
Queda na Produção de Algodão para Safra 2025/2026
Este artigo aborda queda na produção de algodão para safra 2025/2026 de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Previsões de produção de algodão no Brasil
A produção de algodão no Brasil para a safra 2025/2026 deve apresentar uma queda significativa de 11,5% em relação ao ciclo anterior, totalizando cerca de 3,74 milhões de toneladas. Essa previsão foi divulgada pela consultoria Safras & Mercado, que também apontou um recuo na área plantada e na produtividade média como fatores determinantes para essa diminuição. O cultivo de algodão no país, que se destaca como o maior exportador global, enfrentará um encolhimento de 6,5% na área plantada, reduzindo-se para 2,03 milhões de hectares. Essa retração é um reflexo da pressão econômica sobre os produtores, que enfrentam preços em queda e custos de produção em alta.
Gil Barabach, analista da Safras, explica que a decisão dos agricultores de reduzir a área destinada ao algodão está relacionada à competição com outras culturas, especialmente o milho na segunda safra, predominante no Mato Grosso. A estatal Conab, em uma análise mais otimista, indicou uma redução menor na área plantada, de 3,2%. No entanto, o cenário geral ainda revela uma adaptação do setor às novas condições de mercado, onde a rentabilidade da cultura do algodão é impactada por diversos fatores.
Além disso, a produtividade média do algodão deve cair 5,7%, passando de 1.952 kg/ha na safra anterior para 1.841 kg/ha. Esse decréscimo é atribuído à necessidade de corte de custos pelos produtores, que buscam equilibrar suas contas diante de um ambiente econômico desafiador. Apesar da queda acentuada na produção, Barabach ressalta que a safra de 2025/2026 ainda será a segunda maior da história do Brasil, caracterizando essa diminuição mais como um ajuste na produção do que uma mudança estrutural no setor.
Impacto da área plantada na produção
A área plantada com algodão no Brasil para a safra 2025/2026 deverá recuar significativamente, impactando diretamente a produção do grão. A consultoria Safras & Mercado estima uma redução de 6,5% na área cultivada, totalizando 2,03 milhões de hectares. Essa diminuição é um reflexo da queda nos preços do algodão e do aumento dos custos de produção, que estão pressionando as margens dos agricultores. A competição com culturas de maior rentabilidade, como o milho na segunda safra, especialmente no Mato Grosso, também tem contribuído para essa decisão de reduzir a área destinada ao algodão.
Além da redução na área plantada, a produtividade média dos campos de algodão também deverá sofrer um impacto, com uma queda estimada de 5,7%, passando de 1.952 kg/ha na safra anterior para 1.841 kg/ha. Esse recuo na produtividade é atribuído não apenas aos custos crescentes, mas também a fatores agronômicos e climáticos que podem afetar o desenvolvimento da cultura. Com a combinação da diminuição da área plantada e da produtividade, a produção total de algodão deve recuar 11,5%, somando 3,74 milhões de toneladas, o que, apesar de ser uma queda, ainda representa a segunda maior produção da história brasileira.
Os analistas do setor, como Gil Barabach da Safras, destacam que essa redução na produção deve ser vista como um ajuste de rota e não uma mudança estrutural no comportamento do mercado de algodão. O algodão, que ganhou destaque nos últimos anos, continua a ser uma cultura relevante, e a redução atual pode ser interpretada como uma estratégia dos produtores para se adaptarem a um cenário econômico desafiador. A expectativa é que essa consolidação permita que o setor se reestruture, buscando maior eficiência e rentabilidade no futuro.
Redução da produtividade média
A redução da produtividade média do algodão no Brasil para a safra 2025/2026 é um dos principais fatores que contribuem para a queda prevista na produção. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, a produtividade deve recuar 5,7%, passando de 1.952 kg por hectare para 1.841 kg por hectare. Esse declínio reflete um cenário desafiador para os produtores, que enfrentam custos crescentes e uma concorrência acirrada com outras culturas, especialmente o milho.
