
Menina agredida por PM no Carnaval relata dor e falta de ajuda
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Descrição do incidente durante o Carnaval
Na terça-feira de Carnaval, 17 de fevereiro, uma adolescente de 15 anos foi agredida por um policial militar em Campo Grande, enquanto se divertia com a irmã e uma amiga. O incidente ocorreu no cruzamento da Rua 14 de Julho com a Avenida Mato Grosso, na região da Esplanada Ferroviária, onde a jovem relatou ter sido derrubada com um chute nas costas. Segundo seu testemunho, a confusão começou com uma discussão e não havia briga física até a intervenção dos policiais, que, em vez de mediar a situação, optaram por agredir as jovens com cassetetes.
A adolescente afirmou que os policiais se aproximaram com os bastões em mãos, atacando-a e à sua irmã sem aviso. Após o ataque, a jovem descreveu a dor intensa que sentia, especialmente no braço, e lamentou a falta de socorro imediato. Ela destacou que, após a queda, nenhum policial se ofereceu para ajudá-la, mesmo estando uma policial no local. O episódio não só deixou marcas físicas, mas também emocionais, gerando uma sensação de abandono e insegurança durante um momento que deveria ser de festa.
A gravidade do incidente foi acentuada pela divulgação de um vídeo que capturou o momento exato em que a adolescente é chutada e cai ao chão. Esse registro gerou indignação nas redes sociais e levantou questionamentos sobre a conduta dos policiais. Além disso, a irmã da adolescente também ficou ferida, apresentando uma fratura no braço provocada por um cassetete. A família da jovem pretende processar a polícia, embora ainda não tenha formalizado um boletim de ocorrência.
Reação da adolescente e suas feridas
A adolescente de 15 anos, que foi agredida por um policial militar durante o Carnaval em Campo Grande, relatou que a dor que sente é constante e intensa, especialmente em seu braço. Segundo ela, o chute nas costas que a derrubou resultou em um desconforto significativo, levando-a a acreditar que poderia ter deslocado o membro. A jovem também mencionou que, além das feridas físicas, a experiência a deixou emocionalmente abalada, refletindo sobre a falta de apoio e empatia que deveria ter recebido após a agressão.
Durante a agressão, que ocorreu no cruzamento da Rua 14 de Julho com a Avenida Mato Grosso, a adolescente estava acompanhada de sua irmã e uma amiga. Apesar de não haver uma briga física antes da intervenção policial, a situação rapidamente se agravou. A jovem descreveu que os policiais se aproximaram e, sem qualquer aviso, começaram a agredi-las com cassetetes, culminando na ação violenta que a fez cair ao chão. Após a queda, ela se deu conta de que nenhum agente se ofereceu para prestar socorro, o que aumentou sua frustração e desamparo.
A irmã da adolescente também foi vítima da ação policial, tendo sofrido uma fratura no braço após ser atingida com um cassetete. A família, indignada com o ocorrido, está avaliando a possibilidade de processar a polícia, embora ainda não tenha registrado oficialmente um boletim de ocorrência. A repercussão do caso nas redes sociais gerou um debate sobre a conduta dos agentes e levantou questionamentos sobre a necessidade de uma abordagem mais humanizada por parte das forças de segurança em situações de conflito.
Posição da família e intenção de processar a polícia
A família da adolescente agredida durante o Carnaval em Campo Grande manifestou intenção de processar a Polícia Militar, após os eventos traumáticos que resultaram em lesões físicas na jovem. A mãe da menina, visivelmente abalada, enfatizou que a agressão não apenas deixou marcas físicas, mas também emocionais. Ela afirmou que é inaceitável que uma autoridade policial, que deveria proteger a população, tenha agido de forma tão violenta e desproporcional. A família, que ainda não registrou um boletim de ocorrência formal, está buscando orientação jurídica para dar início ao processo contra os policiais envolvidos, alegando que a conduta deles foi abusiva e injustificada.
Além da intenção de ação judicial, a família expressou preocupação com a falta de assistência imediata após a agressão. A adolescente relatou que, após ser chutada e cair no chão, nenhum dos policiais presentes prestou socorro, o que agrava ainda mais a indignação da família. 'Ninguém se importou com o que aconteceu, não havia apenas uma discussão, mas sim uma brutalidade desmedida', destacou a mãe. A família deseja que o caso sirva de alerta e que outros cidadãos não passem pela mesma experiência de violência policial sem justificativa.
As imagens da agressão, amplamente compartilhadas nas redes sociais, intensificaram o clamor por justiça e responsabilização dos envolvidos. A repercussão do caso também levantou questões sobre a formação e o comportamento das forças de segurança em eventos públicos, principalmente em situações de multidão, onde a abordagem deve ser cautelosa e respeitosa. A expectativa da família é que a investigação da Corregedoria da Polícia Militar leve a uma resposta clara e a possíveis punições para os agentes, evitando que incidentes semelhantes se repitam no futuro.
Implicações e reações nas redes sociais
O caso da adolescente agredida por um policial militar durante o carnaval em Campo Grande gerou uma onda de indignação nas redes sociais. O vídeo da agressão, que mostra o momento em que a jovem é chutada, rapidamente se tornou viral, levando internautas a questionarem a atuação da polícia e a legitimidade da força usada pelos agentes. A hashtag #JustiçaParaAdolescente começou a ser amplamente compartilhada, refletindo a preocupação da sociedade com a violência policial e a falta de responsabilidade dos agentes em situações de conflito.
Além das críticas, muitos usuários das redes sociais expressaram solidariedade à vítima e sua família, pedindo que as autoridades tomem medidas efetivas para garantir a segurança de todos, especialmente durante eventos públicos como o carnaval. Influenciadores e organizações de direitos humanos também se manifestaram, chamando a atenção para a necessidade de uma reforma no policiamento e no treinamento de agentes, visando reduzir abusos de poder e garantir o respeito aos direitos humanos durante a abordagem a civis.
A repercussão do incidente também suscitou discussões sobre a importância de se registrar formalmente casos de abuso policial. Especialistas em direitos humanos enfatizam que a documentação e o registro de ocorrências são essenciais para que as autoridades possam investigar e responsabilizar os envolvidos em atos de violência. A expectativa é que a pressão nas redes sociais leve a um aprofundamento das investigações e a um ambiente de maior transparência nas ações policiais.
Resposta da Polícia Militar sobre o caso
A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) se manifestou sobre o caso da adolescente agredida durante o Carnaval, que foi amplamente divulgado nas redes sociais. Em nota oficial, a corporação informou que, até o momento, não recebeu qualquer boletim de ocorrência ou registro formal relacionado ao incidente. As informações que chegaram à PMMS se baseiam apenas nas imagens que circulam na internet, que mostram o momento da agressão, mas não detalham os eventos que levaram à situação.
A nota da PMMS também destaca que os policiais envolvidos no ocorrido já foram identificados e a Corregedoria da corporação iniciou um procedimento administrativo para investigar o caso. A Polícia Militar enfatizou que não tolera desvios de conduta e que qualquer ação fora dos limites operacionais será apurada rigorosamente, podendo resultar em punições para os responsáveis, caso sejam comprovadas irregularidades.
A corporação reiterou seu compromisso com a legalidade e o respeito aos direitos dos cidadãos, afirmando que a PMMS não coaduna com práticas que extrapolem suas diretrizes e doutrinas operacionais. A expectativa é de que a investigação traga esclarecimentos sobre os fatos e assegure a responsabilização adequada, caso necessário.
Fonte: https://g1.globo.com






