Toffoli prorroga investigações sobre caso Master por mais 60 dias

Este artigo aborda toffoli prorroga investigações sobre caso master por mais 60 dias de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Prorrogação das investigações

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli prorrogou por mais 60 dias as investigações no âmbito do inquérito 5026, que investiga as irregularidades na operação de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). O pedido de prorrogação foi feito pela Polícia Federal (PF), responsável pelas investigações.

Além da prorrogação, Toffoli determinou a intimação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que esteja ciente da continuidade das investigações. As investigações apontam um esquema de desvios em operações do banco que pode chegar a R$ 12 bilhões, envolvendo emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) sem lastro e promessas de ganhos acima da taxa básica do mercado.

A Polícia Federal também investiga a participação de dirigentes do BRB no esquema. Em março do ano passado, a compra do Banco Master pelo BRB foi anunciada, mas barrada pelo Banco Central devido a irregularidades nos papéis apresentados pelo Master. O ministro Toffoli destacou que as razões para a prorrogação das investigações devem ser deferidas, seguindo com o andamento do caso.

Participação do BRB no esquema

A participação do Banco de Brasília (BRB) no esquema de desvios investigado no caso Master tem sido alvo de apuração pela Polícia Federal (PF). As investigações apontam que dirigentes do BRB podem ter envolvimento nas irregularidades que envolvem a compra do Banco Master. Em março do ano passado, o BRB anunciou a aquisição do Master com o aval do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. No entanto, a operação foi impedida pelo Banco Central (BC) devido a irregularidades identificadas nos documentos apresentados pelo Master para garantir a solidez de sua carteira.

O ministro do STF, Dias Toffoli, prorrogou as investigações por mais 60 dias, atendendo a um pedido da Polícia Federal. Além disso, determinou a intimação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para ciência da continuidade das apurações. As autoridades estão apurando um esquema de desvios que pode chegar a R$ 12 bilhões, envolvendo a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) sem lastro. A PF deflagrou uma nova fase da Operação Compliance Zero para investigar o Banco Master, com medidas que incluem o sequestro e bloqueio de bens e valores que ultrapassam os R$ 5,7 bilhões.

Operação Compliance Zero

A Operação Compliance Zero é uma investigação em andamento que se concentra nas irregularidades envolvendo a operação de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). O ministro do STF Dias Toffoli prorrogou as investigações por mais 60 dias, atendendo a um pedido da Polícia Federal. O esquema de desvios em operações do banco pode chegar a R$ 12 bilhões, com a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) sem lastro, segundo informações da PF.

Além disso, a polícia também apura a participação de dirigentes do BRB no esquema. O Banco Central barrara a compra do Master pelo BRB devido a irregularidades nos papéis apresentados pelo Master para assegurar a solidez de sua carteira. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, havia avalizado a operação, que foi impedida pelo BC.

Recentemente, a PF deflagrou uma nova fase da Operação Compliance Zero para investigar o Banco Master do empresário Daniel Vorcaro. As autoridades investigam crimes como organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro. Medidas como sequestro e bloqueio de bens e valores que ultrapassam os R$ 5,7 bilhões foram autorizadas.

Irregularidades na compra do Banco Master pelo BRB

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli prorrogou por mais 60 dias as investigações, no âmbito do inquérito 5026, que corre sob sigilo no Distrito Federal e apura as irregularidades na operação de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). O ministro atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que investiga o caso.

As investigações da PF apontam que o esquema de desvios em operações do banco pode chegar a R$ 12 bilhões, com a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) sem lastro. O Master chegou a prometer aos clientes até 40% acima da taxa básica do mercado.

A polícia apura ainda a participação de dirigentes do BRB no esquema. Em março do ano passado, banco brasiliense chegou a anunciar a compra do Master. A operação teve o aval do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. O negócio foi barrado pelo Banco Central (BC) que constatou irregularidades nos papéis apresentados pelo Master para assegurar a solidez de sua carteira. Toffoli determinou a intimação da Procuradoria-Geral da República para que tome ciência da continuidade das investigações.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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