
Investigações sobre repasses suspeitos na Farra do INSS e CPI da Covid
Este artigo aborda investigações sobre repasses suspeitos na farra do inss e cpi da covid de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Transferências da Cifrão Tecnologia para a BSF Gestão de Saúde
A empresa Cifrão Tecnologia, ligada ao contador da Conafer Samuel Chrisostomo, foi identificada realizando transferências suspeitas para a BSF Gestão de Saúde. De acordo com um relatório do Coaf enviado à CPMI do INSS, a Cifrão Tecnologia transferiu R$ 300 mil para a BSF logo após receber R$ 1,6 milhão da Conafer em outubro de 2023.
Além disso, no mesmo período, foram realizadas outras 60 transferências imediatas saindo das contas da empresa, incluindo um Pix de R$ 150 mil para a JSM Serviços, R$ 100 mil para N & C Distribuidora de Agropecuários e R$ 22 mil para Lucineide dos Santos Oliveira, sócia da AAB. Também houve uma transferência de R$ 525 mil para a Solution BRB Nova, outra empresa de Samuel Chrisostomo.
A Cifrão Tecnologia, classificada como microempresa de desenvolvimento de programas de computador, apresentou movimentação financeira muito acima de seu faturamento declarado, levantando suspeitas de irregularidades. Já a BSF Gestão de Saúde atua na consultoria e gestão de benefícios em saúde, especialmente planos de medicamentos e assistência farmacêutica, e foi alvo de investigações na CPMI da Covid-19.
Relatório do Coaf sobre movimentação financeira suspeita
Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelou uma movimentação financeira suspeita envolvendo a empresa Cifrão Tecnologia, pertencente ao contador da Conafer, Samuel Chrisostomo. De acordo com o documento, a Cifrão transferiu R$ 300 mil, via Pix, para a BSF Gestão de Saúde, que foi investigada na CPMI da Covid-19 por possíveis irregularidades em contratos com o Ministério da Saúde.
Além disso, o relatório apontou que a Cifrão Tecnologia recebeu R$ 1,6 milhão da Conafer e realizou diversas transferências, incluindo um Pix de R$ 150 mil para a JSM Serviços, R$ 100 mil para N & C Distribuidora de Agropecuários e R$ 22 mil para a sócia da AAB. Outro montante, no valor de R$ 525 mil, foi transferido para a Solution BRB Nova, outra empresa de propriedade de Samuel.
A análise do Coaf destacou que a Cifrão Tecnologia, uma microempresa de desenvolvimento de programas de computador, apresentou movimentação financeira muito superior ao seu faturamento declarado, levantando suspeitas de ser uma empresa laranja. Já a BSF Gestão de Saúde atua no ramo de consultoria e gestão de benefícios em saúde, sendo descrita como indiretamente ligada à Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda.
Ligações da BSF Gestão de Saúde com outras empresas investigadas
Durante as investigações sobre repasses suspeitos na Farra do INSS e na CPI da Covid, foi descoberto que a BSF Gestão de Saúde recebeu um montante de R$ 300 mil da empresa Cifrão Tecnologia, ligada ao contador da Conafer, Samuel Chrisostomo. Essa transferência ocorreu logo após a Cifrão receber R$ 1,6 milhão da Conafer, em outubro de 2023.
Além disso, outras 60 transferências imediatas foram feitas pela Cifrão Tecnologia na mesma data, incluindo um Pix de R$ 150 mil para a JSM Serviços, R$ 100 mil para a N & C Distribuidora de Agropecuários e R$ 22 mil para a sócia da Associação de Aposentados do Brasil (AAB). Samuel também transferiu R$ 525 mil para a Solution BRB Nova, outra empresa de sua propriedade.
A Cifrão Tecnologia, de acordo com o relatório do Coaf, é uma microempresa que atua no desenvolvimento de programas de computador, mas teve uma movimentação financeira muito acima de seu faturamento declarado. Já a BSF Gestão de Saúde é uma empresa especializada em consultoria e gestão de benefícios em saúde, levantando suspeitas de ser uma empresa laranja devido aos repasses suspeitos.
Investigação da CPI da Pandemia e do MPF sobre a BSF e a Precisa Medicamentos
A investigação da CPI da Pandemia e do Ministério Público Federal (MPF) sobre a BSF Gestão de Saúde e a Precisa Medicamentos tem revelado informações preocupantes. Uma empresa em nome de Samuel Chrisostomo, contador da Confederação Nacional dos Agricultores e Empreendedores Familiares (Conafer), transferiu R$ 300 mil, via Pix, à BSF Gestão de Saúde. Essa companhia foi investigada na CPMI da Covid-19 em 2021 por suspeitas de irregularidades em contratos com o Ministério da Saúde. A empresa em questão é a Cifrão Tecnologia, um dos vários CNPJs criados por Samuel, que opera em um sobrado localizado no Distrito Federal e também abriga companhias da sócia de outra ONG investigada na fraude do INSS, a Associação de Aposentados do Brasil (AAB).
