
Chacina de Paraisópolis: Promotoria pede júri popular a PMs envolvidos
Este artigo aborda chacina de paraisópolis: promotoria pede júri popular a pms envolvidos de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Pedido de júri popular pela Promotoria
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça que os 13 policiais militares envolvidos na morte de nove jovens em um baile funk no bairro de Paraisópolis sejam levados a júri popular. O pedido foi apresentado pela promotora de Justiça Luciana André Jordão Dias em suas alegações finais de uma audiência de instrução no Tribunal de Justiça de São Paulo. Esse processo apenas pretende decidir se os policiais serão levados a júri popular.
O júri popular é um órgão especial da Justiça, previsto na Constituição, com competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida. Nesse tipo de julgamento há a participação de sete jurados, que são selecionados entre a população em geral, e que vão decidir se os réus são inocentes ou culpados do crime.
Para a promotora, os elementos colhidos ao longo da instrução processual e da investigação demonstram que os policiais assumiram o risco de provocar mortes, já que fecharam as vias ao redor do local onde o baile ocorria, impedindo rotas de fuga dos jovens e instalando pânico generalizado. Além disso, os policiais teriam feito uso desproporcional de força. Segundo a manifestação do Ministério Público, a multidão que estava no baile foi encurralada pelos policiais e empurrada para a Viela do Louro, espaço incompatível com o volume de pessoas presentes.
O que é o júri popular
O júri popular é um órgão especial da Justiça, previsto na Constituição, com competência exclusiva para julgar crimes dolosos contra a vida. Nesse tipo de julgamento, há a participação de sete jurados, que são selecionados entre a população em geral e que vão decidir se os réus são inocentes ou culpados do crime.
No caso da Chacina de Paraisópolis, os 13 policiais militares envolvidos estão sendo acusados de lesões corporais e homicídios triplamente qualificados. A promotora de Justiça responsável pelo caso argumenta que os policiais assumiram o risco de provocar mortes ao fechar as vias ao redor do baile funk, impedindo rotas de fuga dos jovens e instalando pânico generalizado. Além disso, teriam feito uso desproporcional de força.
Segundo a manifestação do Ministério Público, a multidão presente no baile foi encurralada pelos policiais e empurrada para um espaço incompatível com o volume de pessoas, resultando no trágico massacre que vitimou nove jovens. A narrativa apresentada pela polícia de que as vítimas morreram ao serem pisoteadas é contestada pelas famílias das vítimas e agora cabe ao júri popular decidir sobre a culpabilidade dos acusados.
Acusações contra os policiais
Os 13 policiais militares envolvidos na morte de nove jovens durante um baile funk em Paraisópolis estão sendo acusados de lesões corporais e homicídios triplamente qualificados. O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça que esses policiais sejam levados a júri popular, alegando que eles assumiram o risco de provocar mortes ao fechar as vias ao redor do local do evento, impedindo rotas de fuga dos jovens e causando pânico generalizado.
De acordo com a promotora de Justiça Luciana André Jordão Dias, responsável pelo pedido de júri popular, os policiais teriam feito uso desproporcional de força, encurralando a multidão no baile e empurrando as pessoas para um espaço incompatível com o volume de presentes. Os jovens assassinados tinham entre 14 e 23 anos e as famílias contestam a versão da Polícia Militar, que alega que as vítimas morreram ao serem pisoteadas.
O júri popular é um órgão especial da Justiça responsável por julgar crimes dolosos contra a vida. Se os policiais forem levados a júri popular e considerados culpados, poderão enfrentar as consequências legais por suas ações durante o evento em Paraisópolis.
Detalhes do massacre em Paraisópolis
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça que os 13 policiais militares envolvidos na morte de nove jovens em um baile funk em Paraisópolis sejam levados a júri popular. O caso em questão refere-se ao trágico ocorrido na noite de 1º de dezembro de 2019, onde nove jovens que participavam de um baile funk na comunidade de Paraisópolis foram mortos.
Segundo a promotora de Justiça Luciana André Jordão Dias, os elementos reunidos ao longo da investigação indicam que os policiais assumiram o risco de causar mortes ao fecharem as vias ao redor do local do baile, impossibilitando a fuga dos jovens e gerando pânico generalizado. Além disso, teriam utilizado força de forma desproporcional, encurralando a multidão na Viela do Louro, um espaço incompatível com a quantidade de pessoas presentes.
O massacre chocou o país e resultou na morte de nove jovens, com idades entre 14 e 23 anos. As vítimas foram identificadas como Gustavo Cruz Xavier, Denys Henrique Quirino da Silva, Marcos Paulo de Oliveira Santos, Dennys Guilherme dos Santos Franco, Luara Victoria de Oliveira, Eduardo Silva, Gabriel Rogério de Moraes, Bruno Gabriel dos Santos e Mateus dos Santos Costa. As famílias contestam a versão da Polícia Militar de que as mortes ocorreram devido a um tumulto e pisoteamento, alegando que os jovens foram vítimas de uma ação violenta e desproporcional por parte dos policiais.






