Inflação do aluguel em Destaque: Resultados de Janeiro e Perspectivas para os Aluguéis

Este artigo aborda inflação do aluguel em destaque: resultados de janeiro e perspectivas para os aluguéis de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

IGP-M em Janeiro: Alta de 0,41%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, apresentou uma alta de 0,41% em janeiro deste ano. Esse resultado representa uma reversão para o campo positivo após a queda de 0,01% registrada no mês de dezembro.

No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador ainda mostra uma retração de 0,91%, marcando o terceiro mês consecutivo de queda nessa janela de um ano. Em janeiro de 2025, o IGP-M havia subido 0,27%, acumulando um total de 6,75% naquele período.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (29). O IGP-M é conhecido como inflação do aluguel devido ao seu uso como base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários, além de ser utilizado para reajustar tarifas públicas e serviços essenciais.

Componentes do IGP-M

Para calcular o IGP-M, são considerados três componentes principais. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) tem o maior peso, representando 60% do indicador. Em janeiro, o IPA subiu 0,34%, impulsionado principalmente pelas altas do minério de ferro, carne bovina e tomate.

Outro componente é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que contribui com 30% do IGP-M. Em janeiro, o IPC teve uma alta de 0,51%, com os maiores impactos vindos do curso de ensino fundamental, curso de ensino superior e gasolina. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que representa 10% do índice, registrou uma variação de 0,63% no mês.

Perspectivas para os Aluguéis

Apesar do acumulado negativo do IGP-M, não é garantido que os aluguéis serão reajustados para baixo, pois alguns contratos condicionam o reajuste à variação positiva do índice. A coleta de preços para o cálculo do IGP-M ocorreu em diversas cidades do país, e o período de levantamento foi de 21 de dezembro de 2025 a 20 de janeiro.

Acumulado de 12 Meses: Queda de 0,91%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou uma queda de 0,91% no acumulado de 12 meses, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse resultado marca o terceiro mês consecutivo de retração nas janelas de um ano. Em janeiro de 2025, o acumulado era de 6,75%, mostrando uma significativa diferença em relação ao cenário atual.

O IGP-M, também conhecido como 'inflação do aluguel', é um indicador relevante para o mercado imobiliário, pois costuma ser utilizado como base para o cálculo de reajuste anual de contratos de locação. Apesar da queda no acumulado de 12 meses, é importante ressaltar que essa variação negativa não necessariamente resulta em uma redução nos valores dos aluguéis. Isso ocorre porque muitos contratos preveem reajustes apenas em casos de variação positiva do índice.

Os componentes que influenciaram o resultado do IGP-M em janeiro incluem o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que teve uma alta de 0,34%, puxado principalmente pelo aumento nos preços do minério de ferro, carne bovina e tomate. Além disso, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,51%, com destaque para os aumentos nos cursos de ensino e no preço da gasolina. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou uma variação de 0,63% no mês.

Componentes do IGP-M

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) é conhecido como “inflação do aluguel” e é calculado levando em consideração três componentes principais. O primeiro deles é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que representa 60% do índice total. Em janeiro, o IPA subiu 0,34%, impulsionado pelas altas do minério de ferro (4,47%), carne bovina (1,37%) e tomate (29,5%).

Outro componente relevante é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do IGP-M. Em janeiro, o IPC teve uma alta de 0,51%, com as maiores pressões de alta vindo do curso de ensino fundamental (3,83%), curso de ensino superior (3,13%) e gasolina (1,02%).

O terceiro componente considerado pela FGV para o cálculo do IGP-M é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que registrou aumento de 0,63% no mês. Dentro do INCC, os materiais, equipamentos e serviços subiram 0,34%, enquanto a mão de obra teve uma alta de 1,03%.

Perspectivas para os Aluguéis

As perspectivas para os aluguéis neste início de 2026 são influenciadas diretamente pelo comportamento do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel. Apesar de ter apresentado uma leve alta de 0,41% em janeiro, o indicador acumula uma retração de 0,91% nos últimos 12 meses. Isso significa que, mesmo com a variação positiva no mês, os aluguéis podem não ter reajustes para cima, já que muitos contratos incluem cláusulas que condicionam o aumento às variações positivas do índice. Portanto, a tendência é que os aluguéis mantenham uma estabilidade ou até mesmo uma redução, considerando o acumulado negativo do IGP-M.

Além do IGP-M, outros fatores também podem influenciar as perspectivas para os aluguéis ao longo do ano. A situação econômica do país, a oferta e demanda por imóveis, as políticas de incentivo à construção civil e o comportamento do mercado imobiliário como um todo são elementos que podem impactar nos valores dos aluguéis. Diante desse cenário de incertezas e oscilações, os proprietários e inquilinos precisam estar atentos às negociações de contratos e às possíveis mudanças no mercado para garantir um equilíbrio nas relações locatícias.

É importante ressaltar que, mesmo com a queda no acumulado do IGP-M, os reajustes dos aluguéis ainda são regidos pelas regras contratuais estabelecidas entre as partes. Portanto, a expectativa é de que os aluguéis continuem sendo ajustados conforme as cláusulas contratuais vigentes, levando em consideração não apenas a variação do índice de inflação, mas também outros aspectos que impactam no mercado imobiliário. Assim, a previsão é de que os aluguéis permaneçam estáveis ou com possíveis reduções, refletindo a conjuntura econômica e as condições do mercado de locação de imóveis.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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