Alexandre de Moraes Refuta Acusações de Viagens em Aeronaves de Daniel Vorcaro

O ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), fez uma declaração contundente na última terça-feira, 31 de outubro, negando ter utilizado aeronaves pertencentes ao banqueiro Daniel Vorcaro, que é o proprietário do Banco Master. A afirmação surge em resposta a uma reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, que levantou suspeitas sobre supostas viagens realizadas pelo ministro e sua esposa.

Denúncia do Jornal e Reação do Ministro

A matéria da Folha de S.Paulo alegou que Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, teriam feito pelo menos sete voos em jatinhos ligados à empresa Prime Aviation, associada a Vorcaro. A reportagem também mencionou um oitavo voo, supostamente realizado em um jato de uma empresa relacionada a Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, que está sob investigação por fraudes envolvendo o Banco Master.

Esclarecimento do Gabinete de Moraes

Em resposta a essas alegações, o gabinete do ministro se manifestou, caracterizando as afirmações como meras “ilações”. Na nota oficial, Moraes declarou: "As ilações da fantasiosa matéria são absolutamente falsas. O ministro jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece".

Contratação de Serviços de Táxi Aéreo

O escritório Barci de Moraes, que representa o ministro, também se pronunciou sobre o assunto. Informou que a contratação de serviços de táxi aéreo, incluindo os da Prime Aviation, foi feita de forma regular. Ressaltou que, em nenhum dos voos realizados, Daniel Vorcaro ou Fabiano Zettel estiveram presentes.

Transparência Financeira

O escritório ainda enfatizou que todos os pagamentos referentes aos voos foram compensados com honorários advocatícios, conforme estipulado nos contratos. Essa informação visa esclarecer a natureza das transações financeiras e reforçar a transparência nas atividades do escritório Barci de Moraes.

Conclusão

As declarações de Alexandre de Moraes e de seu escritório buscam desmantelar as acusações levantadas pela reportagem da Folha de S.Paulo, reafirmando a integridade do ministro e sua relação profissional. O caso suscita discussões importantes sobre a ética e a transparência no uso de serviços privados por figuras públicas, especialmente em contextos de investigação judicial.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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