Dólar atinge menor valor em 20 meses

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Queda do dólar e recorde na bolsa de valores

Nesta terça-feira, o mercado financeiro brasileiro viveu um dia de otimismo, com o dólar registrando uma forte queda e atingindo o menor valor em 20 meses. O dólar comercial encerrou o dia sendo vendido a R$ 5,206, com uma queda de R$ 0,074 (-1,41%). Essa queda contínua ao longo do dia levou a moeda estadunidense a atingir seu menor valor desde maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. No acumulado de 2026, o dólar já apresenta uma queda de 5,16%.

Enquanto o dólar apresentava essa queda significativa, a bolsa de valores brasileira teve um desempenho impressionante, com o índice Ibovespa, da B3, fechando aos 181.919 pontos, uma alta de 1,79% em relação ao dia anterior. Esse resultado fez com que a bolsa superasse a marca inédita de 180 mil pontos, batendo mais um recorde e causando euforia entre os investidores.

Essa alta na bolsa de valores e a queda do dólar foram influenciadas tanto por fatores internos quanto externos. O mercado global tem presenciado a migração de recursos, especialmente dos Estados Unidos, para países emergentes, após recuos recentes do governo americano em algumas políticas. Além disso, no cenário interno, a divulgação de que a prévia da inflação oficial desacelerou em janeiro impulsionou ainda mais a bolsa, contribuindo para o clima de otimismo no mercado financeiro brasileiro.

Cotação do dólar e valor acumulado em 2026

O dólar teve uma queda significativa e atingiu o menor valor em 20 meses, encerrando o dia vendido a R$ 5,206, com um recuo de R$ 0,074 (-1,41%). Esta cotação é a mais baixa desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15. No acumulado de 2026, a moeda norte-americana apresenta uma queda de 5,16%, refletindo a melhora do cenário econômico.

Enquanto o dólar apresentava essa queda, a bolsa de valores teve um desempenho positivo, subindo quase 2% e superando a marca inédita de 180 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 181.919 pontos, com uma alta de 1,79%, batendo mais um recorde. Esses resultados positivos refletem o otimismo no mercado financeiro, tanto por fatores internos quanto externos.

O cenário global, com a migração de recursos para países emergentes, somado à divulgação da desaceleração da inflação oficial em janeiro e às expectativas em relação aos juros básicos da economia, influenciaram os movimentos do mercado. A possibilidade de redução da Taxa Selic na próxima reunião do Banco Central também contribuiu para a queda dos juros no mercado futuro, refletindo a confiança dos investidores.

Motivos para o otimismo no mercado financeiro

O otimismo no mercado financeiro tem sido impulsionado por diversos fatores positivos. Um dos principais motivos é a forte queda do dólar, que atingiu o menor valor em 20 meses. Essa valorização da moeda local traz benefícios para a economia, tornando os produtos brasileiros mais competitivos no mercado internacional.

Além disso, a bolsa de valores teve um desempenho excepcional, com alta de quase 2% e superação da marca histórica de 180 mil pontos. Esse cenário positivo é reflexo do aumento do fluxo de capital estrangeiro para o Brasil, bem como de fatores internos que têm contribuído para a confiança dos investidores.

Outro ponto que tem gerado otimismo é a expectativa de redução dos juros básicos da economia. A prévia da inflação oficial desacelerou em janeiro, o que abre espaço para uma possível diminuição da Taxa Selic. Essa perspectiva de queda dos juros tem impulsionado o mercado financeiro e aumentado as expectativas de crescimento econômico.

Cenário interno e externo que influenciaram o mercado

O cenário interno e externo contribuíram para o movimento positivo no mercado financeiro que resultou na queda do dólar para o menor valor em 20 meses. No âmbito externo, o fluxo de capital estrangeiro para o Brasil foi um dos fatores que impulsionaram o otimismo dos investidores. A migração de recursos, principalmente dos Estados Unidos, para países emergentes, após as recentes decisões de Donald Trump, também foi um ponto relevante. A desaceleração da inflação oficial em janeiro, divulgada internamente, impulsionou a bolsa brasileira.

Além disso, a expectativa em relação à política monetária do Banco Central também influenciou o mercado. Apesar da maioria dos investidores acreditar que os juros básicos só começarão a cair na reunião de março, as chances de uma redução da Taxa Selic já na próxima reunião aumentaram. Essa expectativa se refletiu na queda dos juros no mercado futuro, estimulando ainda mais o otimismo dos investidores.

Expectativas em relação aos juros básicos

Com a expectativa de que a inflação oficial desacelerou em janeiro, os investidores estão atentos às decisões do Banco Central em relação aos juros básicos da economia. A maioria aposta que a redução da Taxa Selic só começará a acontecer na reunião de março, porém, as chances de uma redução imediata aumentaram.

O mercado futuro refletiu essa expectativa, com queda dos juros. A decisão do Banco Central em relação à Taxa Selic impacta diretamente o mercado financeiro, influenciando não apenas a economia interna, mas também o fluxo de capital estrangeiro para o Brasil.

A redução dos juros básicos pode estimular o consumo e os investimentos, impulsionando a economia. Por outro lado, é importante manter um equilíbrio para não comprometer o controle da inflação. Portanto, as decisões do Banco Central em relação aos juros básicos são cruciais para o cenário econômico do país, sendo acompanhadas de perto pelos investidores e analistas.

Projeções para o Banco Central

As projeções para o Banco Central são otimistas após o dólar atingir o menor valor em 20 meses. Com a queda da moeda estadunidense e a alta da bolsa de valores, o mercado financeiro está em euforia. O dólar comercial encerrou o dia em R$ 5,206, com uma queda de 1,41%, próximo da mínima do dia. Essa é a menor cotação desde maio de 2024, acumulando uma queda de 5,16% em 2026.

O cenário interno e externo contribuem para esse otimismo. O fluxo de capital estrangeiro para o Brasil, juntamente com fatores internos, como a desaceleração da inflação oficial em janeiro, impulsionaram a bolsa de valores. Além disso, a expectativa de redução da Taxa Selic na reunião do Banco Central desta quarta-feira aumentou, refletindo na queda dos juros no mercado futuro.

Os investidores estão atentos às movimentações do mercado e apostam que a redução dos juros básicos da economia só deve começar na reunião de março. No entanto, as chances de que o Banco Central inicie a redução já nesta semana estão em alta. Com o mercado global também apresentando sinais de otimismo, a expectativa é de um cenário favorável para o mercado financeiro nos próximos dias.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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