
Trump e a acusação criminal como chantagem para reduzir juros
Este artigo aborda trump e a acusação criminal como chantagem para reduzir juros de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Presidente do FED acusa Trump de chantagem
O presidente do Federal Reserve (FED) dos Estados Unidos (EUA), Jerome Powell, acusou o presidente Donald Trump de usar uma acusação criminal como forma de chantagem para forçar a redução de juros no país. O FED é o Banco Central dos EUA, responsável por definir a taxa básica de juros do país.
Em comunicado emitido neste domingo (11), Powell informou que recebeu uma notificação do Departamento de Justiça com uma ameaça de denúncia criminal envolvendo um projeto para reforma nos prédios do FED. Powell alega que a ameaça não tem relação com a reforma dos prédios da instituição, mas que seria apenas um pretexto para pressioná-lo a reduzir as taxas de juros.
Essa ação gerou críticas em relação a interferências do Executivo na independência do Banco Central dos EUA, que tem o poder de definir as taxas de juros gerais da economia. O senador republicano Thom Tillis, do Comitê Bancário do Senado, afirmou que vai se opor à nomeação do substituto de Powell por Trump até que a questão legal contra o presidente do FED seja resolvida.
Ameaça de denúncia criminal para forçar redução de juros
A acusação de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve dos Estados Unidos, contra Donald Trump levantou questões sobre a independência do Banco Central e a pressão política para reduzir as taxas de juros. Powell afirmou que recebeu uma ameaça de denúncia criminal do Departamento de Justiça, relacionada a um projeto de reforma nos prédios do FED, como forma de forçar a redução das taxas.
Segundo Powell, a ameaça não está relacionada à reforma dos prédios, mas seria um pretexto para pressionar o FED a reduzir os juros de acordo com as preferências do presidente. Ele destacou a importância de manter a independência do Banco Central na tomada de decisões baseadas em evidências e condições econômicas, e não em pressões políticas.
Trump negou qualquer envolvimento na ameaça de denúncia, afirmando que não sabia da situação. No entanto, suas críticas públicas ao presidente do FED por não reduzir significativamente as taxas de juros levantam questões sobre interferência política na política monetária. A situação gerou críticas e preocupações sobre a independência do FED e a influência do Executivo sobre as decisões econômicas do país.
Resposta de Powell e defesa da independência do FED
A resposta de Powell à acusação criminal feita por Trump demonstra a defesa da independência do Federal Reserve (FED), órgão responsável por regular as taxas de juros nos Estados Unidos. Powell afirmou que a ameaça de denúncia criminal está relacionada à pressão contínua do governo para reduzir os juros, e não à reforma dos prédios da instituição. Ele ressaltou que o FED deve definir as taxas com base em evidências e condições econômicas, e não por pressão política ou intimidação.
Trump, por sua vez, negou ter conhecimento sobre a investigação e afirmou que a única pressão sobre Powell deveria ser a alta das taxas de juros. Desde o início de seu segundo mandato, o presidente dos EUA tem criticado o presidente do FED por não realizar cortes significativos nas taxas, chegando a ameaçar demiti-lo. O mandato de Powell termina em maio, quando Trump poderá indicar um substituto.
A ação contra Powell gerou críticas em relação à independência do FED, com o senador republicano Thom Tillis afirmando que vai se opor à nomeação do substituto de Powell até que a questão legal seja resolvida. Esses acontecimentos levantam preocupações sobre possíveis interferências do Executivo no Banco Central dos EUA, que tem papel fundamental na economia do país.
Negativa de Trump e críticas à atuação do presidente do FED
O presidente do Federal Reserve (FED) dos Estados Unidos (EUA), Jerome Powell, acusou o presidente Donald Trump de usar uma acusação criminal como forma de chantagem para forçar a redução de juros no país. O FED é o Banco Central dos EUA, responsável por definir a taxa básica de juros do país.
Em comunicado emitido neste domingo (11), Powell informou que recebeu uma notificação do Departamento de Justiça com uma ameaça de denúncia criminal envolvendo um projeto para reforma nos prédios do FED. Powell afirmou que a ameaça não tem relação com a reforma dos prédios da instituição, mas seria um pretexto para pressionar o FED a reduzir os juros.
Negativa de Trump
Questionado por jornalistas sobre a investigação contra o presidente do FED, Trump disse que não sabia nada sobre o caso. O presidente dos EUA afirmou que a acusação não tem relação com os juros altos e que a única pressão que Powell deveria ter é devido às taxas estarem muito altas, não por outros motivos.
Críticas à atuação do presidente do FED
Desde que assumiu o segundo mandato, Trump tem criticado o presidente do FED por não fazer cortes significativos nas taxas de juros, chegando a ameaçar demiti-lo. A ação contra Powell gerou críticas em relação a interferências do Executivo na independência do Banco Central dos EUA, que tem o poder de definir as taxas de juros gerais da economia.
O senador republicano Thom Tillis, do Comitê Bancário do Senado, afirmou que vai se opor à nomeação do substituto de Powell por Trump até que a questão legal contra o presidente do FED seja resolvida, destacando a importância da independência da instituição.






