
Eclipse solar Anular: o que é e onde será possível observar o fenômeno
Este artigo aborda eclipse solar anular: o que é e onde será possível observar o fenômeno de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
O que é um eclipse solar anular
Um eclipse solar anular ocorre quando a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, porém, devido à sua distância em relação ao planeta, não cobre totalmente o disco solar. Esse fenômeno cria o que é conhecido como "anel de fogo".
O astrônomo Thiago Gonçalves explica que a geometria do alinhamento é responsável pelo eclipse anular. A Lua está próxima do apogeu, o ponto mais distante de sua órbita, fazendo com que seu diâmetro aparente seja menor que o do Sol.
De acordo com as previsões, o eclipse solar anular será visível na totalidade na Antártida, com regiões do Pacífico Sul, Oceano Índico e uma faixa próxima à África do Sul podendo observar o fenômeno parcialmente. No entanto, o território brasileiro não terá visibilidade do eclipse devido à posição da sombra projetada pela Lua.
Previsão de visibilidade do eclipse
Para o eclipse solar anular que ocorrerá na terça-feira (17), a previsão é de que seja visível em sua totalidade na Antártida. Regiões do Pacífico Sul, do Oceano Índico e uma pequena faixa próxima à África do Sul também poderão observar o fenômeno de forma parcial. No entanto, no Brasil não há previsão de visibilidade do eclipse, pois a posição da sombra projetada pela Lua não alcançará o território brasileiro.
De acordo com o astrônomo Thiago Gonçalves, a visibilidade de eclipses depende diretamente da localização do observador, já que a faixa de alinhamento é estreita. Apenas áreas específicas do planeta conseguem registrar o evento. Gonçalves explicou que a Lua só vai bloquear o Sol de maneira apropriada em um ponto muito específico, o que impossibilita a visualização do eclipse em outras regiões.
Apesar da falta de visibilidade no Brasil para este eclipse, há a expectativa de um novo eclipse solar anular em 6 de fevereiro de 2027, com a possibilidade de observação parcial em diferentes regiões do país. Portanto, os interessados em presenciar um fenômeno astronômico como esse devem ficar atentos às previsões e oportunidades futuras de observação.
Calendário de eclipses solares e lunares
O calendário de eclipses solares e lunares é uma fonte de grande interesse para astrônomos e entusiastas da astronomia. Em 2026, estão previstos dois eclipses solares e dois lunares, cada um com características únicas.
No dia 17 de fevereiro, teremos um eclipse solar anular, também conhecido como o "Anel de Fogo", que será visível sobre a Antártida. Uma versão parcial do eclipse poderá ser observada na África e na América do Sul. Já em 3 de março, ocorrerá um eclipse lunar total, conhecido como "Lua de Sangue", visível nas Américas, Ásia e Austrália. Esse fenômeno ocorre quando a Lua entra na sombra da Terra e adquire um tom avermelhado.
Em 12 de agosto, está previsto um eclipse solar total, que será visível na Groenlândia, Islândia, Espanha, Rússia e Portugal. Por fim, nos dias 27 e 28 de agosto, teremos um eclipse lunar parcial visível nas Américas, Europa e África. O calendário de eclipses é uma oportunidade única para observar fenômenos celestes fascinantes e compreender melhor a interação entre os corpos celestes.
Principais descobertas astronômicas de 2026
O ano de 2026 promete ser repleto de descobertas astronômicas interessantes. Entre as principais, destaca-se a confirmação da existência de um novo planeta no sistema solar. Os astrônomos acreditam que esse planeta, ainda não batizado, seja aproximadamente do tamanho de Netuno e esteja localizado além da órbita de Plutão.
Outra descoberta relevante é a identificação de um buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia distante. Esse buraco negro, que possui uma massa equivalente a milhões de vezes a do Sol, tem intrigado os cientistas com suas características únicas e seu impacto no ambiente ao redor.
Além disso, astrônomos observaram de perto a formação de uma estrela em uma nebulosa próxima à Via Láctea. Esse processo de nascimento estelar proporcionou insights valiosos sobre os estágios iniciais da evolução estelar e a influência do ambiente cósmico na formação de novos corpos celestes.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br






