Redução de 67% nos roubos no Amapá em 3 anos

Este artigo aborda redução de 67% nos roubos no amapá em 3 anos de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Dados da queda nos roubos no Amapá

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) nesta terça-feira (20), houve uma queda de mais de 67% nos roubos no Amapá nos últimos três anos. Esse resultado é considerado um recorde em comparação com os últimos 15 anos.

O levantamento abrange todo o Estado, sendo que a capital, Macapá, concentra a maior parte das ocorrências. Em 2022, houve um pico com 10,2 mil registros de roubos. Já em 2025, esse número caiu para 3,3 mil, demonstrando uma redução significativa.

O aumento da criminalidade em 2022 foi associado à movimentação de facções criminosas. Após um acordo de paz entre os grupos no final de novembro daquele ano, os roubos aumentaram para mais de 10 mil registros. No entanto, as estratégias adotadas nos anos seguintes, como a integração da segurança pública e o intensificação do policiamento, contribuíram para a queda dos índices, chegando ao recorde histórico em 2025.

Impacto da criminalidade em 2022

O impacto da criminalidade em 2022 no Amapá foi significativo, com um aumento no número de roubos relacionado à movimentação de facções. No ano em questão, os grupos criminosos firmaram um acordo de paz, que resultou em uma redução nos confrontos, porém, um aumento nos casos de roubo. Isso levou a um pico de 10,2 mil registros de roubos naquele ano, número que caiu para 3,3 mil em 2025.

A Secretaria de Justiça e Segurança Pública atribui a redução nos índices de criminalidade às estratégias adotadas nos últimos anos. A integração da segurança pública, tanto em nível local quanto com as forças da União, foi fundamental. A intensificação do policiamento e o mapeamento dos locais com maior concentração de crimes também contribuíram para a queda nos índices. O resultado foi um recorde histórico, com uma redução de mais de 67% nos casos de roubo.

Estratégias para combate à criminalidade

A redução significativa nos índices de roubos no Amapá nos últimos três anos está diretamente ligada às estratégias adotadas no combate à criminalidade. De acordo com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), as equipes de inteligência do estado mapearam os locais com maior incidência de crimes e intensificaram o policiamento nessas regiões.

Uma das medidas adotadas foi a integração da segurança pública, não apenas localmente, mas também com as forças federais. Essa integração, iniciada em 2023, foi fundamental para estancar os confrontos entre grupos criminosos e contribuir para a queda acentuada nos índices de criminalidade. Além disso, a Operação Protetor, realizada no âmbito do programa Amapá Mais Seguro, tem sido fundamental para combater o crime organizado em todo o estado.

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública destacou que o Amapá é um dos estados mais afetados pela violência na Amazônia Legal. Facções criminosas atuam em mais de 60% dos municípios amapaenses, o que evidencia a complexidade do cenário criminal na região. A posição geográfica estratégica do estado, próximo a fronteiras internacionais e cortado por rotas de tráfico, contrabando e outros crimes transfronteiriços, também contribui para os desafios enfrentados no combate à criminalidade.

Atuação das facções criminosas no Amapá

A atuação das facções criminosas no Amapá tem sido um dos principais fatores que contribuíram para o aumento da criminalidade na região nos últimos anos. De acordo com dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em 2022 foi identificado um acordo de paz entre os grupos criminosos, o que resultou em uma redução nos confrontos, porém, um aumento significativo nos casos de roubo.

Esse acordo entre as facções criminosas foi rompido no final de novembro de 2022, levando a um aumento expressivo nos registros de roubo, que chegaram a ultrapassar os 10 mil casos. As investigações apontam que a união dos grupos foi motivada pela necessidade de se protegerem de agressões mútuas, mas acabou impactando negativamente na segurança pública, colocando em xeque a tranquilidade da população.

O estado do Amapá, por sua posição geográfica estratégica, próxima a fronteiras internacionais e cortada por importantes rotas como a BR-156, facilita o tráfico de drogas, contrabando e outros crimes transfronteiriços. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, facções criminosas atuam em 62,5% dos municípios amapaenses, incluindo as cidades de Macapá, Santana e Calçoene, que apresentam altos índices de homicídios.

Fonte: https://g1.globo.com

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