Segundo um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) enviado à CPMI do INSS, a Cifrão Tecnologia transferiu o montante à BSF logo após receber R$ 1,6 milhão da Conafer. Além disso, outras transferências imediatas saíram das contas da empresa, incluindo um Pix de R$ 150 mil para a JSM Serviços, R$ 100 mil para N & C Distribuidora de Agropecuários e R$ 22 mil para a sócia da AAB. Samuel também transferiu R$ 525 mil para a Solution BRB Nova, uma segunda empresa pertencente a ele. A movimentação exorbitante da Cifrão, em contraste com seu faturamento declarado, chamou a atenção dos órgãos de fiscalização, levantando suspeitas de ser uma empresa laranja.
A BSF Gestão de Saúde é uma empresa focada em consultoria e gestão de benefícios em saúde, especialmente planos de medicamentos e assistência farmacêutica. A investigação revelou que a BSF é indiretamente ligada à Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda., empresa que também está sendo investigada. Os repasses suspeitos, a movimentação financeira atípica e a possível ligação entre as empresas têm levantado questões sobre possíveis irregularidades e esquemas ilícitos envolvendo essas organizações.
Operação Pés de Barro: suspeitas de fraudes na aquisição de medicamentos
A Operação Pés de Barro está investigando suspeitas de fraudes na aquisição de medicamentos, em meio a escândalos envolvendo repasses suspeitos na Farra do INSS e na CPI da Covid. Uma das empresas sob investigação é a Cifrão Tecnologia, ligada ao contador da Conafer, Samuel Chrisostomo, envolvido em descontos indevidos. De acordo com um relatório do Coaf, a Cifrão transferiu R$ 300 mil, via Pix, para a BSF Gestão de Saúde logo após receber R$ 1,6 milhão da Conafer.
Além disso, 60 outras transferências imediatas foram feitas pela Cifrão na mesma data, incluindo valores significativos para outras empresas. O Coaf aponta que a Cifrão, uma microempresa de desenvolvimento de programas de computador, movimentou valores muito acima de seu faturamento declarado, levantando suspeitas sobre a legalidade das transações. Já a BSF Gestão de Saúde é uma empresa de consultoria e gestão de benefícios em saúde, com foco em planos de medicamentos e assistência farmacêutica.
Os repasses suspeitos, a movimentação financeira atípica da Cifrão e a falta de explicações plausíveis para as transferências levantaram alertas nos órgãos de fiscalização, que suspeitam que a empresa possa ser uma empresa laranja. O relatório do Coaf também aponta a BSF como indiretamente ligada à Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda., reforçando a complexidade das investigações em torno das fraudes na aquisição de medicamentos.
Repasse a lobista e conexões com o Primeiro Comando da Capital
As investigações sobre os repasses suspeitos na Farra do INSS e na CPI da Covid revelaram conexões preocupantes entre lobistas e organizações criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC). Uma empresa em nome de Samuel Chrisostomo, contador da Conafer, transferiu R$ 300 mil via Pix para a BSF Gestão de Saúde, empresa investigada na CPMI da Covid-19 por irregularidades. A Cifrão Tecnologia, empresa de Samuel, também realizou outras transferências suspeitas, levantando questionamentos sobre possíveis esquemas ilegais.
Além do montante transferido para a BSF, a Cifrão Tecnologia realizou diversas outras transferências imediatas para diferentes destinatários, incluindo a JSM Serviços e a N & C Distribuidora de Agropecuários. O relatório do Coaf revelou que a empresa movimentou valores muito acima de sua capacidade declarada, levantando suspeitas de lavagem de dinheiro e atuação como empresa laranja. A conexão com a sócia da AAB, também investigada na fraude do INSS, reforça as suspeitas de esquemas ilícitos na Farra do INSS.
A BSF Gestão de Saúde, por sua vez, é descrita como uma empresa de consultoria em benefícios de saúde, mas as transferências suspeitas e a ligação indireta com a Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda. apontam para possíveis atividades ilegais. A movimentação financeira exorbitante da Cifrão Tecnologia e as conexões com lobistas e organizações criminosas como o PCC evidenciam a complexidade dos esquemas de corrupção investigados nas CPIs em andamento.
Fonte: https://www.metropoles.com






