Expansão do Porto de Santos e leilões de novos terminais

Este artigo aborda expansão do porto de santos e leilões de novos terminais de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Ampliação do Porto de Santos e Novas Áreas

A Autoridade Portuária de Santos (APS) planeja licitar, a partir de 2027, as novas áreas incorporadas ao Porto de Santos. A expectativa é que o espaço ampliado comporte entre 20 e 30 novos terminais, além da possível implantação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE). A área do complexo portuário foi ampliada de 9,3 km² para 14,5 km² — um ganho territorial de 56% — conforme portaria publicada pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) no Diário Oficial da União na última terça-feira.

O presidente da APS, Anderson Pomini, afirmou que já há planejamento para arrendar os novos espaços à iniciativa privada, com foco em infraestrutura moderna e tecnológica. Segundo ele, a ampliação da poligonal é estratégica para acompanhar o crescimento do comércio exterior brasileiro. A importância estratégica deste aumento da poligonal é justamente a de atender o constante crescimento da economia do Brasil e do Porto de Santos, que atende 600 destinos em quase 200 países. Este crescimento de 56% de áreas terrestres significa que poderemos, no futuro, comportar mais 20 a 30 terminais.

A APS indicou três regiões consideradas prioritárias e estratégicas para a expansão: entorno do Largo do Caneu, Alemoa e Monte Cabrão. Estas áreas totalizam aproximadamente 299 mil m² e oferecem condições para a instalação de novos terminais e até mesmo uma Zona de Processamento de Exportação. A ampliação da poligonal do Porto de Santos é resultado de um planejamento cuidadoso, visando atender às demandas atuais e futuras do comércio exterior brasileiro e garantir a competitividade do porto.

Leilões e Investimentos Futuros

Com a expansão do Porto de Santos e a incorporação de novas áreas, a Autoridade Portuária de Santos (APS) planeja realizar leilões para arrendar os novos espaços. A expectativa é que entre 20 e 30 novos terminais sejam instalados, além da possibilidade da implantação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

O presidente da APS, Anderson Pomini, destacou que o objetivo é oferecer esses novos espaços para a iniciativa privada, com foco em infraestrutura moderna e tecnológica. A intenção é atrair terminais que tragam inovações e tecnologias presentes nos portos mais avançados do mundo, acompanhando o crescimento do comércio exterior brasileiro.

A ampliação da poligonal do Porto de Santos é estratégica para atender a demanda crescente da economia brasileira e do próprio porto, que já atende a 600 destinos em quase 200 países. Com o aumento de 56% da área terrestre, será possível comportar mais terminais, garantindo a expansão das operações portuárias no futuro.

Locais Prioritários para Expansão

A Autoridade Portuária de Santos (APS) planeja licitar, a partir de 2027, as áreas prioritárias para a expansão do Porto de Santos. A expectativa é que entre 20 e 30 novos terminais sejam incorporados, além da possibilidade de instalação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

Com a ampliação da área do complexo portuário de 9,3 km² para 14,5 km², um aumento territorial de 56%, a APS indicou três regiões consideradas prioritárias e estratégicas para o desenvolvimento dos novos terminais.

As áreas identificadas como prioritárias incluem o entorno do Largo do Caneu, com aproximadamente 5 km² de espaço plano, vegetação e áreas aquaviárias; a região da Alemoa, com 114 mil m² e acesso ao canal do Porto, ao lado do terminal da Petrobras; e o Monte Cabrão, com cerca de 180 mil m² na Área Continental de Santos e acesso ao canal. Esses locais foram escolhidos estrategicamente para comportar os novos terminais e possivelmente uma ZPE, de acordo com o presidente da APS, Anderson Pomini.

Entendendo a Ampliação da Poligonal

A Autoridade Portuária de Santos (APS) planeja licitar, a partir de 2027, as novas áreas incorporadas ao Porto de Santos. A expectativa é que o espaço ampliado comporte entre 20 e 30 novos terminais, além da possível implantação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE). A área do complexo portuário foi ampliada de 9,3 km² para 14,5 km² — um ganho territorial de 56%.

