescimento do faturamento ao longo de 2025, aliada aos juros elevados e ao menor dinamismo da demanda, reforça a expectativa de uma desaceleração da indústria, especialmente na segunda metade do ano. Com demissões e recontratações custosas para as empresas, o cenário de aperto monetário tem se refletido negativamente no mercado de trabalho, impactando não apenas o emprego, mas também a massa salarial e o rendimento médio dos trabalhadores.
Mercado de trabalho: alívio pontual, ano negativo
O mercado de trabalho na indústria enfrentou um ano desafiador em 2025, com o emprego industrial registrando queda pelo terceiro mês consecutivo, mesmo com a recuperação pontual da atividade. Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a perda de ritmo do emprego se intensificou a partir de setembro, influenciada pelo aperto monetário e pelo enfraquecimento gradual da atividade industrial ao longo do segundo semestre.
A análise de Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, aponta que o emprego reagiu à melhora da atividade iniciada em 2023, mas começou a perder força com o aumento da taxa Selic. As demissões e recontratações são custosas para a indústria, que depende de mão de obra qualificada.
Embora alguns indicadores ligados ao mercado de trabalho, como a massa salarial real e o rendimento médio real, tenham apresentado melhora em novembro, após uma sequência de resultados negativos, o ano ainda foi marcado por perdas acumuladas. O faturamento acumulado em 2025 teve um crescimento modesto de apenas 0,3%, indicando uma desaceleração da atividade industrial ao longo do ano.
Desaceleração da atividade industrial em 2025
A desaceleração da atividade industrial em 2025 tem sido um desafio para o setor, mesmo com o crescimento pontual do faturamento real em novembro. Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o emprego industrial vem sofrendo quedas consecutivas, refletindo os efeitos do aperto monetário e do enfraquecimento gradual da atividade ao longo do segundo semestre. A perda de ritmo do emprego se intensificou a partir de setembro, impactando negativamente o mercado de trabalho.
De acordo com Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, o emprego na indústria reagiu positivamente à melhora da atividade iniciada em 2023, mas começou a perder força com o aumento da taxa Selic. Este cenário de desaceleração tem levado a demissões e recontratações custosas para a indústria, que busca manter uma mão de obra qualificada. Apesar de alguns indicadores ligados ao mercado de trabalho terem apresentado melhoras pontuais em novembro, o ano de 2025 tem sido negativo para o setor.
Além disso, o crescimento do faturamento real em novembro não foi suficiente para reverter o cenário de desaceleração da atividade industrial no acumulado do ano. O faturamento acumulado em 2025 teve uma alta de apenas 0,3%, enquanto as horas trabalhadas na produção tiveram uma queda de 0,7% no último mês. A utilização da capacidade instalada também apresentou recuo, reforçando a expectativa de perda de ritmo da indústria, especialmente na segunda metade do ano, em um contexto de juros elevados e menor dinamismo da demanda.






