Tendências dos Casos de Síndrome Respiratória Grave em 2026

Este artigo aborda tendências dos casos de síndrome respiratória grave em 2026 de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Boletim InfoGripe de 2026

O primeiro boletim InfoGripe de 2026, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (8), traz informações importantes sobre a situação dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país. De acordo com o boletim, há um sinal de queda nas tendências de longo e curto prazo em nível nacional, e a maioria dos estados e capitais não apresenta incidência em nível de alerta, risco ou alto risco. No ano de 2025, foram registradas 13.678 mortes por Síndrome Respiratória Grave no Brasil.

Nas últimas oito semanas analisadas, a incidência e a mortalidade semanais médias continuam seguindo o padrão esperado, com maior impacto nas extremidades das faixas etárias. A incidência de SRAG é mais elevada entre as crianças pequenas, enquanto a mortalidade é mais comum entre os idosos. Além disso, o boletim destaca que o rinovírus e o metapneumovírus têm tido um impacto significativo nos casos de SRAG, especialmente entre as crianças.

Em relação aos óbitos por SRAG em 2025, dos 13.678 casos registrados, 50,4% tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, sendo a influenza A responsável por 47,8% dos óbitos positivos, seguida pelo Sars-CoV-2 (Covid-19) com 24,7%. A análise abrange a Semana Epidemiológica 53, do final de dezembro de 2025 até início de janeiro de 2026.

Incidência e mortalidade

O primeiro boletim InfoGripe de 2026, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta que a incidência e mortalidade por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país estão em queda. Durante o ano de 2025, foram registradas 13.678 mortes por SRAG no Brasil.

Nas últimas oito semanas, a incidência e a mortalidade semanais médias mantêm o padrão de maior impacto nas extremidades das faixas etárias analisadas. A incidência de SRAG é mais elevada entre as crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra nos idosos.

Em relação aos demais vírus circulantes no país, como rinovírus e metapneumovírus, o impacto nos casos de SRAG tem sido mais significativo entre as crianças. Em 2025, dos 13.678 óbitos por SRAG, 50,4% tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, sendo 24,7% associados ao Sars-CoV-2 (Covid-19).

Principais vírus associados

A análise dos principais vírus associados aos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026 revela que o impacto tem se concentrado principalmente entre as crianças e está associado principalmente ao rinovírus e ao metapneumovírus. Essa informação é crucial para entender as tendências atuais e futuras da saúde respiratória no país.

Durante o ano de 2025, foram registradas 13.678 mortes por SRAG no Brasil. Dentre esses óbitos, 50,4% apresentaram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Os dados mostram que a influenza A representou 47,8% dos casos positivos, seguida pelo rinovírus com 14,9% e pelo Sars-CoV-2 (Covid-19) com 24,7%. Essas estatísticas destacam a importância da vigilância e controle dessas infecções virais para a saúde pública.

É fundamental ressaltar que a análise abrange a Semana Epidemiológica 53, no período de 28 de dezembro de 2025 a 3 de janeiro de 2026. Nesse contexto, a incidência e mortalidade estão sujeitas a variações, evidenciando a dinâmica dos casos de SRAG e a necessidade de medidas preventivas eficazes para conter a propagação desses vírus.

Óbitos por SRAG em 2025

Durante o ano de 2025, o Brasil registrou um total de 13.678 óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Dentre esses casos, cerca de 50,4% apresentaram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Além disso, 40,4% dos óbitos foram negativos e aproximadamente 1,6% ainda aguardavam resultado laboratorial.

Entre os casos positivos, foi observado que 47,8% foram causados pelo vírus da influenza A, 1,8% pela influenza B, 10,8% pelo vírus sincicial respiratório, 14,9% pelo rinovírus e 24,7% pelo Sars-CoV-2 (Covid-19). Esses dados refletem a diversidade de agentes causadores de SRAG e a importância de identificar corretamente o agente viral responsável pela síndrome respiratória.

A análise dos óbitos por SRAG abrangeu a Semana Epidemiológica 53, compreendendo o período de 28 de dezembro de 2025 a 3 de janeiro de 2026. Esses números evidenciam a gravidade e a variedade de vírus respiratórios circulantes no país, reforçando a importância da vigilância epidemiológica e do monitoramento contínuo para prevenção e controle de doenças respiratórias.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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