
Independência do Federal Reserve em xeque: Ameaça de Trump contra Powell
Este artigo aborda independência do federal reserve em xeque: ameaça de trump contra powell de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Pressão sobre o Federal Reserve
A pressão sobre o Federal Reserve dos EUA aumentou recentemente, com o presidente Donald Trump ameaçando indiciar o presidente do Fed, Jerome Powell, por comentários feitos ao Congresso. Essa ameaça levanta preocupações sobre a independência do banco central, com analistas e executivos do mercado financeiro expressando apreensão com a situação.
O economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius, em uma conferência em Londres, destacou as preocupações com a independência do Fed diante da ameaça de acusação criminal contra Powell. Hatzius ressaltou a importância de o Fed continuar tomando decisões com base em dados econômicos, sem influências externas, para garantir a credibilidade e eficácia de suas políticas.
Diante desse cenário de pressão política sobre o Federal Reserve, o Goldman Sachs revisou suas previsões de cortes nas taxas de juros do Fed. Agora, a instituição espera duas reduções de 0,25% em junho e setembro de 2026, refletindo sinais de um mercado de trabalho enfraquecido e um crescimento do PIB mais forte do que o esperado. Essas mudanças nas expectativas demonstram a sensibilidade do mercado financeiro às questões políticas que envolvem o banco central.
Impacto da ameaça de acusação contra Powell
A ameaça de acusação contra Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, está gerando preocupações sobre a independência do banco central dos Estados Unidos. O economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius, afirmou que a possível investigação criminal reforça essas preocupações, mas ressaltou a expectativa de que o Fed continue tomando decisões com base em dados econômicos.
O governo de Donald Trump intensificou a pressão sobre o Fed, ameaçando indiciar Powell por comentários feitos ao Congresso. Powell classificou a ação como um pretexto do governo para tentar influenciar as taxas de juros, que o presidente americano deseja reduzir significativamente. Essa situação levanta questionamentos sobre a independência da instituição.
O Goldman Sachs adiou sua previsão de cortes nas taxas de juros do Fed, agora esperando duas reduções de 0,25% em junho e setembro de 2026. Essa mudança nas expectativas reflete indicadores econômicos recentes, como dados mais brandos de emprego e um mercado de trabalho enfraquecido, além de um crescimento do PIB mais forte do que o esperado e a diminuição dos impactos das tarifas. Hatzius, do Goldman Sachs, destacou que as decisões de Powell continuarão sendo pautadas por dados econômicos, apesar das pressões externas.
Previsões do Goldman Sachs
O economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius, expressou preocupações com a independência do Federal Reserve em meio à ameaça de acusação criminal contra o presidente do Fed, Jerome Powell. Hatzius destacou que a pressão crescente do governo de Donald Trump sobre o Fed levanta dúvidas sobre a capacidade do banco central dos EUA de tomar decisões com base em dados econômicos.
Hatzius afirmou durante a conferência anual de estratégia global do Goldman Sachs em Londres que a investigação criminal contra Powell reforça as preocupações sobre a independência do Fed. No entanto, ele expressou confiança de que Powell continuará a tomar decisões com base em dados econômicos, sem ser influenciado por pressões externas.
Além disso, o Goldman Sachs revisou suas previsões de cortes nas taxas de juros do Fed. Agora, o banco espera duas reduções de 0,25% em junho e setembro de 2026, em vez dos movimentos previstos anteriormente para março e junho. Essa mudança nas expectativas reflete dados recentes sobre o mercado de trabalho e o crescimento do PIB, indicando um cenário de enfraquecimento gradual da economia.
Riscos para as previsões do Fed
Os riscos para as previsões do Federal Reserve estão aumentando devido às recentes ameaças e pressões do governo dos Estados Unidos. A ameaça de acusação criminal contra o chefe do Fed, Jerome Powell, levanta preocupações sobre a independência do banco central. O economista-chefe do Goldman Sachs, Jan Hatzius, destacou que essas questões são relevantes, mas espera que o Fed continue a tomar decisões com base em dados econômicos sólidos.
A pressão do presidente Donald Trump sobre o Fed tem sido intensa, com o objetivo de influenciar as decisões sobre as taxas de juros. A ameaça de indiciar Powell por questões relacionadas a um projeto de reforma do prédio do banco central é vista como um pretexto para tentar interferir nas decisões do Fed. Essa situação coloca em cheque a independência da instituição e gera incertezas sobre o futuro das políticas monetárias.
O Goldman Sachs revisou suas previsões para cortes nas taxas de juros do Fed, adiando os movimentos planejados anteriormente. Agora, a expectativa é de duas reduções de 0,25% em junho e setembro de 2026. Essa mudança reflete os desafios econômicos atuais, como o enfraquecimento do mercado de trabalho e os impactos das tarifas comerciais. Hatzius destacou que os riscos para essas previsões são negativos, diante do cenário de pressões políticas e econômicas.
Fonte: https://forbes.com.br






