
Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Overclean
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Desarticulação de organização criminosa
A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União e a Receita Federal, deflagrou a nona fase da Operação Overclean com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de desvio de recursos públicos. Segundo informações divulgadas, a operação visa combater práticas ilícitas como desvio de verbas provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.
Nesta nova fase, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, sendo o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-Bahia) o principal alvo das investigações. O Supremo Tribunal Federal (STF) expediu os mandados que foram realizados na Bahia e no Distrito Federal. Além disso, foi determinado o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, visando interromper a movimentação de valores ilícitos e preservar ativos para futura reparação aos cofres públicos.
Os crimes pelos quais os investigados poderão responder incluem organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro. A Operação Overclean tem sido realizada em múltiplas fases, desvendando esquemas complexos de desvio de recursos públicos e corrupção em diferentes instâncias do poder público.
Mandados de busca e apreensão
A Polícia Federal (PF), em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Receita Federal, realizou a nona fase da Operação Overclean com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro. Nesta operação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados da Bahia e no Distrito Federal.
O principal alvo dos mandados foi o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-Bahia), e o STF determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas. O objetivo é interromper a movimentação de valores ilícitos e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicos.
De acordo com a PF, os investigados poderão responder por diversos crimes, como organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.
Bloqueio de valores e reparação aos cofres públicos
A Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União e a Receita Federal, durante a nona fase da Operação Overclean, determinaram o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas. O objetivo é interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicos.
Segundo comunicado da PF, os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.
Essa medida de bloqueio de valores demonstra o compromisso das autoridades em combater a corrupção e garantir a reparação dos danos causados aos cofres públicos. A Operação Overclean tem sido fundamental para desarticular esquemas de desvio de recursos públicos e trazer à tona ações ilícitas que prejudicam a sociedade como um todo.
Possíveis crimes investigados
A Polícia Federal está investigando possíveis crimes relacionados à nona fase da Operação Overclean, que incluem desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo informações da PF, os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia e no Distrito Federal, tendo como principal alvo o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-Bahia).
Além disso, os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, bem como lavagem de dinheiro. O Supremo Tribunal Federal determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, visando interromper a movimentação de valores ilícitos e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicos.
As fases iniciais da Operação Overclean, iniciada em dezembro de 2024, apuraram o direcionamento de recursos públicos para empresas e indivíduos ligados a prefeituras baianas, com suspeitas de superfaturamento em obras e desvio de verbas. O esquema ilícito também contava com o apoio de policiais que repassavam informações sensíveis à organização criminosa, levando ao afastamento de oito servidores públicos de suas funções por determinação judicial.
Fases iniciais da Operação Overclean
A Operação Overclean teve início no dia 10 de dezembro de 2024, com a primeira fase visando desarticular um esquema de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e convênios para empresas e indivíduos ligados a prefeituras baianas. Neste momento inicial da investigação, a Polícia Federal identificou a participação de policiais que repassavam informações privilegiadas à organização criminosa, comprometendo a atuação das autoridades federais.
Além disso, a PF contou com a colaboração da Agência Americana de Investigações de Segurança Interna (Homeland Security Investigations) para apurar suspeitas de superfaturamento em obras e desvio de recursos públicos, que teriam alcançado a cifra de R$ 1,4 bilhão. O esquema ilícito atingiu diretamente o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) na Coordenadoria Estadual da Bahia, além de outros órgãos públicos, levando ao afastamento de oito servidores por determinação judicial.
Durante as fases iniciais da Operação Overclean, em junho e julho de 2025, dois prefeitos da Bahia foram afastados por suspeitas de desvio de emendas parlamentares. Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira, de Ibipitanga, e Alan Machado, de Boquira, tiveram seus mandatos suspensos. A investigação também revelou manipulação em procedimentos de licitações e desvio de recursos públicos, demonstrando a complexidade e abrangência do esquema criminoso em questão.
Fases recentes da Operação Overclean
A Polícia Federal (PF), em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Receita Federal, deu continuidade às investigações da Operação Overclean com a deflagração da nona fase. Nesta etapa, os órgãos estão focados em desarticular uma organização criminosa suspeita de desvio de recursos públicos advindos de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.
De acordo com informações divulgadas pela PF, nove mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia e no Distrito Federal. O principal alvo das investigações é o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-Bahia). O Supremo Tribunal Federal (STF) expediu os mandados, e foi determinado o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, visando interromper a movimentação de valores ilícitos e preservar ativos para possível reparação aos cofres públicos.
Além disso, os crimes pelos quais os investigados poderão responder incluem organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, bem como lavagem de dinheiro. As fases iniciais da Operação Overclean, iniciada em dezembro de 2024, investigaram o direcionamento de recursos públicos para empresas e indivíduos ligados a prefeituras baianas, com suspeitas de envolvimento de policiais no esquema. A colaboração com a Homeland Security Investigations também foi destacada nas primeiras frentes de investigação.
Fases recentes
Em junho de 2025, durante a quarta fase da operação, dois prefeitos da Bahia foram afastados por suspeita de desvio de emendas parlamentares: Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira, de Ibipitanga, e Alan Machado, de Boquira.
Na quinta fase, em julho de 2025, o foco das investigações estava na manipulação de procedimentos de licitações e desvio de recursos públicos de emendas parlamentares.






