MP pede prisão preventiva de ex-CEO da Hurb por descumprir cautelares
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Prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb, por não cumprir as medidas cautelares impostas pela Justiça. A prisão ocorreu na segunda-feira (5) no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, onde Mendes foi encontrado portando um documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
As medidas cautelares foram estabelecidas após a prisão em flagrante de Mendes por furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura. O ex-CEO da Hurb foi denunciado pelo MPRJ em maio de 2025 por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo. A Promotoria defendeu a manutenção da prisão nesse caso.
Os crimes foram cometidos em abril de 2025, quando Mendes se passou por entregador de aplicativo para furtar um quadro e outros itens de um escritório de arquitetura. Além disso, ele também furtou obras de arte e esculturas de um hotel na Praia da Barra da Tijuca. Após um período em prisão preventiva, as medidas cautelares, como monitoração eletrônica, foram estabelecidas. No entanto, o réu foi acusado de descumprir essas medidas, levando à solicitação de sua prisão preventiva.
Medidas cautelares e denúncia
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou a prisão preventiva de João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb, por não cumprir as medidas cautelares impostas pela Justiça. A prisão ocorreu no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, onde Mendes foi encontrado com um documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
As medidas cautelares foram determinadas após a prisão em flagrante de Mendes por furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura. O ex-CEO foi denunciado pelo MPRJ em maio de 2025 pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo, crimes cometidos em abril do mesmo ano. A Promotoria recomendou a manutenção da prisão na ocasião da denúncia.
Os crimes cometidos por Mendes incluíram furtos de obras de arte, esculturas, quadros, dinheiro e outros itens de locais como o Hotel Hyatt e o escritório Duda Porto Arquitetura. Após um período em prisão preventiva, o réu teve sua custódia substituída por medidas cautelares, como monitoramento eletrônico e proibição de sair da cidade sem autorização judicial. No entanto, a Promotoria apontou que o descumprimento das medidas, evidenciado pela situação no Ceará e pela falta de relatórios médicos, levou ao pedido de prisão preventiva.
Crimes praticados e denunciados
O ex-CEO da agência de viagens Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, teve a prisão preventiva requerida pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) devido ao descumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça. Mendes foi preso no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, portando documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
As medidas cautelares foram impostas após a prisão em flagrante de Mendes por furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura. Ele foi denunciado pelo MPRJ em maio de 2025 pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo. A Promotoria se manifestou pela manutenção da prisão de Mendes na ocasião da denúncia.
Os crimes foram cometidos no dia 25 de abril de 2025, quando Mendes se passou por entregador de aplicativo para furtar um quadro de um hotel, além de ter furtado quadros, uma mesa digitalizadora, carteiras com dinheiro e outros itens de um escritório de arquitetura. Ele também foi acusado de furtar obras de arte e esculturas de um hotel e quadros de um escritório de arquitetura em datas subsequentes.
Descumprimento das medidas cautelares
O ex-CEO da agência de viagens Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, teve a prisão preventiva solicitada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) devido ao descumprimento das medidas cautelares impostas pela Justiça. Mendes foi preso no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, portando documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
As medidas cautelares foram estabelecidas após a prisão em flagrante de Mendes por furto de obras de arte e outros objetos de um hotel e de um escritório de arquitetura. O empresário foi denunciado pelo MPRJ em maio de 2025 pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo. Mesmo com a manutenção da prisão, a custódia foi substituída por medidas cautelares como monitoramento eletrônico, proibição de sair da cidade sem autorização judicial e apresentação de relatórios médicos mensais.






