
História do sargento da Rotam responsável pela primeira viatura preta
Este artigo aborda história do sargento da rotam responsável pela primeira viatura preta de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Origem da viatura preta da Rotam
O sargento da Rotam Kennon Ribeiro de Fonseca Neres foi o responsável pela introdução da primeira viatura preta na corporação. Em um vídeo divulgado pelo tenente-coronel Sena e pelo Comando de Valorização dos Veteranos da PMGO, o policial explicou que a ideia de pintar a viatura de preto surgiu durante uma ida à oficina. O dono do estabelecimento sugeriu que a viatura ficaria mais bonita nessa cor e, sem autorização, eles decidiram pintá-la.
Ao retornarem ao quartel com a viatura preta, o Coronel Bucá, comandante do Choque, ficou impressionado com a mudança. Apesar de ter recebido uma punição de 30 dias por ter alterado a cor sem autorização, o coronel decidiu pintar o resto da frota de preto. A partir desse momento, a Rotam adotou a cor preta como marca registrada de suas viaturas, garantindo reconhecimento e identidade visual para a população.
Em 1999, quando foi feito o pedido das Blazer, elas já vieram de fábrica na cor preta, consolidando a escolha da Rotam pela cor escura. A introdução da viatura preta foi um marco na história da corporação, trazendo uma identidade visual única e reforçando a segurança e a operacionalidade das equipes em suas missões.
Comandante surpreendido com a mudança
O comandante da Rotam foi surpreendido com a mudança inesperada da cor da viatura para preto. Segundo relatos do sargento Kennon Ribeiro de Fonseca Neres, responsável pela iniciativa, a sugestão de pintar a viatura de preto veio do dono da oficina onde o veículo foi pintado, durante a pintura original de branco e azul. A mudança foi feita sem autorização e conhecimento prévio de superiores.
Ao chegar no quartel com a viatura preta, o Coronel Bucá, comandante do Choque, ficou admirado com a ousadia da mudança. Apesar de ter sido repreendido e ficado 30 dias no quartel por ter alterado a cor do veículo sem autorização, a iniciativa de Kennon acabou por influenciar a frota da Rotam. O coronel decidiu pintar o restante da frota de preto, tornando a cor uma marca da unidade para a população.
A atitude do sargento Kennon Ribeiro de Fonseca Neres impactou não só a Rotam, mas também a forma como a corporação se apresentava para a população. A mudança para a cor preta se tornou um símbolo de segurança e operacionalidade para a unidade, demonstrando a importância da inovação e criatividade até mesmo nas questões estéticas das forças de segurança.
Como a cor preta se tornou marca da Rotam
A cor preta se tornou marca da Rotam devido a uma iniciativa do sargento Kennon Ribeiro de Fonseca Neres, que foi responsável pela primeira viatura pintada nessa cor. Segundo relatos do próprio policial, a sugestão de pintar a viatura de preto veio do dono da oficina para qual ele levou o veículo para ser pintado. Mesmo sem autorização, a viatura foi pintada de preto e ao chegar no quartel, o comandante do Choque, Coronel Bucá, ficou admirado com a mudança.
Apesar de ter ficado 30 dias no quartel por ter mudado a cor da viatura sem autorização, o sargento Kennon Neres explicou que o coronel decidiu pintar o restante da frota de preto. A partir daí, a Rotam adotou a cor preta como marca registrada em suas viaturas. A partir de 1999, as novas viaturas Blazer já vinham de fábrica na cor preta, consolidando a característica da unidade policial.
Atualmente, as viaturas pretas da Rotam são reconhecidas pela população como símbolo de segurança e operacionalidade. A iniciativa do sargento Kennon Ribeiro de Fonseca Neres não apenas mudou a estética das viaturas da unidade, mas também contribuiu para a identidade visual e prestígio da Rotam no estado de Goiás.
Comoção pela morte do sargento
A morte do sargento da Rotam, Kennon Ribeiro de Fonseca Neres, de 52 anos, causou grande comoção entre familiares, colegas de farda e amigos. O policial, que atuava na corporação há mais de 25 anos e foi responsável pela criação da primeira viatura preta da unidade, sofreu um infarto ao chegar em casa do trabalho, em Aparecida de Goiânia. Ele estava lotado na equipe de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam).
O sargento Kennon era um policial dedicado e respeitado, e sua morte repentina deixou a todos consternados. Ele morava com a mãe e era divorciado, deixando duas filhas. Sua filha Dayane Neres, grávida de seis meses, espera o primeiro neto da família, um sonho que seu pai não poderá ver realizado. Segundo Dayane, o sargento Kennon era um superpai, um filho maravilhoso e um avô super babão. Sua partida deixou um vazio imensurável na vida da família e dos colegas de trabalho.
A perda do sargento da Rotam não só impactou sua família e amigos, mas também toda a comunidade policial e a população em geral. Seu legado na corporação, tanto pela criação da primeira viatura preta quanto pela dedicação ao serviço, será lembrado e honrado. A morte de Kennon Ribeiro de Fonseca Neres deixa um vazio irreparável, mas seu exemplo de bravura e comprometimento permanecerá vivo na memória de todos aqueles que tiveram a honra de conhecê-lo.
Sonho de ser avô
O sargento Kennon Ribeiro de Fonseca Neres, da Rotam, que faleceu após sofrer um infarto em Aparecida de Goiânia, tinha o sonho de ser avô. Sua filha Dayane Neres, que está grávida de seis meses, seria responsável por realizar esse sonho ao dar à luz o primeiro neto da família. Para ela, seu pai era um verdadeiro superpai, um filho exemplar e um avô extremamente dedicado.
Dayane descreve seu pai como um super-herói, tanto no âmbito familiar quanto no profissional. Kennon dedicou mais de 25 anos de sua vida à Polícia Militar, sendo parte fundamental na criação da primeira viatura preta da Rotam. Sua morte causou comoção não apenas entre seus familiares e amigos, mas também entre seus colegas de farda, que reconheciam nele um profissional dedicado e comprometido.
A chegada do primeiro neto da família seria sem dúvida um momento muito especial para o sargento Kennon. Seu legado como pai, avô e policial militar será lembrado com carinho por aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com ele. Sua história de dedicação e superação deixa um exemplo a ser seguido por todos aqueles que o conheceram.
Fonte: https://g1.globo.com