O presidente da APS, Anderson Pomini, destacou a importância estratégica da ampliação da poligonal para acompanhar o crescimento do comércio exterior brasileiro. Ele afirmou que a ampliação permitirá comportar mais 20 a 30 terminais no futuro, atendendo a demanda crescente do Porto de Santos, que atualmente atende 600 destinos em quase 200 países.

A expansão da poligonal foi resultado de um planejamento da APS, que solicitou mais espaço ao Ministério de Portos e Aeroportos. A ampliação envolve áreas terrestres e marítimas, com trechos planos, vegetação, espaços aquaviários e acesso ao canal do Porto. Entre as áreas prioritárias estão o entorno do Largo do Caneu, Alemoa e Monte Cabrão, que comportam novos terminais e uma possível ZPE.

Histórico da expansão

O pedido de expansão da poligonal para até 20,4 km² foi encaminhado pela APS ao Ministério em 2024. Após consulta pública em 2025, foi autorizada a ampliação parcial. Antes disso, a poligonal já havia sido atualizada de 7,8 km² para 9,3 km².

Potencial de Crescimento e Desafios Estruturais

A Autoridade Portuária de Santos (APS) planeja licitar, a partir de 2027, as novas áreas incorporadas ao Porto de Santos. A expectativa é que o espaço ampliado comporte entre 20 e 30 novos terminais, além da possível implantação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE). A área do complexo portuário foi ampliada de 9,3 km² para 14,5 km² — um ganho territorial de 56% — conforme portaria publicada pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) no Diário Oficial da União na última terça-feira.

O presidente da APS, Anderson Pomini, destacou que a ampliação da poligonal é estratégica para acompanhar o crescimento do comércio exterior brasileiro. Com o aumento das áreas terrestres, será possível comportar mais terminais e implementar novas tecnologias aplicadas nos portos mais modernos do mundo. A expansão planejada visa atender a crescente demanda do Porto de Santos, que já atende 600 destinos em quase 200 países.

As áreas prioritárias e estratégicas para a expansão incluem o entorno do Largo do Caneu, a região da Alemoa e Monte Cabrão. Essas áreas oferecem espaços planos, acesso ao canal do Porto e possibilidade de instalação de novos terminais e uma Zona de Processamento de Exportação. A solicitação de expansão da poligonal foi feita pela APS em 2024 e, após consulta pública em 2025, foi autorizada a ampliação parcial, evidenciando o planejamento a longo prazo do Porto de Santos.

Riscos e Oportunidades para o Porto de Santos

A expansão do Porto de Santos traz consigo tanto riscos quanto oportunidades para o complexo portuário. Com a ampliação da área de 9,3 km² para 14,5 km², o porto terá a capacidade de comportar entre 20 e 30 novos terminais, além da possível implantação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE). Essa expansão representa um ganho territorial significativo de 56%, o que coloca o Porto de Santos em posição estratégica para atender à crescente demanda do comércio exterior brasileiro.

Por um lado, a ampliação traz oportunidades de crescimento e modernização para o porto. A possibilidade de arrendar os novos espaços à iniciativa privada permitirá a implantação de infraestrutura moderna e tecnológica, seguindo os padrões dos portos mais avançados do mundo. Isso pode atrair investimentos significativos e impulsionar a eficiência operacional do complexo portuário, tornando-o ainda mais competitivo no cenário internacional.

No entanto, a expansão também traz consigo desafios e riscos, como a necessidade de garantir a sustentabilidade ambiental da região. O aumento da movimentação de cargas e a instalação de novos terminais podem impactar o meio ambiente local, exigindo medidas rigorosas de controle e mitigação dos impactos ambientais. Além disso, a ampliação da poligonal do porto pode gerar conflitos com comunidades locais e demandar investimentos em infraestrutura de transporte e logística para garantir a eficiência das operações portuárias.

Fonte: https://g1.globo.com

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *