Oposição e governistas divergem sobre CPI do Master

Este artigo aborda oposição e governistas divergem sobre cpi do master de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Acusações da oposição

Integrantes da oposição acusam petistas de apoiar somente a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) restrita às negociações do Banco Master com o BRB (Banco de Brasília) por avaliarem que esse requerimento, na prática, tem mais dificuldades de avançar. Governistas que apoiam a criação da comissão negam que haja qualquer segunda intenção.

Dessa forma, para deputados da oposição, esse pedido encampado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), de oposição ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), “já nasce morto”. "Esse apoio dos governistas é para inglês ver. Estão apoiando porque sabem que não tem futuro", disse o líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).

Governistas e oposicionistas têm divergido em torno das comissões para investigar ações do Master, liquidado pelo Banco Central. Essa proposta de criação de uma CPI de escopo mais restrito encontrou maior respaldo entre deputados do PT do que a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), encabeçada por partidos de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso.

Negativas dos governistas

Os governistas que apoiam a criação da CPI do Master negam qualquer segunda intenção por trás do pedido. Eles afirmam que a intenção é investigar as negociações do Banco Master com o BRB de forma transparente e imparcial.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, já deixou claro que seguirá a ordem cronológica dos pedidos de CPI, havendo cerca de 15 na fila. Atualmente, nenhuma CPI está em funcionamento na Câmara, o que demonstra a importância de se respeitar a fila de pedidos.

Para os governistas, o apoio à CPI do Master não se trata de uma ação "para inglês ver", como acusam os deputados da oposição. Eles argumentam que o pedido de CPI é legítimo e que a comissão terá um papel fundamental na investigação das ações do Banco Master, liquidado pelo Banco Central.

Divergências sobre a criação da CPI

A criação da CPI do Master tem gerado divergências entre oposição e governistas no Congresso Nacional. Enquanto integrantes da oposição acusam os petistas de apoiarem apenas uma CPI restrita às negociações do Banco Master com o BRB, governistas negam qualquer segunda intenção. Para a oposição, o pedido encampado pelo deputado Rodrigo Rollemberg já nasce morto, com apoio dos governistas apenas para cumprir formalidades. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que respeitará a ordem cronológica dos pedidos de CPI, com cerca de 15 na fila, sendo que nenhuma está em funcionamento.

Enquanto a proposta de uma CPI mais restrita encontra apoio entre deputados do PT, a CPMI, liderada pela oposição, é vista com maior resistência pelo partido. A oposição pretende convocar o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, além de pessoas ligadas ao governo Lula e ao STF. O autor do requerimento da CPMI, Carlos Jordy, alega que a resistência se deve ao envolvimento de pessoas poderosas, inclusive membros do Supremo Tribunal Federal.

Resistência do PT à CPMI

A resistência do PT à CPMI do Master se dá, em grande parte, pela preferência dos petistas em apoiar a CPI restrita às negociações do Banco Master com o BRB. Integrantes da oposição acusam o partido de adotar essa postura por acreditarem que a CPI tem menos chances de avançar efetivamente. Já os governistas que defendem a criação da comissão negam qualquer intenção por trás dessa escolha.

Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, a ordem cronológica dos pedidos de CPI será respeitada, sendo que atualmente há cerca de 15 na fila. Nenhuma CPI está em funcionamento na Câmara, o que coloca em discussão a viabilidade de novas investigações parlamentares.

Para os deputados da oposição, o pedido de CPI do Master, liderado por Rodrigo Rollemberg, já é visto como 'nascido morto', devido à falta de apoio e perspectivas de avanço. A resistência do PT à CPMI se baseia, principalmente, no receio de perda de controle sobre os temas abordados e na preocupação de que a comissão se torne um palanque eleitoral, desviando o foco das questões técnicas em análise.

Pedido de CPMI da oposição

A oposição acusa os petistas de apoiarem apenas a CPI restrita às negociações do Banco Master com o BRB, alegando que esse pedido tem menos chances de avançar na prática. Por outro lado, os governistas que apoiam a comissão negam qualquer segunda intenção.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, declarou que respeitará a ordem cronológica dos pedidos de CPI, sendo cerca de 15 na fila, sem nenhuma em funcionamento atualmente. Para os deputados da oposição, o pedido de CPI encampado por Rodrigo Rollemberg, de oposição ao governador do DF, já nasce morto, com apoio dos governistas apenas "para inglês ver".

Os governistas e oposicionistas discordam sobre as comissões para investigar as ações do Master, liquidado pelo Banco Central. A proposta de uma CPI mais restrita tem mais apoio entre os deputados do PT do que a CPMI encabeçada pela oposição. No entanto, ainda não há consenso dentro do PT sobre a CPI, com o líder do governo na Câmara não assinando o pedido, enquanto o novo líder do partido na Casa apoia.

Investigações em andamento

As investigações em andamento sobre o caso do Banco Master têm gerado divergências entre oposição e governistas. Enquanto os integrantes da oposição acusam os petistas de apoiarem apenas a CPI restrita às negociações do Banco Master com o BRB, os governistas negam qualquer segunda intenção.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que respeitará a ordem cronológica dos pedidos de CPI, sendo cerca de 15 na fila, e nenhuma CPI em funcionamento atualmente na Casa. Para os deputados da oposição, o pedido de CPI encampado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg já nasce morto, com apoio dos governistas apenas para cumprir formalidades.

A criação de uma CPI de escopo mais restrito encontrou maior respaldo entre deputados do PT do que a CPMI proposta pela oposição. Dentro do PT, no entanto, não há consenso sobre a CPI, com o líder do governo na Câmara, José Guimarães, não assinando o pedido. Enquanto a oposição pretende convocar o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e pessoas ligadas ao governo Lula e ao STF, a resistência é esperada devido ao envolvimento de figuras poderosas na política.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br

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