Operação conjunta em SP e SC contra organização chinesa ligada ao PCC

Este artigo aborda operação conjunta em sp e sc contra organização chinesa ligada ao pcc de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Prisão de duas pessoas ligadas ao Primeiro Comando da Capital

Duas pessoas foram presas em uma operação conjunta da Polícia Civil de São Paulo, do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Secretaria de Estado da Fazenda e Planejamento contra uma organização chinesa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação apontou suspeita de lavagem de dinheiro e ocultação de bens por meio da atuação do grupo no comércio de produtos eletrônicos.

No total, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e três de prisão nos estados de São Paulo e Santa Catarina. Um homem com histórico criminal ligado ao PCC e uma mulher considerada articuladora do esquema foram presos, enquanto o terceiro mandado de prisão tinha como alvo um empresário chinês que está na China e não pôde ser detido.

Durante a operação, foram apreendidos quatro carros de luxo. A força-tarefa mobilizou 100 policiais civis, 20 auditores fiscais da Receita Estadual e dois promotores de Justiça, em quatro endereços ligados ao grupo investigado. A participação direta do PCC no esquema chamou atenção, sendo descrito como uma plataforma de serviços para quem quer aumentar os lucros, de acordo com o delegado titular da 3ª Divisão de Investigações Gerais (DIG), Fernando David.

Detalhes da operação e apreensões realizadas

A operação conjunta da Polícia Civil de São Paulo, do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Secretaria de Estado da Fazenda e Planejamento resultou na prisão de duas pessoas suspeitas de integrarem uma organização chinesa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação teve como foco a investigação de lavagem de dinheiro e ocultação de bens através do comércio de produtos eletrônicos.

Os mandados de busca e apreensão e de prisão foram cumpridos em São Paulo e Santa Catarina, resultando na detenção de um homem com histórico criminal ligado ao PCC e de uma mulher considerada articuladora do esquema. Um terceiro mandado de prisão foi destinado a um empresário chinês que se encontra na China e não pôde ser detido. Além das prisões, quatro carros de luxo foram apreendidos durante a operação.

A força-tarefa mobilizou 100 policiais civis, 20 auditores fiscais da Receita Estadual e dois promotores de Justiça, que realizaram buscas em quatro endereços ligados ao grupo investigado. A investigação revelou uma movimentação financeira massiva de pelo menos R$ 1,1 bilhão em apenas sete meses, com um esquema de redirecionamento de pagamentos e emissão de notas fiscais por empresas de fachada para ocultar a origem ilícita dos recursos.

Participação do PCC no esquema de lavagem de dinheiro

A operação conjunta realizada em São Paulo e Santa Catarina resultou na prisão de duas pessoas ligadas a uma organização chinesa associada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação apontou para suspeitas de lavagem de dinheiro e ocultação de bens, principalmente no comércio de produtos eletrônicos.

Durante a coletiva de imprensa, o delegado Fernando David destacou a participação direta do PCC no esquema. Segundo ele, muitas empresas e empresários têm se conectado com a facção criminosa, transformando-a em uma plataforma de serviços para aumentar os lucros. No caso em questão, as vendas de eletrônicos eram feitas pela plataforma principal do Knup no Brasil, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada. Além disso, as notas fiscais eram emitidas por outras empresas, criando uma discrepância entre o fluxo de caixa real e o patrimônio auditável das empresas operacionais.

O promotor do Ministério Público de São Paulo, Ivan Agostinho, ressaltou que a investigação identificou o escamoteamento de objetos e patrimônio com o objetivo de asfixiar financeiramente a organização criminosa. A investigação revelou uma confusão patrimonial sistemática, visando fraudar o fisco, credores e o sistema judiciário. Além disso, os crimes fiscais identificados serão comunicados aos órgãos competentes para as devidas providências.

Ação para aumentar lucros e movimentação financeira

A operação conjunta realizada em São Paulo e Santa Catarina teve como objetivo desarticular uma organização chinesa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC), suspeita de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. A investigação apontou que o grupo atuava no comércio de produtos eletrônicos para aumentar seus lucros e movimentação financeira.

Durante a entrevista coletiva, o delegado Fernando David destacou a participação direta do PCC no esquema, que servia como uma "plataforma de serviços" para empresas interessadas em aumentar seus lucros. As vendas dos produtos eram feitas por uma plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada, criando uma discrepância entre o fluxo de caixa real e o patrimônio auditável das empresas operacionais.

Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), a movimentação financeira chegou a atingir R$ 1,1 bilhão em apenas sete meses. O promotor Ivan Agostinho ressaltou a importância da asfixia financeira para atingir as organizações criminosas, destacando a confusão patrimonial identificada durante a investigação, que tinha o objetivo de fraudar o fisco, credores e o sistema judiciário.

Asfixia financeira e confusão patrimonial

A investigação realizada durante a operação conjunta em São Paulo e Santa Catarina levantou suspeitas de asfixia financeira e confusão patrimonial praticadas pela organização chinesa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), a movimentação de mais de R$ 1,1 bilhão em apenas sete meses criou uma discrepância significativa entre o fluxo de caixa real e o patrimônio auditável das empresas operacionais.

O promotor do MPSP Ivan Agostinho explicou que o objetivo da investigação é a asfixia financeira da organização criminosa. A sistemática confusão patrimonial identificada durante a operação tem como finalidade fraudar o fisco, credores e o sistema judiciário. Segundo Agostinho, a asfixia financeira é o caminho para atingir efetivamente as organizações criminosas, uma vez que impede a movimentação e a utilização dos recursos ilícitos.

Enquanto a investigação foca na lavagem de capitais por meio da mescla de recursos ilícitos com negócios lícitos, os crimes fiscais identificados durante a operação serão comunicados às autoridades competentes para providências cabíveis. A confusão patrimonial e a asfixia financeira são estratégias utilizadas pela organização criminosa para ocultar bens e recursos e dificultar a identificação de atividades ilícitas.

Valores sequestrados e bens bloqueados pela investigação

Durante a operação conjunta contra a organização chinesa ligada ao PCC, foram sequestrados valores e bens dos envolvidos. Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), quatro carros de luxo foram apreendidos. Além disso, a investigação levantou a movimentação de ao menos R$ 1,1 bilhão em apenas sete meses, criando uma discrepância massiva entre o fluxo de caixa real e o patrimônio auditável das empresas operacionais.

Os pagamentos das vendas de produtos eletrônicos realizadas pela plataforma principal do Knup no Brasil eram redirecionados para empresas de fachada, que funcionavam como contas de passagem. As notas fiscais eram emitidas por outras empresas, evidenciando a tentativa de ocultação de bens e lavagem de dinheiro. A investigação comprovou uma sistemática confusão patrimonial, com o objetivo de fraudar o fisco, credores e o sistema judiciário.

O promotor do MPSP, Ivan Agostinho, explicou que o objetivo da operação é a asfixia financeira da organização criminosa. A investigação busca atingir as organizações criminosas através da identificação e bloqueio de valores e bens ilícitos. Os crimes fiscais identificados durante a investigação serão comunicados formalmente aos órgãos competentes para as devidas providências e medidas legais.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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