Kering Anuncia Recuperação no Quarto Trimestre e Expectativas para o Mercado de Luxo em

Este artigo aborda kering anuncia recuperação no quarto trimestre e expectativas para o mercado de luxo em de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Desempenho da Kering no Quarto Trimestre

A Kering divulgou uma queda ligeiramente menor do que o esperado nas vendas do quarto trimestre, marcando o primeiro trimestre sob a liderança do novo CEO Luca de Meo. As ações da empresa subiram até 13% no início do pregão, sinalizando confiança dos investidores.

Apesar da desaceleração das vendas da Gucci e da queda nos lucros, as expectativas para a recuperação da marca recaem sobre o novo diretor criativo Demna. As vendas totais da Kering atingiram 3,9 bilhões de euros, uma queda de 3% em relação ao ano anterior, superando as previsões dos analistas.

Para 2026, o mercado de luxo e suas ações listadas em bolsa, incluindo a Kering, estão passando por altos e baixos. Após anos de expansão, a perspectiva para o próximo ano é de uma recuperação entre 3% a 5%, embora a lucratividade ainda permaneça sob pressão devido à inflação global e outras variáveis econômicas.

Desafios Enfrentados pela Gucci

A Gucci, marca italiana de luxo pertencente à Kering, enfrentou desafios significativos nos últimos anos. Desde a saída de Alessandro Michele, os estilos maximalistas que marcaram a marca caíram em desuso, resultando em uma desaceleração nas vendas e na queda dos lucros. Mesmo com a chegada do novo diretor criativo, Sabato de Sarno, a recuperação ainda não foi alcançada.

As vendas da Gucci no último trimestre caíram 10%, impactando diretamente os resultados da Kering. Essa queda foi menor do que a prevista pelos analistas, mas ainda assim representa um desafio para a marca. Com a expectativa de crescimento em 2026, a pressão sobre a Gucci para se recuperar e impulsionar os resultados da empresa é grande.

A esperança de recuperação recai agora sobre o novo diretor criativo, Demna, que está prestes a apresentar seu primeiro desfile em Milão. Com a expectativa de um ano melhor para o mercado de luxo em 2026, a Gucci terá que enfrentar a concorrência e as mudanças no comportamento do consumidor para retomar seu crescimento e lucratividade.

Expectativas para as Ações de Marcas de Luxo em 2026

O mercado de luxo na Europa e suas ações listadas em bolsa (LVMH, Kering, Hermés, Richemont, Ferrari e Porsche) vêm enfrentando desafios nos últimos anos. Após um período de expansão robusta impulsionada pela demanda pós-pandemia, a base de clientes de luxo global diminuiu significativamente, de 400 milhões em 2022 para 330 milhões em 2025. Isso se deve, em parte, à perda de 70 milhões de consumidores 'aspiracionais', que estão mais cautelosos diante da incerteza econômica e do aumento da inflação.

Para o ano de 2026, as expectativas para as ações das marcas de luxo são mais otimistas. A maioria dos especialistas projeta uma recuperação moderada, com crescimento estimado entre 3% a 5%. Embora não se espere um desempenho excepcional, a perspectiva é de uma melhora em relação aos anos anteriores. No entanto, a lucratividade continuará sob pressão devido à inflação global mais alta, tarifas comerciais e a necessidade de manter promoções para estimular as vendas.

Perspectivas para o Mercado de Luxo em 2026

O mercado de luxo enfrentou desafios significativos nos últimos anos, com a pandemia afetando diretamente o comportamento do consumidor e a economia global. No entanto, as expectativas para 2026 são mais otimistas, com especialistas projetando uma recuperação entre 3% a 5% nas vendas das marcas de luxo. Após uma redução na base global de clientes de luxo devido a incertezas econômicas e inflação global, espera-se que o setor se recupere gradualmente no próximo ano.

Os analistas também apontam que a lucratividade das marcas de luxo continuará sob pressão, devido a fatores como inflação mais alta, tarifas comerciais e promoções. No entanto, a perspectiva é de um ano melhor em 2026, com a possibilidade de um aumento nas margens e crescimento em todas as marcas. Com o cenário econômico global se estabilizando e a demanda dos consumidores se recuperando, as marcas de luxo têm a oportunidade de se destacar e retomar o crescimento no próximo ano.

Fonte: https://forbes.com.br

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