
Impactos do acordo Mercosul-UE nos setores agropecuário e industrial
Este artigo aborda impactos do acordo mercosul-ue nos setores agropecuário e industrial de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Benefícios para o agronegócio brasileiro
Com a aprovação do acordo Mercosul-UE, o agronegócio brasileiro desponta como um dos setores mais beneficiados. Produtos como carnes bovina e de frango, açúcar, café, frutas, etanol, suco de laranja, óleos e gorduras vegetais estão entre os mais favorecidos pela abertura gradual do mercado europeu. A eliminação de tarifas e a harmonização regulatória proporcionarão condições mais favoráveis para a competição desses produtos no mercado internacional.
Segundo Marcelo Vitali, diretor da agência de internacionalização How2Go, o acordo trará impactos quase imediatos para o agronegócio brasileiro. Frutas como manga e uva, que já têm a União Europeia como principal destino, poderão competir em igualdade de condições com outros países devido à redução de tarifas. Além disso, estudos apontam benefícios para grãos, açúcar, café e alimentos industrializados, setores nos quais o Brasil possui alta competitividade.
Mesmo produtos considerados sensíveis, como proteínas animais, como suínos, aves e pescados, têm expectativa de ganhos a médio prazo. Apesar de não terem tarifas zeradas, a liberalização do mercado e a definição de cotas ainda representam uma oportunidade para esses setores. Empresas exportadoras de carne, por exemplo, são apontadas como potenciais beneficiadas com o acordo.
Oportunidades para a indústria nacional
Com a aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, a indústria nacional vislumbra oportunidades significativas de expansão no mercado europeu. Especialistas apontam que, além do agronegócio, setores como a indústria também podem se beneficiar com a abertura gradual do mercado. Com a eliminação de tarifas sobre cerca de 91% do comércio entre os blocos, a indústria brasileira terá a chance de competir em condições mais favoráveis.
Segundo Marcelo Vitali, diretor da agência de internacionalização How2Go, o setor químico brasileiro, por exemplo, poderá se beneficiar com a harmonização de regras e a redução de exigências regulatórias. Isso pode estimular o comércio e impulsionar as exportações para a Europa. Além disso, segmentos como calçados, artefatos de couro, equipamentos de transporte e metais não ferrosos também são apontados como potenciais beneficiados com o acordo.
A ApexBrasil destaca que o acordo prevê a redução imediata de tarifas para máquinas e equipamentos de transporte, como motores e geradores de energia elétrica. Com as barreiras tarifárias sendo gradualmente eliminadas, a indústria nacional terá a oportunidade de expandir sua presença no mercado europeu e fortalecer sua competitividade internacional.
Potencial do setor de energia
Com a aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, o setor de energia no Brasil se destaca como um dos beneficiados com a abertura gradual do mercado europeu. Com a eliminação de tarifas sobre cerca de 91% do comércio entre os blocos, a indústria de energia brasileira terá a oportunidade de expandir suas exportações e fortalecer parcerias comerciais com empresas europeias.
Especialistas apontam que o acordo Mercosul-UE traz benefícios significativos para o setor de energia, especialmente para a exportação de máquinas e equipamentos de transporte, como motores e geradores de energia elétrica. A redução imediata de tarifas nesses produtos permitirá que as empresas brasileiras do setor aumentem sua competitividade no mercado europeu e ampliem suas operações.
Além disso, a harmonização de regras e a redução de exigências regulatórias previstas no acordo também podem impulsionar o comércio de energia entre os dois blocos. Setores como a indústria química, que está integrada às cadeias globais, podem se beneficiar das novas oportunidades de negócios e fortalecer sua presença no mercado europeu.
Impacto no mercado europeu
Com a aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia pelo Conselho Europeu, a expectativa é de impactos significativos no mercado europeu. A abertura gradual do mercado europeu promete beneficiar diversos setores da economia brasileira, com efeitos distribuídos ao longo de vários anos.
De acordo com especialistas, o agronegócio brasileiro deve ser um dos setores mais beneficiados no curto prazo. Produtos como carnes bovina e de frango, açúcar, café, frutas, etanol, suco de laranja, óleos e gorduras vegetais são apontados como os mais bem posicionados para ampliar presença no mercado europeu. Estudos indicam que grãos, açúcar, café e alimentos industrializados também devem se beneficiar, aproveitando a competitividade internacional do Brasil.
Mesmo produtos sensíveis, como proteínas animais, são vistos como apostas promissoras. Embora não tenham as tarifas zeradas, há expectativas de ganhos no médio prazo. Setores como suínos, aves, pescados, alimentos processados, óleos e gorduras são apontados como potenciais beneficiados. Além do agronegócio, a indústria brasileira também pode se beneficiar, especialmente o setor químico, calçados, artefatos de couro, equipamentos de transporte e metais não ferrosos, que podem ampliar suas exportações para a Europa.
Desafios e oportunidades para o Brasil
Com a aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, o Brasil se depara com uma série de desafios e oportunidades em diversos setores da economia. O agronegócio é apontado como o principal beneficiário no curto prazo, com produtos como carnes, açúcar, café, frutas, entre outros, posicionados para ampliar sua presença no mercado europeu. A eliminação de tarifas e a harmonização regulatória previstas no acordo devem impulsionar as exportações brasileiras, tornando o país mais competitivo no cenário internacional.
Além do agronegócio, a indústria brasileira também poderá se beneficiar do acordo, com destaque para o setor químico, calçados, artefatos de couro, equipamentos de transporte e metais não ferrosos. A redução de barreiras não tarifárias e a harmonização de regras podem estimular o comércio e ampliar as exportações para a Europa, promovendo o crescimento econômico do país. O acordo também prevê a redução imediata de tarifas para máquinas e equipamentos de transporte, o que abre novas oportunidades para a indústria brasileira.
Apesar dos desafios, como a concorrência com produtos europeus de alta qualidade, o acordo Mercosul-UE representa uma oportunidade única para o Brasil expandir seus negócios e diversificar suas exportações. Com a abertura gradual do mercado europeu, o país terá a chance de explorar novos mercados e aumentar sua presença internacional, fortalecendo sua economia e gerando empregos. O desafio agora é aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pelo acordo e garantir que os setores agropecuário e industrial estejam preparados para competir em escala global.
Perspectivas futuras
Com a aprovação do acordo Mercosul-UE, as perspectivas futuras para os setores agropecuário e industrial do Brasil são bastante promissoras. Especialistas apontam que o agronegócio será o principal beneficiado no curto prazo, com produtos como carnes bovina e de frango, açúcar, café, frutas, entre outros, ganhando maior acesso ao mercado europeu.
Além disso, a indústria brasileira também deve colher frutos do acordo, com destaque para setores como o químico, calçados, artefatos de couro, equipamentos de transporte e metais não ferrosos. A harmonização de regras e a redução de barreiras regulatórias podem impulsionar as exportações desses segmentos para a Europa, gerando oportunidades de crescimento.
A redução de tarifas imediatas para máquinas e equipamentos de transporte, como motores e geradores de energia elétrica, também é apontada como um dos benefícios do acordo, conforme ressaltado pela ApexBrasil. Com a abertura gradual do mercado europeu e a eliminação de barreiras não tarifárias, espera-se que a economia brasileira como um todo se fortaleça e conquiste novos espaços no cenário internacional.
Fonte: https://www.infomoney.com.br