A diminuição na produtividade média está diretamente relacionada a uma série de fatores, sendo os mais significativos a elevação dos custos de produção e a instabilidade nos preços do algodão. Os agricultores, ao observar a queda nos preços, optam por reduzir investimentos, o que impacta negativamente na eficiência das lavouras. Além disso, a concorrência com a segunda safra de milho, especialmente no Mato Grosso, força os produtores a escolher entre as culturas, levando a uma possível subutilização dos recursos destinados ao algodão.
Apesar dessa redução, é importante ressaltar que a produção brasileira de algodão ainda deve se manter em níveis historicamente altos, com uma previsão de 3,74 milhões de toneladas. Isso indica que, embora haja um ajuste necessário na produção, o algodão continua a ser uma cultura relevante e competitiva no agronegócio brasileiro, mostrando sinais de consolidação após anos de crescimento. Os especialistas alertam, no entanto, que a manutenção dessa trajetória dependerá de uma gestão eficaz e da adaptação às condições de mercado.
Fatores que influenciam a queda na produção
A queda na produção de algodão para a safra 2025/2026 é influenciada por uma combinação de fatores econômicos e agronômicos. Segundo a consultoria Safras & Mercado, a produção deve recuar 11,5%, totalizando 3,74 milhões de toneladas de pluma. Esse declínio é reflexo de uma redução na área plantada, que deve cair 6,5%, chegando a 2,03 milhões de hectares. A diminuição na área cultivada é atribuída a uma queda nos preços do algodão, que impacta diretamente a margem de lucro dos agricultores, além do aumento nos custos de produção, que se tornaram insustentáveis para muitos produtores.
Outro fator que contribui para essa situação é a concorrência com outras culturas, especialmente o milho, que é uma opção viável na segunda safra no Mato Grosso, o principal Estado produtor de algodão. A alteração nas preferências de plantio pode levar os agricultores a priorizar o milho devido à sua rentabilidade mais atrativa neste momento. Além disso, a produtividade média do algodão deve cair 5,7%, passando para 1.841 kg/ha, em comparação aos 1.952 kg/ha da safra anterior, o que também contribui para a diminuição da produção total.
Apesar da expectativa de queda, é importante destacar que a produção de algodão no Brasil ainda deve se manter como a segunda maior da história. O analista Gil Barabach ressalta que essa diminuição é mais um ajuste de rota do que uma mudança radical no setor, indicando que o algodão continua a ser uma cultura de destaque no cenário agrícola brasileiro, passando por um momento de consolidação após anos de crescimento.
Perspectivas para o futuro do algodão no Brasil
As perspectivas para o futuro do algodão no Brasil apresentam um cenário de desafios e oportunidades. Com a previsão de uma queda de 11,5% na produção para a safra 2025/2026, totalizando 3,74 milhões de toneladas, o setor enfrenta um momento de reavaliação. Essa diminuição, atribuída à redução da área plantada e à queda na produtividade, reflete não apenas a volatilidade dos preços, mas também a crescente concorrência com outras culturas, como o milho, especialmente no Mato Grosso, principal estado produtor.
Embora a retração na produção possa parecer preocupante, especialistas acreditam que o algodão ainda se mantém como uma cultura estratégica para o Brasil. A consultoria Safras & Mercado destaca que, mesmo com a queda, a produção prevista será a segunda maior da história do país. Isso sugere que o setor está passando por um ajuste necessário em vez de uma crise, permitindo que os produtores se adaptem às novas condições de mercado e busquem maior eficiência.
Além disso, a busca por inovações tecnológicas e práticas sustentáveis pode ser um fator crucial para o fortalecimento do algodão brasileiro. Com a crescente demanda global por produtos sustentáveis, os produtores têm a oportunidade de se reposicionar, investindo em técnicas que aumentem a produtividade e reduzam custos. Essa transformação pode não apenas ajudar a estabilizar a produção, mas também a abrir novos mercados para o algodão brasileiro, consolidando sua posição como líder na exportação.
Fonte: https://forbes.com.br






