
Transformação Digital no Brasil: Avanços e Desafios
Este artigo aborda transformação digital no brasil: avanços e desafios de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Evolução no Uso de Dados e IA
A evolução no uso de dados e inteligência artificial (IA) no Brasil tem sido um dos pilares da transformação digital no país. De acordo com o Índice de Transformação Digital do Brasil (ITDBr) de 2025, as empresas brasileiras têm avançado significativamente nesse aspecto, registrando um aumento na tomada de decisão orientada por dados, na infraestrutura tecnológica e na adoção de IA.
O estudo aponta que a tomada de decisão orientada por dados subiu de 3,5 para 4,1, indicando uma maior valorização e uso estratégico das informações disponíveis. Além disso, a infraestrutura tecnológica avançou de 3,6 para 4,3, impulsionada por investimentos em segurança da informação e computação em nuvem. A adoção de inteligência artificial também cresceu significativamente, passando de 20% em 2024 para 51% em 2025.
Apesar dos avanços, o estudo aponta fragilidades em áreas como governança, relacionamento digital com clientes e adoção de tecnologias de fronteira. A necessidade de traduzir os ganhos de eficiência interna em inovação disruptiva e valor tangível para o consumidor ainda é um desafio para muitas empresas brasileiras. A integração da transformação digital à estratégia da empresa e o compromisso com tecnologias emergentes são essenciais para a diferenciação competitiva e o fortalecimento da economia no cenário global.
Desafios na Inovação e Relacionamento Digital
A transformação digital no Brasil tem avançado em diversas áreas, como o uso de dados, infraestrutura e inteligência artificial. No entanto, ainda existem desafios a serem superados, principalmente relacionados à inovação e ao relacionamento digital com os clientes.
De acordo com o Índice de Transformação Digital do Brasil (ITDBr), o país registrou recuos em áreas como governança, relacionamento digital com clientes e adoção de tecnologias de fronteira. O engajamento digital, por exemplo, apresentou queda significativa, indicando menor uso de dados para personalização de estratégias e melhoria da experiência do consumidor.
Além disso, a capacidade das empresas brasileiras de explorar tecnologias emergentes e inovadoras, medida pela dimensão de fronteira tecnológica, também apresentou queda. Isso demonstra a necessidade de um compromisso mais ousado com tecnologias disruptivas, essenciais para a diferenciação competitiva e o fortalecimento da economia no cenário global.
Governança e Relacionamento com Clientes
A Transformação Digital no Brasil tem avançado em diversas áreas, mas ainda enfrenta desafios em governança e relacionamento com clientes. De acordo com o Índice de Transformação Digital do Brasil (ITDBr), as empresas brasileiras registraram recuos em áreas ligadas à inovação e relacionamento digital com clientes, mesmo com avanços em uso de dados, infraestrutura e inteligência artificial.
O estudo aponta que a tomada de decisão orientada por dados e a infraestrutura tecnológica tiveram avanços significativos, porém, o relacionamento digital com clientes e a adoção de tecnologias de fronteira apresentaram fragilidades. O engajamento digital, por exemplo, teve uma queda de índice de 3,8 em 2024 para 3,1 em 2025, indicando menor uso de dados para personalização de estratégias e melhoria da experiência do consumidor.
Para especialistas, é fundamental que as empresas brasileiras consolidem os avanços em infraestrutura e uso de dados, transformando essas bases em alavancas para inovação e diferenciação competitiva. O desafio é integrar a transformação digital à estratégia da empresa, garantindo uma abordagem responsável e profunda em todas as áreas do negócio, especialmente no que diz respeito à governança e ao relacionamento com clientes.
Adoção de Tecnologias de Fronteira
A adoção de tecnologias de fronteira é um dos desafios enfrentados pelas empresas brasileiras no processo de transformação digital. De acordo com o Índice de Transformação Digital do Brasil, o setor de varejo e consumo apresentou um índice baixo nesse quesito, evidenciando a dificuldade em explorar tecnologias emergentes e inovadoras.
O recuo nessa dimensão mostra que as empresas ainda têm obstáculos significativos para traduzir os ganhos de eficiência interna em inovação disruptiva e valor tangível para o consumidor. É essencial que as organizações brasileiras se comprometam de forma mais ousada com tecnologias emergentes, fundamentais para a diferenciação competitiva e para fortalecer a economia no cenário global.
Apesar dos avanços em outras áreas, como uso de dados e inteligência artificial, a baixa pontuação na adoção de tecnologias de fronteira indica a necessidade de investimentos e estratégias mais robustas nesse sentido. A transformação digital deve ser vista não apenas como uma forma de eficiência operacional, mas também como uma ferramenta para impulsionar a inovação e a competitividade das empresas brasileiras.






