Investigação da Corregedoria sobre conduta de policiais em MT

Este artigo aborda investigação da corregedoria sobre conduta de policiais em mt de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Mensagens de WhatsApp sugerem tortura e estupro

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso enviou uma equipe para investigar a conduta de policiais após mensagens de WhatsApp vazadas sugerirem tortura e estupro de uma detenta na delegacia de Sorriso. As mensagens, que vieram de um celular funcional da delegacia, foram compartilhadas em um grupo intitulado "DHPP/Assuntos Oficiais". Em uma das mensagens, um participante sugere: "uma escaldada nessa piranha, rapaz, pode comer", seguido de risadas. O delegado titular afirmou que trechos das conversas foram editados para prejudicar a Polícia Civil, mas a verificação do Foto Forensics não indicou adulterações.

Em meio às investigações, um investigador da unidade foi indiciado por estupro e abuso de autoridade após uma mulher que estava presa na delegacia afirmar ter sido estuprada por ele. A Polícia Civil informou que irá apurar a autenticidade das mensagens e possíveis desvios de conduta dos policiais. Um grupo de advogados formalizou uma denúncia contra a delegacia com base nas conversas vazadas, e a Corregedoria Geral da Polícia Civil recebeu a denúncia e está aguardando mais informações para iniciar as investigações.

Investigação da Corregedoria-Geral da Polícia Civil

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil está investigando a conduta de policiais em MT após o vazamento de mensagens em um grupo de WhatsApp que sugerem abusos sexuais a detentas e possíveis torturas a investigados. Uma equipe foi enviada à delegacia de Sorriso para reforçar e agilizar as apurações já em andamento, segundo a Polícia Civil.

As mensagens, que vieram de um celular funcional da delegacia, mostram a existência de um grupo intitulado 'DHPP/Assuntos Oficiais'. Em uma das conversas, um participante sugere abusos a uma detenta, levantando preocupações sobre a conduta dos policiais. O delegado titular afirmou que trechos das conversas foram apagados e editados, mas uma análise forense indicou que o conteúdo não foi adulterado.

Além disso, um investigador da unidade foi indiciado por estupro e abuso de autoridade após uma mulher que estava presa na delegacia relatar ter sido estuprada. A Polícia Civil informou que irá apurar a autenticidade dos prints e possíveis desvios de conduta. A Corregedoria Geral da Polícia Civil recebeu denúncias e está investigando o caso, junto com o MP-MT, para garantir a transparência e responsabilização dos envolvidos.

Suspeitas de outros crimes

Além das suspeitas de abusos sexuais e torturas, as investigações da Corregedoria sobre a conduta dos policiais em Mato Grosso também abrangem suspeitas de outros crimes. Mensagens vazadas de um grupo de WhatsApp de policiais levantaram preocupações sobre possíveis desvios de conduta, incluindo a sugestão de práticas ilegais.

Entre os trechos das mensagens que estão sendo analisados pelos investigadores, há indícios de comentários que sugerem a prática de crimes como extorsão, plantio de provas, entre outros. Essas novas suspeitas aumentam a gravidade do caso e reforçam a necessidade de uma investigação rigorosa para apurar todas as possíveis irregularidades cometidas pelos policiais envolvidos.

A Corregedoria-Geral da Polícia Civil está empenhada em esclarecer todas as denúncias e garantir que os responsáveis pelos crimes sejam devidamente punidos. A sociedade aguarda por respostas efetivas e medidas concretas para garantir a integridade e a transparência nas instituições de segurança pública do estado.

Denúncias anteriores na mesma delegacia

A delegacia de Sorriso, em Mato Grosso, já estava sob investigação por denúncias anteriores de conduta inadequada de policiais. Em novembro do ano passado, mensagens de um grupo de WhatsApp de policiais sugerindo abusos sexuais a detentas e possíveis torturas a investigados vazaram para a imprensa. As mensagens foram trocadas em um celular funcional da delegacia, que havia sido furtado. Um dos trechos das conversas revelava a sugestão de "uma escaldada nessa piranha, rapaz, pode comer", seguido de risadas.

Além disso, no mesmo mês em que as mensagens vazaram, uma mulher que estava presa na delegacia denunciou ter sido estuprada por um investigador da unidade. O investigador foi indiciado por estupro e abuso de autoridade. Um grupo de advogados criminalistas também formalizou uma denúncia contra a delegacia com base nas conversas vazadas. A Polícia Civil afirmou que irá apurar a autenticidade dos prints e o contexto em que foram postados, assim como possível desvio de conduta de policiais.

Diante dessas denúncias anteriores, a investigação da Corregedoria sobre a conduta dos policiais na delegacia de Sorriso se torna ainda mais relevante, buscando esclarecer e responsabilizar eventuais desvios de conduta no ambiente de trabalho.

Fonte: https://g1.globo.com

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