
Projeto ferroviário em Brasília pode ressuscitar trens de passageiros no Brasil
Este artigo aborda projeto ferroviário em brasília pode ressuscitar trens de passageiros no brasil de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Terreno em Brasília como peça central
O terreno em Brasília, localizado a apenas nove quilômetros da Esplanada dos Ministérios, tornou-se peça central nos planos do governo de ressuscitar os trens de passageiros no Brasil. Com uma área de 4,2 milhões de metros quadrados, equivalente a quase três Parques Ibirapuera, o terreno está sob proteção do Exército e pode viabilizar financeiramente a concessão de seis projetos de transporte ferroviário em todo o país.
Estudos contratados pelo governo estimam o valor do terreno, localizado no entorno da antiga estação rodoferroviária de Brasília, em pelo menos R$ 20 bilhões. No entanto, avaliações de bancos e construtoras apontam um potencial acima de R$ 200 bilhões em VGV (valor geral de vendas), considerando o desenvolvimento imobiliário da área e a comercialização de futuras unidades.
A Lei 14.273 de 2021, novo marco legal do setor, permite considerar operações urbanísticas e exploração imobiliária no entorno de estações como possíveis receitas acessórias dos projetos de ferrovias. Com isso, o Ministério dos Transportes planeja leiloar a primeira nova linha de passageiros, ligando Brasília a Luziânia (GO) em um trajeto de 62 quilômetros, utilizando o terreno dentro do contrato de concessão. Essa iniciativa seria altamente lucrativa para a futura concessionária, que teria como principal negócio o desenvolvimento imobiliário da área.
A antiga estação rodoferroviária de Brasília é vista como um dos últimos espaços nobres para a criação de um novo bairro na região central da cidade. Com a possibilidade de resgatar o transporte ferroviário de passageiros em diversas regiões do país, o Ministério dos Transportes busca dar viabilidade financeira para outros cinco projetos de concessões de trens de passageiros em localidades como Maringá-Londrina (PR), Pelotas-Rio Grande (RS), Fortaleza-Sobral (CE), São Luís-Itapecuru Mirim (MA) e Feira de Santana-Salvador (BA).
Projetos para resgatar transporte ferroviário
O governo brasileiro está planejando ressuscitar os trens de passageiros no país, com projetos para resgatar o transporte ferroviário em diversas regiões. Um terreno de 4,2 milhões de metros quadrados em Brasília, próximo à antiga estação rodoferroviária, está sob os planos do governo. Estudos indicam que o terreno pode viabilizar financeiramente a concessão de seis projetos de transporte ferroviário em todo o Brasil, com estimativas de valor que variam de R$ 20 bilhões a mais de R$ 200 bilhões em VGV (valor geral de vendas).
O Ministério dos Transportes elaborou seis projetos para resgatar o transporte ferroviário de passageiros em diferentes regiões do país. A Lei 14.273 de 2021, novo marco legal do setor, considera operações urbanísticas e exploração imobiliária no entorno de estações como possíveis receitas acessórias dos projetos de ferrovias. O plano inclui o leilão da primeira nova linha de passageiros entre Brasília e Luziânia, com o uso do terreno dentro do contrato de concessão. A antiga estação rodoferroviária em Brasília é vista como um espaço nobre para o desenvolvimento de um novo bairro na região central da cidade.
Além do projeto Brasília-Luziânia, o Ministério dos Transportes busca viabilizar financeiramente outras cinco concessões de trens de passageiros em Maringá-Londrina (PR), Pelotas-Rio Grande (RS), Fortaleza-Sobral (CE), São Luís-Itapecuru Mirim (MA) e Feira de Santana-Salvador (BA). Esses projetos visam reviver o transporte ferroviário de passageiros no Brasil, com a possibilidade de geração de receitas acessórias a partir do desenvolvimento imobiliário nas áreas próximas às estações.
Viabilidade financeira e concessões
O terreno em Brasília, próximo à Esplanada dos Ministérios, é peça central nos planos do governo para ressuscitar os trens de passageiros no Brasil. Com uma área de 4,2 milhões de metros quadrados, estimativas apontam que o terreno pode viabilizar financeiramente a concessão de seis projetos de transporte ferroviário em todo o país.
Estudos contratados pelo governo avaliam o terreno em pelo menos R$ 20 bilhões, mas bancos e construtoras apontam um potencial acima de R$ 200 bilhões em VGV. Essa receita seria proveniente do desenvolvimento imobiliário da área e da comercialização de futuras unidades.
Com a nova Lei 14.273 de 2021, que considera operações urbanísticas e exploração imobiliária no entorno de estações como possíveis receitas acessórias dos projetos de ferrovias, o Ministério dos Transportes planeja leiloar a primeira nova linha de passageiros entre Brasília e Luziânia (GO). Esse trajeto de 62 quilômetros seria extremamente superavitário para a futura concessionária, que desenvolveria a área para fins imobiliários.
Desafios e acordos para a realização
A realização do projeto ferroviário em Brasília envolve diversos desafios e acordos para que se torne viável. Um terreno de 4,2 milhões de metros quadrados, próximo à antiga estação rodoferroviária da capital, é peça fundamental nesse processo. Estudos apontam que o terreno pode ser precificado em R$ 20 bilhões, mas há estimativas que chegam a mais de R$ 200 bilhões em valor geral de vendas (VGV) com o desenvolvimento imobiliário da área.
O Ministério dos Transportes elaborou seis projetos para resgatar o transporte ferroviário de passageiros em diferentes regiões do país. Com a nova Lei 14.273 de 2021, que considera operações urbanísticas e exploração imobiliária no entorno de estações como possíveis receitas acessórias dos projetos de ferrovias, a pasta planeja leiloar a primeira nova linha de passageiros entre Brasília e Luziânia (GO). O uso do terreno dentro do contrato de concessão tornaria o negócio extremamente superavitário para a futura concessionária, que teria como principal atividade o desenvolvimento imobiliário da área.
Além da linha Brasília-Luziânia, o Ministério dos Transportes pretende viabilizar financeiramente outras cinco concessões de trens de passageiros em diferentes regiões do país, como Maringá-Londrina (PR), Pelotas-Rio Grande (RS), Fortaleza-Sobral (CE), São Luís-Itapecuru Mirim (MA) e Feira de Santana-Salvador (BA). Com esses projetos, o governo busca ressuscitar o transporte ferroviário de passageiros no Brasil, utilizando acordos e estratégias para enfrentar os desafios impostos pela realização desse ambicioso projeto.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br






