MPRJ pede inclusão de ex-CEO da Hurb na lista da Interpol

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Pedido de inclusão na lista da Interpol

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou oficialmente a inclusão do ex-CEO da agência de viagens Hurb, João Ricardo Mendes, na lista vermelha de procurados da Interpol. O pedido foi feito nesta sexta-feira (9) e também incluiu o bloqueio do passaporte do empresário.

João Ricardo Mendes é considerado foragido desde a última quarta-feira (7), quando foi liberado após ser preso no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, por porte de documento falso e tornozeleira eletrônica descarregada. Ele estava respondendo ao processo em liberdade, mas a Justiça do Rio de Janeiro decretou sua prisão preventiva no mesmo dia da fuga, devido ao risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.

O empresário foi denunciado em maio de 2025 por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo. A defesa alega que ele não descumpriu as medidas cautelares, mas a decisão da Justiça foi decretar sua prisão preventiva. Com a solicitação de inclusão na lista da Interpol, as autoridades internacionais poderão auxiliar na captura de João Ricardo Mendes, aumentando as chances de sua localização e prisão.

Histórico de foragido

O ex-CEO da agência de viagens Hurb, João Ricardo Mendes, está sendo considerado foragido desde a última quarta-feira (7), após ter sido preso e posteriormente liberado. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou a inclusão de seu nome na lista vermelha de procurados da Interpol, juntamente com o bloqueio de seu passaporte.

João Ricardo Mendes foi detido no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, na última segunda-feira (5), por estar portando um documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada. No entanto, após passar pela audiência de custódia, ele foi solto. A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva do empresário, alegando risco à ordem pública e à aplicação da lei penal.

O ex-CEO do Hurb havia sido denunciado em maio de 2025 por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo. Mesmo respondendo ao processo em liberdade, a prisão preventiva foi decretada após a sua detenção no Ceará. A defesa de João Ricardo Mendes alega que ele não descumpriu as medidas cautelares impostas anteriormente.

Prisão preventiva decretada

A Justiça do Rio de Janeiro decretou, nesta quarta-feira (7), a prisão preventiva de João Ricardo Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou a inclusão do nome de Mendes na lista vermelha de procurados da Interpol, juntamente com o bloqueio de seu passaporte. Mendes é considerado foragido desde a última quarta-feira.

João Ricardo Mendes foi preso inicialmente na segunda-feira (5) no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, portando documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada. Após passar pela audiência de custódia, foi solto. No entanto, o juiz da 32ª Vara Criminal decretou a prisão preventiva do empresário em razão do 'evidente risco à ordem pública e à aplicação da lei penal'.

O ex-CEO do Hurb já respondia a um processo por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo, sendo denunciado em maio de 2025. A defesa de Mendes alega que ele não descumpriu as medidas cautelares, mas a Justiça entendeu que sua liberdade representava uma ameaça à ordem pública e à aplicação da lei penal.

Denúncias e processo em curso

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou, recentemente, a inclusão do ex-CEO da Hurb, João Ricardo Mendes, na lista vermelha da Interpol, juntamente com o bloqueio de seu passaporte. Mendes é considerado foragido desde a última quarta-feira (7), quando foi detido no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará, portando documento falso e com a tornozeleira eletrônica descarregada. Mesmo tendo sido preso, o empresário foi libertado após passar por uma audiência de custódia.

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva de João Ricardo Mendes na última quarta-feira, devido ao evidente risco à ordem pública e à aplicação da lei penal. Mendes já estava respondendo a um processo por furto qualificado e adulteração de identificação de veículo desde maio de 2025. Sua defesa alega que ele não descumpriu as medidas cautelares impostas.

Diante dos desdobramentos do caso, o MPRJ continua investigando as denúncias contra o ex-CEO da Hurb, buscando garantir que a justiça seja feita e que Mendes responda pelos crimes dos quais é acusado. A inclusão do nome na lista da Interpol mostra a gravidade da situação e a determinação das autoridades em garantir a prisão do empresário.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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