
STF reúne Lula e cúpula do Congresso na abertura dos trabalhos de 2026
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Presenças na sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026
A sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026 do Supremo Tribunal Federal (STF) contará com a presença de figuras importantes da política brasileira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva marcará presença, assim como os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Além deles, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, foram convidados para representar a classe de integrantes do Ministério Público e dos advogados.
A reunião dos chefes dos Três Poderes acontece em meio a críticas públicas à Corte pela condução das investigações envolvendo as fraudes no Banco Master. Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes negou ter participado de um encontro com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, em 2025. Essas críticas colocaram em foco a atuação do STF e dos ministros em casos polêmicos, como a tentativa de compra do Master pelo BRB.
Além das presenças ilustres e das discussões sobre casos importantes que serão julgados, a sessão de abertura do Ano Judiciário de 2026 promete ser um momento crucial para o debate sobre as decisões da mais alta corte do país e o papel do Judiciário na sociedade brasileira.
Investigações envolvendo fraudes no Banco Master
As investigações envolvendo as fraudes no Banco Master têm gerado críticas à condução do caso pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Alexandre de Moraes foi alvo de especulações após negar ter participado de um encontro com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante o processo de tentativa de compra do banco pelo BRB.
Além disso, o ministro Dias Toffoli também foi alvo de críticas por permanecer como relator do caso, mesmo após a Polícia Federal encontrar irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master, que comprou uma participação em um resort de propriedade de familiares do ministro. A atuação de Toffoli foi defendida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, gerando controvérsias.
Com os primeiros julgamentos do plenário agendados para a próxima semana, o STF terá que lidar com questões importantes, como a validade de regras do Conselho Nacional de Justiça para o uso de redes sociais por juízes, a liberdade de expressão diante de casos de danos à honra e imagem, e a adoção do Programa Escola Sem Partido. As decisões do tribunal serão observadas de perto pela sociedade e pelos envolvidos nas investigações do Banco Master.
Julgamentos previstos para o início do ano
O Supremo Tribunal Federal terá uma agenda movimentada no início de 2026, com vários julgamentos de grande relevância marcados para as próximas semanas. Entre os casos mais aguardados está a decisão sobre a validade das regras do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que limitam o uso das redes sociais por juízes de todo o país, prevista para começar na próxima quarta-feira, dia 4 de fevereiro.
Outro julgamento importante será no dia 11 de fevereiro, quando os ministros vão analisar se a liberdade de expressão pode ser restringida em casos de danos à honra e imagem, a partir de uma denúncia de maus-tratos de animais em uma festa tradicional. Já no dia 19 de fevereiro, a pauta inclui a discussão sobre a adoção do Programa Escola Sem Partido em todo o país.
Além desses casos, a Primeira Turma do STF marcou para o dia 24 de fevereiro o julgamento do caso relacionado ao assassinato da vereadora Marielle Franco, que será mais um dos temas de grande repercussão a serem debatidos pelos ministros do Supremo nos primeiros meses do ano.
Julgamento do assassinato de Marielle Franco
Informações relevantes sobre Julgamento do assassinato de Marielle Franco.






