Guia de Prevenção do câncer de colo do útero

Este artigo aborda guia de prevenção do câncer de colo do útero de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Lançamento do Guia Prático de Prevenção

A Fundação do Câncer lançou recentemente a nova versão do Guia Prático de Prevenção do Câncer de Colo do Útero, como parte das ações do Janeiro Verde, mês de conscientização e prevenção da doença. Essa atualização do guia surge como uma ferramenta fundamental para orientar os profissionais de saúde na transição do rastreamento, que gradualmente substituirá o exame Papanicolau pelo teste molecular de DNA-HPV.

Com as mudanças e avanços na prevenção do câncer de colo do útero, o guia visa acompanhar as recomendações das novas Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero, aprovadas pela Conitec. Essas diretrizes preveem a substituição progressiva do exame de Papanicolaou pelo teste de DNA-HPV no SUS, garantindo um método mais eficiente e preciso para a detecção do HPV oncogênico.

A consultora médica da Fundação do Câncer, Flávia Miranda Corrêa, ressalta a importância da ampliação da vacinação contra o HPV e da implementação dos testes moleculares de DNA-HPV no Sistema Único de Saúde. Com a atualização do guia, os profissionais de saúde terão em mãos informações essenciais para a prevenção e detecção precoce do câncer de colo do útero, contribuindo para a redução da incidência e mortalidade por essa doença.

Mudança no Rastreamento do Câncer de Colo do Útero

A Fundação do Câncer lançou uma nova versão do Guia Prático de Prevenção do Câncer de Colo do Útero, durante o mês de conscientização e prevenção da doença. Essa atualização inclui mudanças significativas no rastreamento da doença. O guia anterior, lançado em 2022, abordava a vacinação contra o HPV e o uso do exame Papanicolau para detecção.

A nova versão do guia está orientando os profissionais de saúde na transição do rastreamento, que gradualmente substituirá o exame Papanicolau pelo teste molecular de DNA-HPV. Essa mudança visa uma detecção mais eficaz do HPV oncogênico, aumentando as chances de identificação precoce do câncer de colo do útero.

A implementação dos testes moleculares para detecção do HPV oncogênico começou em setembro do ano passado, com a criação de um núcleo na Secretaria de Atenção Especializada em Saúde do Ministério da Saúde. A transição para o novo método de rastreamento está ocorrendo de forma gradual e já está em andamento em municípios de 12 estados. A substituição do exame de Papanicolau pelo teste de DNA-HPV faz parte das novas Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero, aprovadas pela Conitec.

Implementação dos Testes Moleculares DNA-HPV

A implementação dos testes moleculares DNA-HPV para detecção do HPV oncogênico é uma importante mudança no rastreamento do câncer de colo do útero. Esse novo método vem substituir gradualmente o exame de Papanicolau, trazendo mais eficiência e precisão no diagnóstico precoce da doença.

Segundo a consultora médica da Fundação do Câncer, Flávia Miranda Corrêa, os testes moleculares foram incorporados ao SUS em 2024 e o processo de implementação teve início em setembro do ano passado. Esse processo está sendo realizado de forma gradativa, com a criação de um núcleo na Secretaria de Atenção Especializada em Saúde do Ministério da Saúde.

Os testes moleculares para detecção do HPV oncogênico estão sendo implementados em municípios de 12 estados, com planos de expansão para mais 12 estados. Flavia Corrêa ressaltou que, nos locais onde o rastreamento molecular ainda não foi introduzido, as regras baseadas no exame citológico (Papanicolau) continuam em vigor. Essa transição para o uso do teste de DNA-HPV é uma medida que visa aprimorar a detecção e prevenção do câncer de colo do útero.

Recomendações para o Público-Alvo

Para o público-alvo, as recomendações principais incluem a vacinação contra o HPV e a realização dos testes moleculares de DNA-HPV para detecção do vírus. A vacinação contra o HPV é fundamental para a prevenção do câncer de colo do útero, sendo indicada para meninas a partir dos 9 anos e meninos a partir dos 11 anos. Além disso, o teste molecular de DNA-HPV é essencial para identificar os tipos de HPV com potencial capacidade de causar câncer cervical.

É importante ressaltar que a incorporação dos testes moleculares de DNA-HPV no Sistema Único de Saúde (SUS) está em andamento e será realizada de forma gradual. Até que o rastreamento molecular esteja disponível em todas as regiões, o exame de Papanicolau continua sendo uma opção válida para a detecção precoce do câncer de colo do útero.

O guia atualizado da Fundação do Câncer, que incorpora as novas diretrizes para o rastreamento do câncer do colo do útero, é uma ferramenta importante para orientar tanto profissionais de saúde quanto o público em geral sobre as melhores práticas de prevenção. Seguir as recomendações do guia, incluindo a vacinação e os testes de DNA-HPV, é fundamental para reduzir a incidência e a mortalidade por câncer cervical.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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