OMS Afirma Não Haver Indícios de Surto Maior de Hantavírus
Durante uma coletiva de imprensa nesta terça-feira, 12 de junho, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, abordou a situação do hantavírus em um navio de cruzeiro que operava no Oceano Atlântico. Ele assegurou que, até o momento, não há evidências de um surto maior da doença em curso.
Situação Atual dos Casos de Hantavírus
Tedros informou que, até agora, foram registrados 11 casos de hantavírus, incluindo três óbitos, todos envolvendo passageiros ou membros da tripulação do navio MV Hondius. Dentre os casos confirmados, nove pertencem à cepa Andes, enquanto dois são considerados prováveis. O diretor também mencionou que não houve mortes desde o dia 2 de maio, quando a OMS foi notificada sobre a situação.
Monitoramento e Repatriação dos Passageiros
Em relação aos passageiros que foram repatriados, Tedros destacou que os países de destino têm a responsabilidade de monitorar a saúde desses indivíduos. A OMS está atenta a relatos de alguns pacientes apresentando sintomas associados ao vírus Andes e está em contato com as autoridades de saúde dos respectivos países para acompanhar esses casos.
Orientações da Organização Mundial da Saúde
A OMS recomenda que os passageiros do cruzeiro sejam monitorados de forma ativa, seja em instalações de quarentena ou em casa, durante um período de 42 dias a contar da última exposição ao vírus, que ocorreu em 10 de maio. Assim, o acompanhamento deve se estender até 21 de junho. Qualquer pessoa que apresente sintomas deve ser isolada e receber tratamento imediato, enfatizou Tedros.
Compromisso Contínuo da OMS
Concluindo a coletiva, o diretor-geral reiterou que o trabalho da OMS não termina aqui. A organização continuará colaborando estreitamente com especialistas em todos os países afetados, para garantir que a situação seja devidamente monitorada e controlada.





