
Movimento ‘Justiça Por Orelha’ mobiliza ONGs de proteção animal no Amapá
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Caso do cão Orelha em Florianópolis
O caso do cão Orelha em Florianópolis, que comoveu o Brasil, resultou no indiciamento de três pessoas por coação. O animal comunitário foi agredido na Praia Brava e não resistiu aos maus-tratos. A morte de Orelha mobilizou ONGs de proteção animal no Amapá, que aderiram ao movimento nacional #JustiçaPorOrelha.
Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos do crime de maus-tratos contra Orelha. Nas redes sociais, a comoção foi intensa, com celebridades, moradores e defensores dos animais exigindo providências das autoridades. O Instituto Anjos Protetores, ONG amapaense, também se uniu ao movimento, destacando a importância da visibilidade do caso para expor a fragilidade da legislação brasileira.
Gabriela Pereira, voluntária da organização, ressaltou a necessidade de punições mais rigorosas para crimes contra animais. Ela enfatizou que casos de maus-tratos ainda ocorrem no Amapá, como o de um cachorro que teve a pata amputada. A voluntária defende que apenas com leis mais rígidas e aplicação efetiva das penas previstas no código penal será possível combater a violência contra os animais.
Adesão ao movimento nacional no Amapá
No Amapá, a adesão ao movimento nacional #JustiçaPorOrelha tem mobilizado diversas ONGs de proteção animal. O Instituto Anjos Protetores, uma das organizações locais, abraçou a causa em busca de justiça para o caso do cão comunitário Orelha, agredido e morto em Florianópolis (SC). A voluntária da instituição, Gabriela Pereira, ressalta a importância da visibilidade do caso para evidenciar as lacunas na legislação brasileira.
Para Gabriela, a repercussão do caso Orelha é fundamental para expor a fragilidade das leis de proteção animal no país. Ela destaca que a impunidade e as penas brandas contribuem para a perpetuação de atos de violência contra os animais. A voluntária ressalta a necessidade de uma aplicação efetiva das punições previstas no código penal, independentemente da idade dos envolvidos, como forma de combater a crueldade.
Além do caso emblemático de Orelha, o Amapá também registra outros episódios de maus-tratos a animais, como o recente caso de um cachorro que teve uma pata decepada por um facão em Macapá. Testemunhas apontam o tutor do animal como principal suspeito, e a Polícia Civil iniciou investigações sobre o ocorrido. A adesão ao movimento #JustiçaPorOrelha no estado demonstra a união das ONGs e da sociedade civil na luta por uma legislação mais rígida e eficaz na proteção dos animais.
Apelo por mudanças na legislação brasileira
O movimento 'Justiça Por Orelha' trouxe à tona a necessidade de mudanças na legislação brasileira no que diz respeito aos crimes de maus-tratos contra animais. A comoção gerada pelo caso do cachorro Orelha, agredido até a morte em Florianópolis, evidenciou a fragilidade das leis existentes. O Brasil ainda carece de punições mais severas e efetivas para os responsáveis por atos de violência contra os animais. A mobilização das ONGs de proteção animal no Amapá é um reflexo do clamor por justiça e por uma legislação mais rigorosa.
Gabriela Pereira, voluntária da ONG Anjos Protetores, ressaltou a importância do endurecimento das leis como forma de coibir a violência contra os animais. Ela defende que as punições previstas no código penal sejam aplicadas de maneira efetiva, sem distinção de idade dos envolvidos nos casos de maus-tratos. A voluntária destaca que enquanto as leis permanecerem brandas, os episódios de agressão aos animais continuarão a ocorrer, como evidenciado por casos recentes no Amapá.
A necessidade de mudanças na legislação brasileira para coibir os crimes de maus-tratos contra animais não se restringe ao caso do cachorro Orelha. Incidentes como o cachorro que teve a pata amputada, o animal agredido por cruzar com uma cadela e o cão com a pata decepada em Macapá são exemplos de que a violência persiste. A sociedade clama por uma legislação mais rígida e pela aplicação efetiva das punições previstas, a fim de garantir a proteção dos animais e a justiça em casos de crueldade.
Casos de maus-tratos a animais no Amapá
Os casos de maus-tratos a animais no Amapá têm preocupado cada vez mais a população e as organizações de proteção animal. Recentemente, um cachorrinho teve uma das patas decepadas por um facão em Macapá, gerando revolta e indignação. Imagens mostram o animal coberto de sangue e caído na rua, enquanto testemunhas apontam o tutor do cachorro como o principal suspeito. A Polícia Civil do Amapá já recebeu os relatos e está investigando o caso, mas até o momento ninguém foi preso.
Além desse caso recente, é importante relembrar episódios marcantes de maus-tratos a animais no estado, como o caso do cão 'Costelinha', que há 10 anos e 4 meses chocou o Brasil. O animal foi brutalmente agredido com pelo menos 10 pauladas na cabeça, sendo o principal suspeito um ex-lutador de MMA. O episódio aconteceu no bairro do Buritizal, em Macapá, e evidenciou a crueldade e impunidade em casos de violência contra animais na região.
Diante dessas situações alarmantes, ONGs de proteção animal no Amapá têm se mobilizado cada vez mais, exigindo justiça e medidas efetivas para coibir os maus-tratos. A necessidade de um endurecimento das leis e de punições mais severas para os responsáveis por atos de violência contra animais é destacada pelos defensores da causa, como a voluntária Gabriela Pereira, do Instituto Anjos Protetores. A sociedade civil e as autoridades locais precisam unir esforços para garantir a proteção e o bem-estar dos animais no estado.
Fonte: https://g1.globo.com





